Tekniauto

Tekniauto serviço mecanica, eletrecista auto, lavagens manuais, comercio automóvel.

http://www.youtube.com/watch?v=a57tE1re00w
19/05/2014

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Tribute to our BMW drivers at Swiss Hillclimb 2012 which was present on at least one of the following Events: Slalom Frauenfeld Slalom Saanen Slalom Interlak...

http://www.youtube.com/watch?v=7AQmgeMoM0A
19/05/2014

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Total Tribute:: The SuperCars rally of over 500 hp 4x4.. In 1984 85 and 86 the Rally has been divided into groups .. The Group B cars could participate was t...

Bom começo de semana para todos os que nos seguem.O carro que vos trago hoje é o AUDI QUATTRO, que para acompanha os ral...
19/05/2014

Bom começo de semana para todos os que nos seguem.O carro que vos trago hoje é o AUDI QUATTRO, que para acompanha os rallys todos conhecemos...

O Quattro foi um modelo de tração integral produzido pela Audi visando a participação em ralis. E considerado o melhor carro de ralis da história automobilística. Foi um carro um pouco polêmico por ter tração integral, porque na época carros com tração 4x4 eram sinônimo de problemas. Mas o Quattro mudou esse conceito, fazendo uma tração integral que não dava problemas técnicos frequentes. Começou fazendo sucesso nos ralis, principalmente nas mãos de Stig Blomqvist. O primeiro título do Quattro foi no rali da Costa do Marfim, em 1984, com um temido motor de 420 cavalos de potência, que logo seria equipado com um poderoso turbocompressor, atingindo a impressionante potência de 509 cavalos. Para se qualif**ar para a categoria do Grupo B, apenas 220 unidades foram fabricadas, com pouquíssimas delas destinadas para o uso nas ruas, e todo o resto foi para o rali. Mas em 1985, os concorrentes começaram a produzir carros mais potentes para derrubar o Quattro nos ralis. Modelos como Peugeot 205 T16 (Evo 1 e Evo 2, esse ultimo em 86), MG 6R4, Ford RS200 (1985) e Lancia Delta S4 (1986), começaram a substituir o Quattro. Porém, todos os carros do grupo B foram banidos do rali após o acidente horrível sofrido pelo Henri Toivonen e Segio Cresto abordo do Lancia Delta S4 no tradicional Rally Tour de Corse na França em 1986 e por Attilio Bettega e Maurizio Perissinot em 85 abordo do ja ultrapassado Lancia Beta Montecarlo "037". Foi ali, então que o Quattro saiu de linha. Um final triste para o carro que nós deveríamos agradecer por hoje existirem carros com tração integral.

Produção 1980–1991

Chassis

Tipo carroceria 2 portas coupé
Tipo motor longitudinal frente, 4wd
Plataforma Volkswagen B2

Motor 2.1 L I5[2] SOHC 10v (1980–87)
2.2 L I5 SOHC 10v (1987–89)
2.2 L I5 DOHC 20v (1989–91)
Transmissão 5-velocidades manual

Dimensões
Eixos 2,524 mm (99.4 in)
Comprimento 4,404 mm (173.4 in)
Largura 1,722 mm (67.8 in)
Altura 1,346 mm (53.0 in)

Fonte wikipédia

Este post vai servir para vos ilucidar um pouco sobre a história de alguns carros míticos que nos ''assombraram'' os pen...
14/05/2014

Este post vai servir para vos ilucidar um pouco sobre a história de alguns carros míticos que nos ''assombraram'' os pensamentos enquanto amantes de carros.
Vamos tentar fazer pelo menos um todas as semanas.
Gostavamos que também nos sugerissem alguns carros que gostam para pormos aqui.
KEEP UP

