ML Classic Cars Rental

ML Classic Cars Rental Aluguer de automóveis clássicos e pré-clássicos para todo o tipo de eventos e casamentos. Consulte as nossas condições. Até já!

Alugo automóveis maioritariamente clássicos e pré-clássicos para todo o tipo de eventos e casamentos. Todas as viaturas encontram-se em estado de conservação irrepreensível, devidamente certif**adas por entidades oficiais e prontas a circular para qualquer ponto do País, com motorista incluído e toda a documentação em dia. Consulte o stock disponível, caso não encontre o que procura contacte-nos p

ois temos várias soluções em carteira. Se possui um automóvel com estas características e quiser rentabilizá-lo entre em contato conosco. O valor é sempre sujeito a orçamento via e-mail ou telemóvel, com possibilidade de decoração da viatura mediante o tipo de evento para o qual for solicitado.

Disponível!😍
15/05/2026

Disponível!😍

Programe o seu evento ou casamento com grande estilo neste UMM Alter Turbo Cabriolet com 6 lugares de 1992.
Peça já o seu orçamento via e-mail , telemóvel ou mensagem privada
Aproveite!🧡😍😎

Breve História:
A UMM (União Metalo-Mecânica) é uma empresa metalúrgica e automobilística portuguesa. Foi fundada em 1977, com o propósito de distribuir e fabricar veículos 4x4 para a agricultura, indústria e serviços. A empresa obteve bastante sucesso, e conseguiu lançar uma gama original de modelos todo-o-terreno em várias versões em Portugal e 45 países. Entre 1979 e 1989 foram vendidos 12 166 jipes, dos quais 7778 para o mercado nacional.
A Europa e África foram sempre os mercados mais fortes, especialmente a França, Espanha e Angola. Só a França representava um quarto das vendas da UMM.
O primeiro modelo produzido foi o UMM 490 4x4 modelo curto que foi produzido a partir de 1978. O Exército português foi, aliás, dos primeiros clientes a encomendar o modelo Cournil, depois de, em 1977, ter recebido um exemplar para te**es. Logo em 1978 adquire um primeiro lote de 245 jipes, 20 dos quais na versão com canhão sem-recuo de 106 mm. No mesmo ano, a GNR testa um Cournil com resultados satisfatórios e adquire logo um grande número de jipes. Os jipes militares foram usados pelas Forças Armadas portuguesas e da Holanda, Angola, Moçambique, Cabo Verde e até mesmo do Congo. No caso das forças paramilitares, a começar por GNR e Guarda Fiscal, os jipes da UMM chegaram a países como o Zaire e a França.
Em 1986, o modelo UMM Alter foi apresentado. A UMM projetou um novo modelo em 2000], porém, devido a dificuldades financeiras, não foi possível lançá-lo no mercado, o que resultou na desistência da própria marca no mercado Português.
A empresa portuguesa FMAT haveria também de deixar de produzir o PORTARO em 1995, deixando, assim, a indústria automóvel portuguesa muito limitada. A marca UMM continua a existir mas já não fabrica jipes. De facto, o último Alter foi vendido no dia 21 de dezembro de 2000. Atualmente, é uma metalomecanica dedicada a subcontratação industrial, especialista em pequenas e médias séries de construção soldada.

Disponivel!😍
15/05/2026

Disponivel!😍

Uma viatura diferente e igualmente disponível para qualquer evento.
Volkswagen Passat 1.6 Variant B2 de 1985.
Peça já o seu orçamento via e-mail , telemóvel ou mensagem privada.😜💖👍

Breve História:
A segunda geração do Passat, bastante reestilizada, foi lançada em 1981 até 1988. A plataforma, chamada de B2, teve a região posterior ao eixo traseiro aumentada, embora fosse instantaneamente reconhecível como um Passat. O carro foi lançado como Quantum (toda a linha) na América do Norte em 82, como Santana (apenas o sedan) e Quantum (SW) no Brasil, em 1984, Corsar, no México de 1985 a 1988, e Passat na África do Sul até 1987.
De notar que o nome Santana foi usado também na Europa para designar o sedan até o início de 1985, o que poderia sugerir que a Volks planeava desenvolver uma outra linha a partir dele. A linha recebeu um pequeno ristyling nesse ano, com o sedan compartilhando a mesma frente e traseira do resto da linha.
A motorização (ainda 4 cilindros em linha) era mais diversif**ada do que nos anos anteriores, e incluía um 2.0 a gasolina e 1.8 a diesel, além dos já anteriormente disponíveis na plataforma B1.
No Brasil, esta geração do Passat continuou a se chamar Santana/Quantum mesmo depois de 1985 (principalmente por que a plataforma B1 não sairia de linha até final da década de 80 por aqui). Dentro dos termos de uma joint venture com a Ford chamada Autolatina, o carro foi vendido sob a marca Ford Versailles/Royale e Ford Galaxy na Argentina.
A Royale, equivalente a Quantum/Passat SW, possuía apenas 3 portas, diferente da versão Volks, disponível apenas com 5 portas no Brasil. Embora modelos 3 portas fossem populares no país naquela época, conta-se que o real motivo era que a Volks não queria que a Royale competisse com a Quantum no segmento 5 portas.
Esta 2ª geração do Passat ainda é fabricada na China, com o mesmo ristyling utilizado na 2ª geração do Santana brasileiro, sob o nome Santana 2000, na fábrica da Volks em Shanghai.

