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Porsche Cayenne E-Hybrid 2019 - Upgrade 14,1 kWh >> 17,9 kWh Recebi este Porsche Cayenne E-Hybrid de 2019, que já tinha ...
09/10/2026

Porsche Cayenne E-Hybrid 2019 - Upgrade 14,1 kWh >> 17,9 kWh

Recebi este Porsche Cayenne E-Hybrid de 2019, que já tinha sido anteriormente intervencionado noutra oficina, onde foram substituídos 4 dos 8 módulos que constituem a bateria de alta tensão original.
Ou seja, metade dos módulos desta bateria já tinha sido substituída numa intervenção anterior.

Perante este histórico e conhecendo a evolução que a Porsche colocou posteriormente neste modelo, surgiu a possibilidade de seguir um caminho diferente.
Em vez de continuar a intervir parcialmente na bateria original, porque não estudar a possibilidade de instalar uma bateria de maior capacidade?

Este Cayenne saiu de fábrica equipado com uma bateria de alta tensão de 14,1 kWh. Posteriormente, a Porsche introduziu uma evolução para 17,9 kWh, recorrendo a células com maior densidade energética.
Estamos a falar de um aumento de 3,8 kWh, aproximadamente 27% de capacidade energética adicional!
Parece simples, mas não é propriamente tirar uma bateria e colocar outra.
Apesar de ambas pertencerem à mesma família de veículos, existem diferenças entre as duas gerações, nomeadamente na capacidade das células, na gestão eletrónica e nas configurações dos sistemas de alta tensão.
Antes de avançar, estudei a arquitetura das duas baterias, analisei as respetivas compatibilidades e perceber se seria possível integrar a versão de maior capacidade no veículo.

Depois de todo o estudo, avancei com a substituição da bateria completa pela versão de 17,9 kWh, seguindo-se os procedimentos necessários de diagnóstico, codif**ação e adaptação eletrónica.
Depois de algumas horas lá meti o sistema casado :D ...upgrade concluído com sucesso!!!
Mas naturalmente, não queria f**ar apenas pela instalação e ausência de avarias. Era preciso perceber como se comportava o veículo em condições reais de estrada.

Com a bateria completamente carregada, realizei um percurso de estrada nacional em modo 100% elétrico, tendo obtido os seguintes resultados:

- 56 km percorridos com apenas uma carga
- Consumo médio de 21 kWh/100 km

Óbvio que a BMS ainda precisa mais ciclos de carga/descarga para devida calibração.

Considero um resultado bastante interessante para um SUV desta dimensão e peso, sobretudo tratando-se de uma atualização realizada numa versão que originalmente utilizava uma bateria de menor capacidade.
Importa também esclarecer que os 17,9 kWh correspondem à capacidade bruta da bateria, não sendo toda essa energia disponibilizada para circulação elétrica!!

Mais importante do que aumentar a capacidade foi conseguir integrar corretamente uma evolução tecnológica posterior num veículo de 2019.
Este trabalho demonstra também que, perante uma bateria anteriormente intervencionada, nem sempre a solução tem de passar por continuar a substituir módulos individualmente.

Existem situações em que vale a pena estudar outras possibilidades, aproveitando a evolução tecnológica dos próprios fabricantes. 😉

É este tipo de trabalho que me motiva a continuar a investir em conhecimento, equipamentos de diagnóstico, ferramentas especializadas e baterias de alta tensão que me permitem estudar diferentes arquiteturas e desenvolver soluções.
Não pretendo limitar-me a substituir componentes porque um diagnóstico assim o determina. Gosto de perceber como os sistemas funcionam, quais são as suas limitações e até onde é tecnicamente possível ir.
Porque reparar é importante, mas compreender aquilo que estamos a reparar e conseguir melhorar o que existia originalmente é, para mim, ainda mais gratif**ante. 😀

Segue mais um caso de sucesso!

Porsche Cayenne S E-Hybrid 2016Reparação da caixa de contactores da bateria de Alta Tensão ( E-Box / BDU ).Este Porsche ...
06/10/2026

Porsche Cayenne S E-Hybrid 2016

Reparação da caixa de contactores da bateria de Alta Tensão ( E-Box / BDU ).