HISTÓRIA DA DIVISÃO M E DO BMW 2002 TURBO

Vamos então recuar à década de 60′, época em que a oferta automóvel alemã ao nível das marcas generalistas ainda reflectia a depressão do pós-guerra. Os automóveis espelhavam o estado de alma dos alemães: eram todos aborrecidos e sérios. Se eram bons meios de transporte? Sem dúvida. Confortáveis e fiáveis? Também. Mas não eram mais que isso.
A alternativa a este quadro deprimente tinha alguns custos. Ou se optava pelos pouco fiáveis carros ingleses ou então pelos «raçudos» mas diminutos desportivos Italianos.
Foi então que a BMW – acrónimo de Bayerische Motoren Werke, ou em português Fábrica de Motores Bávara – depois de anos e anos a construir aviões, motos e alguns carros decidiu entrar em força no mercado automóvel. Em boa hora o fez. E fê-lo com o modelo 1500, que era tudo aquilo que as outras berlinas contemporâneas daquele segmento não eram: fiáveis, relativamente despachadas e moderadamente espaçosas. O 1500 conseguia levar cinco adultos com algum conforto e foi com base neste modelo que nasceram os modelos 1600, 1602 e toda a família 2002 ti, tii e Turbo. E é este último, o 2002 Turbo, que é motivo desta viagem ao passado.
Resumindo em poucas palavras, o BMW 2002 Turbo foi uma criação disparatada, um autêntico exercício de loucura, mas era tudo isto e muito mais. Baseado na estrutura do BMW 1602 e com recurso ao bloco do 2002 tii, o 2002 Turbo contrariava todas as convenções estabelecidas. Eram menos de 900kg de peso para 170cv às 5800rpm – Isto na década de 60! Potência esta que era “gentilmente” fornecida por um motor de 4 cilindros, de somente 2000cc alimentados por um turbo K*K a 0,55bar sem dump-valve e injecção mecânica Kugelfischer. Como dizem os brasileiros: Nossa!

Este foi alias, o modelo que pela primeira vez trouxe para a produção em série a sobrealimentação. Até então nenhum carro tinha montado um turbo. Recordo que a sobrealimentação era uma tecnologia que desde a sua génese estava reservada à aviação, pelo que até faz algum sentido que tenha sido a BMW – tendo em conta as suas origens aeronáuticas – a pioneira na aplicação desta tecnologia à industria automóvel.
Toda esta miscelânea de tecnológica teve como consequência números que até nos dias de hoje envergonham muitos desportivos: 0-100km/h cumpridos em 6.9 segundos e uma velocidade de ponta a «aflorar» os 220km/h. Como estes não fossem ingredientes suficientes para fazer disparar os níveis de adrenalina , toda esta potência era «escoada» pelo eixo traseiro, através de uns pneus tão pequenos que eram capazes de rivalizar com as medidas de um carrinho de bébé, uns “gigantes” 185/70 R13.
Mas a loucura não ficou por aqui – alias, ainda agora começou. Esqueçam os turbos de geometria variável, os motores com entrega de potência dócil e os aceleradores ride-by-wire, o 2002 Turbo era um carro rude com duas faces: dócil como educadora de infância até às 3800rpm’s e a partir daí bruto e rude como uma sogra mal disposta. E que sogra! Este comportamento bi-polar devia-se à presença de um turbo e do consequente efeito «turbo-lag». Enquanto o turbo não entrava em funcionamento tudo ok, mas daí para a frente… desviem-se. Vai começar o festival da potência e da borracha queimada.
Mas não pensem que o 2002 Turbo era só um motor potente numa carroçaria BMW. O 2002 turbo era o “state-of-art” do design desportivo da época. Todo o carro transpirava desportividade: travões maiores, cavas de rodas mais largas e diferencial traseiro auto-bloqueante faziam parte de um pacote que incluía volante e assentos desportivos, manómetro de turbo, spoiler dianteiro e traseiro pronunciados e por fim faixas azuis e vermelha ao longo do carro. Sim, leram bem: faixas azuis e vermelhas.
Não vos recorda as cores de nada? Exactamente, as cores da M! Estava então lançadas as cores que iriam acompanhar a linha desportiva da BMW até aos dias de hoje.
Mas o toque final de loucura, e que confirma o estado de embriagues da administração da BMW quando aprovaram a produção do 2002 Turbo está na inscrição da designação do modelo no spoiler dianteiro de forma invertida como vê-mos nas ambulâncias. Dizia-se na altura que era para que os outros condutores distinguissem o 2002 Turbo dos outros modelos da gama e o deixassem passar. Sim isso mesmo, para se desviarem! A diferença de perfomances do 2002 Turbo para os outros carros era tanta que literalmente os atirava para a valeta.
Alias, conduzir um 2002 Turbo baseava-se nessa filosofia: atirar os outros carros para a valeta, cruzar os dedos e cerrar os dentes para não ir lá parar por arrasto. Um carro para homens de barba rija e pêlo no peito portanto…
Apesar de todos os atributos e “defeitos” o reinado do BMW 2002 Turbo foi sol de pouca dura. A crise petrolífera de 70′ deitou por terra qualquer aspiração comercial que o modelo tivesse, e um ano depois de ter entrado em comercialização o 2002 “consumidor-compulsivo-de-gasolina” Turbo deixou de ser produzido, corria o fatídico ano de 1975. Mas ficou a marca. A marca de um modelo que foi pioneiro na utilização da sobrealimentação e que lançou as sementes que deram origem à “M”.
Há quem atribua ao BMW M1 de 1979, o título de “primeiro M”, mas para mim não há dúvida que o pai legitimo da M é o 2002 Turbo. E o seu legado perdura nos mais icónicos modelos da BMW: o Serie 1 M, o M3 e o M5.
Regressando ao presente, não há dúvida que temos muito que agradecer ao velho e rabugento 2002 Turbo. Longa vida à divisão M! Que a divisão desportiva da BMW nos continue a oferecer modelos tão marcantes como este no futuro. Não é pedir pouco…