Disponível!😍
15/05/2026

Disponível!😍

Acabadinho de chegar, este magnífico Volkswagen carocha 1500 de 1969 certamente vai partir corações❤️por onde passar.
Ninguém f**a indiferente ao seu charme e beleza😍Disponível para qualquer evento ou casamento.
Peça já o seu orçamento via e-mail, telemóvel ou mensagem privada.
Até já!🚗👍😊

Breve História:

Tudo começou em janeiro de 1934, com um memorando em que Ferdinand Porsche resumia as ideias de um carro que iria motorizar a população alemã. Afinal, um compêndio técnico genial com tudo o que deveria ser o carro do povo.

Em junho, Porsche é incumbido de arrancar com o promissor projeto. As três primeiras unidades do protótipo chamado V3 são apresentadas em fevereiro de 1936, data que marca também o arrancar do processo de desenvolvimentos dinâmicos que se arrastou por dois anos, em mais de 2,4 milhões de quilómetros de te**es, na região da Floresta Negra, no Sudoeste do país.

A 3 de julho de 1938, o resultado foi finalmente revelado: o Volkswagen 38, ou KdF Wagen (como era inicialmente conhecido como o carro da organização n**i KdF), apresentou-se com um motor boxer de quatro cilindros arrefecido a ar, com 986 cc e 24 cv.

A Segunda Guerra Mundial interrompeu o processo de fabricação. E só após o final do conflito, em 1945, a administração inglesa que controlava a região se interessou por este projeto, bem como pela recuperação da fábrica de Fallersleben. Em agosto, a autoridade militar britânica recupera a fábrica da Volkswagen, para equipar as forças vencedoras com 20 mil Carochas. A produção recomeça em dezembro.

A exportação começou em 1947, através dos irmãos holandeses Pon, com uma encomenda de 56 unidades para a Holanda (atual Países Baixos), as primeiras para fora da Alemanha. No ano seguinte, as primeiras duas unidades chegam aos Estados Unidos, iniciando a fabulosa carreira do modelo do lado de lá do Atlântico.

O sucesso do Carro do Povo estava lançado. Em Portugal, a forma do Volkswagen 38 rapidamente o tornou conhecido como Carocha, mas cada país utilizava a palavra correspondente: Käfer na Alemanha, Cocinelle em França, Beetle em Inglaterra, Escarabajo em Espanha, Maggiolino em Itália, Fusca no Brasil e Vocho no México. No início dos anos 1950, o Carocha era um carro mundial, exportado para 86 países. A marca atinge o primeiro milhão de unidades produzidas em agosto de 1955, mas em menos de uma década o mito já contava com mais de seis milhões.

Pouco depois, em 1968, a Volkswagen assume oficialmente a designação popular Beetle para várias campanhas publicitárias. E é como Beetle que o carro do povo continua a acelerar de recorde em recorde.

Em 1972, com 15.007.034 unidades, ultrapassou o recorde de produção do Ford T. Dois anos depois, o último Carocha saiu da linha de Wolfsburgo. E, em 1978, o Carocha despede-se da outra fábrica alemã, em Emden.

O Carocha foi fabricado ou montado em vinte países, como Filipinas, Nigéria, Nova Zelândia, Peru, Singapura, Tailândia ou Uruguai, além dos comummente conhecidos como Alemanha, México ou Brasil. E até em Portugal, onde foi montado entre 1964 e 81.

No total, foram fabricadas 21.529.464 unidades, tendo o máximo da produção sido atingido entre 1968 e 1973, com o número incrível de 1,2 milhões de unidades por ano.