Este Porsche chegou até mim com uma avaria no sistema híbrido que, depois do respetivo diagnóstico, me levou até à caixa de potência/contactores da bateria de alta tensão.

É este conjunto que tem uma das funções mais importantes dentro do sistema HV.
Quando o veículo está desligado, a bateria de alta tensão não f**a simplesmente ligada ao restante veículo. São os contactores de alta tensão que estabelecem ou interrompem essa ligação, existindo também todo o circuito de pré-carga, necessário para permitir que o barramento de alta tensão seja ligado/ativado de forma controlada.

Uma falha aqui e podemos ter uma bateria perfeitamente capaz de aceitar energia... mas um carro incapaz de a utilizar!!
E foi precisamente aqui que começou o trabalho.
Bateria de alta tensão fora do veículo.
Acesso à E-Box.
Remoção completa do conjunto.
Abertura da caixa.
Desmontagem de toda a parte interna até conseguir chegar efetivamente aos elementos responsáveis pela comutação da alta tensão portanto substituição dos contactores.

Depois, todo o caminho novamente no sentido inverso: montagem do conjunto, fecho da E-Box, instalação na bateria, bateria novamente no veículo, diagnóstico e verif**ação do correto funcionamento do sistema híbrido.
Pelas fotografias parece uma sequência relativamente simples mas na realidade, entre a primeira e a última fotografia existe bastante trabalho e algum conhecimento e atenção!

Sempre que tecnicamente seja possível e faça sentido, quero conseguir chegar mais fundo dentro do componente, encontrar aquilo que efetivamente falhou e perceber se existe possibilidade de o reparar.
Neste caso, foi exatamente isso que fiz.

Porsche Cayenne S E-Hybrid novamente operacional 😀

Volkswagen ID3 1st Pro 2020 62 kWhMais um elétrico que chegou até mim com problema interno na bateria de alta tensão.Nes...
02/10/2026

Volkswagen ID3 1st Pro 2020 62 kWh

Mais um elétrico que chegou até mim com problema interno na bateria de alta tensão.
Neste caso, o diagnóstico indicava uma falha de isolamento no sistema de alta tensão.

De uma forma simples, toda a parte de alta tensão do veículo tem de estar eletricamente isolada da carroçaria.
Quando esse isolamento deixa de ter a resistência necessária, passa a existir uma espécie de "caminho" elétrico entre o circuito de alta tensão e a massa/chassis do veículo.

Não signif**a necessariamente que exista um curto-circuito direto. Pode ser uma fuga muito pequena, mas num sistema de alta tensão é suficiente para o veículo a detetar e, por segurança, impedir ou limitar o funcionamento do sistema.

Depois de baixar e abrir a bateria, efectuei medições até conseguir perceber de onde vinha a perda de isolamento.
Neste caso, a origem estava em um dos 9 módulos da bateria de alta tensão.
Módulo identif**ado, substituído por outro em boas condições, seguido das verif**ações necessárias antes de voltar a fechar a bateria.

Depois de tudo montado novamente no veículo, foi feita a verif**ação do sistema, diagnóstico, sangramento ( trabalho muitooo chato ) e te**es de estrada.

Portanto, mais um ID3 recuperado com sucesso 😀

KIA XCeed PHEV 2023 Recebi este Kia XCeed PHEV, anteriormente acidentado e posteriormente recuperado, com uma avaria reg...
30/09/2026

KIA XCeed PHEV 2023

Recebi este Kia XCeed PHEV, anteriormente acidentado e posteriormente recuperado, com uma avaria registada no módulo AC/DC (OBC), relacionada com o sistema de carregamento.

Antes de chegar à minha oficina, o carro já tinha passado por dois concessionários oficiais da marca na tentativa de resolver o problema.

O diagnóstico apontava para a substituição do OBC, apesar de o carro continuar a carregar normalmente. A avaria apenas permanecia presente no painel de instrumentos.

Como o veículo tinha sido acidentado e a cablagem/conjunto da porta de carregamento já tinha sido substituída devido aos danos do acidente, decidi não assumir imediatamente que o problema estava no OBC.
Comecei então a estudar o funcionamento do circuito de deteção da porta de carregamento, PP (Proximity Pilot) e CP (Control Pilot).
Com os parâmetros disponíveis por diagnóstico no OBC, percebi que existia uma condição elétrica que não correspondia ao estado real da ficha, o circuito PP estava em “Fault”.