Texto: Guilherme Ferreira da Eduardo Costa
PÁGINA http://www.razaoautomovel.com

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12/05/2014

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E também temos nipónicos...
12/05/2014

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12/05/2014

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E ainda diziam que a SINGER só fazia máquinas de costura...''Juntamente com o mainstream Hillman Imp, Rootes também lanç...
12/05/2014

E ainda diziam que a SINGER só fazia máquinas de costura...

''Juntamente com o mainstream Hillman Imp, Rootes também lançou versões mais alegres de seu pequeno carro. A versão Cantor, de 1964, foi apelidado de Chamois e seguiu a política habitual marca de nogueira dentro e brightwork extra de fora, inclusive, de 1968, faróis quádruplos. Todos os modelos tinham grades cromadas na frente, por causa da aparência apenas desde o Chamois era motor traseiro. Ainda assim, parecia bom. Em 1966, uma versão do esporte foi lançado. Ele tinha um motor 51bhp em vez de 39bhp do saloon padrão. De 1967, houve também um Coupé bastante fastback.

Performance
0-60mph:25.4secs
Top speed:78mph
Power:39bhp
Torque:52lb/ft
MPG:38mpg

Engine
Configuration:in-line four
Aspiration:normal
Fuel:petrol
Fuel delivery:carburettor

Chassis
Suspension Front: Independent, swing axles, coil spring
Suspension Rear: Independent, semi-trailing arms, coil spring
Drivetrain: rear-engine RWD
Steering: rack and pinion
Bodyframe: metal monocoque
Transmission: Four-speed manual

Dimensions
Length: 3580mm
Wheelbase: 2082mm
Width: 1580mm
Height: 1384mm
Weight: 711kgs

Sai velho e entra rectif**ado.Mais um para acompanhar...
12/05/2014

Sai velho e entra rectif**ado.
Mais um para acompanhar...

Tal como prometido f**a aqui algumas fotos do motor NISSAN Z.Á medida que o trabalho for feito vamos postando aqui image...
12/05/2014

Tal como prometido f**a aqui algumas fotos do motor NISSAN Z.
Á medida que o trabalho for feito vamos postando aqui imagens até ao fim do trabalho.

For Sale
06/05/2014

For Sale

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Ermezinde
4445-450

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