De acordo com os registos oficiais, em Portugal venderam-se 63 mil exemplares do Carocha. Número insignif**ante para os 9,7 milhões de carros vendidos na Europa, a maior parte (6,1 milhões) no mercado alemão. A América foi, no entanto, o continente onde o clássico da Volkswagen foi mais vendido, com qualquer coisa como 10,7 milhões de matrículas, 4,9 milhões nos Estados Unidos, 3 milhões no Brasil e 1,7 milhões no México, o último bastião do Carocha (ou do Vocho, se preferir).

A fábrica de Puebla, 110 km a leste da Cidade do México, foi onde, às 9h05m do dia 30 de julho de 2003, a Volkswagen fabricou o último Carocha, o Vocho, naquele importante mercado.

A derradeira unidade da série especial Última Edición, limitada a 3000 exemplares, está hoje na Alemanha, no museu da marca, mas o mítico Carocha é ainda atualmente um símbolo daquele país da América do Norte, com quase dois milhões de carros em circulação – muitos são táxis.

Ao fim de 57 anos de produção, o Volkswagen Carocha recolhia-se definitivamente ao lugar dos grandes símbolos da indústria automóvel. E não foi só por vender milhões em todo o mundo que o Volkswagen se tornou numa lenda. A forma como ricos e pobres, conservadores ou revolucionários, hippies e yuppies idolatraram aquele carro robusto e de conceção simples com o motor boxer na traseira permanece algo irrepetível até aos dias de hoje.

Disponivel!😍
15/05/2026

Disponivel!😍

Seguramente não vai passar indiferente com este magnifico Volkswagen Golf 1.5 Karman Cabriolet de 1982.
Peça já o seu orçamento via e-mail , telemóvel ou mensagem privada. Até já! 💖💖💖

Breve História:
Assim como seu antecessor, o Carocha, o Volkswagen Golf MK1 provou ser influente. Em produção ininterrupta desde 1974 até 1998, o Golf foi um dos primeiros hatchbacks com tração dianteira. Seus concorrentes Morris Mini, Honda N360 e Fiat 128 fizeram pouco sucesso nos Estados Unidos, mas o Rabbit, juntamente com o Honda Civic, iniciaram uma geração de compactos com tração dianteira para o mercado americano.
Existe uma ambiguidade sobre a origem do seu nome. Alguns dizem que vem do desporto de mesmo nome, enquanto outros dizem que seu nome deriva de Golf-Strom, que em alemão signif**a Corrente do Golfo.
Achar um substituto para o Fusca foi o trunfo da Volkswagen. No começo da década de 70, as coisas não iam bem para a companhia. As vendas tinham caído muito, e o Fusca não era tão atraente, com seu motor fraco e barulhento, e o seu design desatualizado. Isso fez com que outros veículos, que nada mais eram que versões encolhidas dos segmentos maiores, como o Toyota Corolla, começassem a roubar o mercado.
A solução chegou pelas mãos da Auto Union. A Audi, parte integrante desse grupo, tinha experiência em motores refrigerados a água e com tração dianteira, principalmente por causa de seus sedans médios. Isso seria essencial para a nova geração de compactos da Volkswagen, visto que essa configuração oferece economia de peso e de espaço, conferindo potência. Quando Kurt Lotz assumiu o comando da companhia, em 1969, os estudos para o desenvolvimento do Golf começaram. A tecnologia da Audi foi usada pela primeira vez no Volkswagen Dasher, que foi muito bem recebido. Era apenas uma questão de tempo até que ela equipasse o Golf MK1.
A versão descapotável (Typ 155), chamada de Golf Cabriolet na Europa e no Canadá e de Rabbit Convertible nos Estados Unidos (esse nome foi modif**ado para "Cabriolet" em 1987) foi vendida de 1980 até 1993. Como o seu sucessor, o Golf MK2, não teve uma versão descapotável pois esse modelo foi produzido até a chegada do MK3 Cabriolet. Para compensar a capota, algumas alterações foram necessárias, como chassis reforçado, barras de torção, um acabamento requintado, e a manutenção dos faróis pré-facelift. O MK1 Cabriolet era inteiramente construído na fábrica da Karmann. A VW abastecia a fábrica com motores, suspensões e interiores, mas a instalação era toda feita na outra companhia. O teto era manual ou elétrico, e contava com uma janela traseira.

08/12/2025

Desta vez foi o nosso fantástico “Carocha” a contribuir para o dia tão especial deste jovem casal😍
Obrigado pela preferência!
Muitas felicidades ❤️

08/12/2025
07/11/2025
22/02/2025

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Tudo começou em janeiro de 1934, com um memorando em que Ferdinand Porsche resumia as ideias de um carro que iria motorizar a população alemã. Afinal, um compêndio técnico genial com tudo o que deveria ser o carro do povo.

Em junho, Porsche é incumbido de arrancar com o promissor projeto. As três primeiras unidades do protótipo chamado V3 são apresentadas em fevereiro de 1936, data que marca também o arrancar do processo de desenvolvimentos dinâmicos que se arrastou por dois anos, em mais de 2,4 milhões de quilómetros de te**es, na região da Floresta Negra, no Sudoeste do país.

A 3 de julho de 1938, o resultado foi finalmente revelado: o Volkswagen 38, ou KdF Wagen (como era inicialmente conhecido como o carro da organização n**i KdF), apresentou-se com um motor boxer de quatro cilindros arrefecido a ar, com 986 cc e 24 cv.

A Segunda Guerra Mundial interrompeu o processo de fabricação. E só após o final do conflito, em 1945, a administração inglesa que controlava a região se interessou por este projeto, bem como pela recuperação da fábrica de Fallersleben. Em agosto, a autoridade militar britânica recupera a fábrica da Volkswagen, para equipar as forças vencedoras com 20 mil Carochas. A produção recomeça em dezembro.

A exportação começou em 1947, através dos irmãos holandeses Pon, com uma encomenda de 56 unidades para a Holanda (atual Países Baixos), as primeiras para fora da Alemanha. No ano seguinte, as primeiras duas unidades chegam aos Estados Unidos, iniciando a fabulosa carreira do modelo do lado de lá do Atlântico.

O sucesso do Carro do Povo estava lançado. Em Portugal, a forma do Volkswagen 38 rapidamente o tornou conhecido como Carocha, mas cada país utilizava a palavra correspondente: Käfer na Alemanha, Cocinelle em França, Beetle em Inglaterra, Escarabajo em Espanha, Maggiolino em Itália, Fusca no Brasil e Vocho no México. No início dos anos 1950, o Carocha era um carro mundial, exportado para 86 países. A marca atinge o primeiro milhão de unidades produzidas em agosto de 1955, mas em menos de uma década o mito já contava com mais de seis milhões.

Pouco depois, em 1968, a Volkswagen assume oficialmente a designação popular Beetle para várias campanhas publicitárias. E é como Beetle que o carro do povo continua a acelerar de recorde em recorde.

Em 1972, com 15.007.034 unidades, ultrapassou o recorde de produção do Ford T. Dois anos depois, o último Carocha saiu da linha de Wolfsburgo. E, em 1978, o Carocha despede-se da outra fábrica alemã, em Emden.

O Carocha foi fabricado ou montado em vinte países, como Filipinas, Nigéria, Nova Zelândia, Peru, Singapura, Tailândia ou Uruguai, além dos comummente conhecidos como Alemanha, México ou Brasil. E até em Portugal, onde foi montado entre 1964 e 81.

No total, foram fabricadas 21.529.464 unidades, tendo o máximo da produção sido atingido entre 1968 e 1973, com o número incrível de 1,2 milhões de unidades por ano.

De acordo com os registos oficiais, em Portugal venderam-se 63 mil exemplares do Carocha. Número insignif**ante para os 9,7 milhões de carros vendidos na Europa, a maior parte (6,1 milhões) no mercado alemão. A América foi, no entanto, o continente onde o clássico da Volkswagen foi mais vendido, com qualquer coisa como 10,7 milhões de matrículas, 4,9 milhões nos Estados Unidos, 3 milhões no Brasil e 1,7 milhões no México, o último bastião do Carocha (ou do Vocho, se preferir).

A fábrica de Puebla, 110 km a leste da Cidade do México, foi onde, às 9h05m do dia 30 de julho de 2003, a Volkswagen fabricou o último Carocha, o Vocho, naquele importante mercado.

A derradeira unidade da série especial Última Edición, limitada a 3000 exemplares, está hoje na Alemanha, no museu da marca, mas o mítico Carocha é ainda atualmente um símbolo daquele país da América do Norte, com quase dois milhões de carros em circulação – muitos são táxis.

Ao fim de 57 anos de produção, o Volkswagen Carocha recolhia-se definitivamente ao lugar dos grandes símbolos da indústria automóvel. E não foi só por vender milhões em todo o mundo que o Volkswagen se tornou numa lenda. A forma como ricos e pobres, conservadores ou revolucionários, hippies e yuppies idolatraram aquele carro robusto e de conceção simples com o motor boxer na traseira permanece algo irrepetível até aos dias de hoje.

Endereço

EStrada Quinta Da Carcereira, Parque Industrial Vale Do Rosal, Armazém 17
Corroios
2820-265

Telefone

+351919169981

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