Começei a simular fisicamente as diferentes condições com o cabo ligado e em aberto.
Com recurso a uma simples resistência 2.7k simulei nos respetivos pinos diferentes estados da ficha/cabo de carregamento e fui acompanhando, em tempo real, aquilo que o OBC interpretava.

O circuito PP é monitorizado através de uma tensão de referência em pull-up e foi aí que percebi que teria de existir uma resistência de codif**ação/deteção algures no cabo ou na traseira da ficha de carregamento.
Ou seja, o OBC mantém a linha polarizada e determina o estado do circuito através da tensão resultante da diferença presente na linha - na prática, permite perceber o que acontece quando o cabo de carregamento é ligado ao carro. 😀
Foi então que comecei a seguir a instalação elétrica.
Desmontei a frente do veículo, retirei o conjunto da porta de carregamento e a respetiva cablagem de alta tensão e comecei a verif**ar até que encontrei uma pequena ficha, enrolada em fita cola ( é assim de origem ), que estava partida e não tinha a tal dita resistência de pull-up no cabo!!!

Pedi ao cliente a cablagem antiga que tinha sido substituída devido ao acidente, retirei essa resistência e passei-a para a cablagem que estava montada no carro.

Problema RESOLVIDO!!

Portanto, parece fácil mas este trabalho serviu também para reforçar uma regra que considero cada vez mais importante na reparação automóvel:
Cablagens novas ou recentemente substituídas também têm de ser verif**adas.
Não basta confirmar a continuidade de um fio ou olhar para uma ficha e concluir que está boa. Um terminal recuado, deformado ou com pressão de contacto insuficiente pode apresentar continuidade quando é medido e, ainda assim, falhar quando a ficha está montada!

Neste caso, antes de substituir um OBC, foi preciso perceber como o circuito funcionava e o que o OBC estava realmente a medir.

Mais um salvo 😀

Mercedes-Benz E300de W213 2019 | 13,5 >> 15,6 kWh | UPGRADE HVNem todas as reparações têm de terminar com o carro exatam...
28/09/2026

Mercedes-Benz E300de W213 2019 | 13,5 >> 15,6 kWh | UPGRADE HV

Nem todas as reparações têm de terminar com o carro exatamente como saiu de fábrica!
Recebi esta unidade com um problema interno na bateria de alta tensão. De acordo com o cliente, e como já tinha debaixo de olho a possibilidade de fazer este upgrade, avancei com o estudo.

Passei dos 13,5 kWh brutos originais para 15,6 kWh brutos.
São mais 2,1 kWh de capacidade, o que representa um aumento de aproximadamente 15,6%.
Na prática, mantendo condições semelhantes de utilização, esta capacidade extra deverá traduzir-se também numa melhoria próxima dos 15% na autonomia em modo 100% elétrico.

Depois de alguns dias a estudar a arquitetura do sistema de alta tensão, compatibilidade entre versões, BMS e software adequado à nova capacidade das células, lá consegui chegar ao resultado que ambicionava!
No primeiro teste consegui percorrer 56 km com uma única carga. Ainda assim, notei que o consumo energético desta carrinha é relativamente alto para o carro que é, foi difícil baixar dos 17 kWh/100 km.
Com alguma habituação à condução elétrica acredito que ainda seja possível melhorar este resultado.

É precisamente neste tipo de trabalho que tenho vindo a desenvolver: reparar, estudar e, quando tecnicamente é possível, melhorar. 😀

Jaguar XE X760 2.0D 180cv — 2017Deixo aqui mais um quebra-cabeças num Jaguar. 😀Recebo esta viatura com uma ECU de airbag...
23/09/2026

Jaguar XE X760 2.0D 180cv — 2017

Deixo aqui mais um quebra-cabeças num Jaguar. 😀

Recebo esta viatura com uma ECU de airbag usada instalada e a unidade original no chão do lado do passageiro.

Segundo me foi contado, o carro circulava normalmente até que, num determinado momento, parou e nunca mais pegou.

A viatura foi enviada para uma oficina, onde detetaram ausência de comunicação com a unidade SRS. Após o diagnóstico, recorreram ao mercado de material usado e decidiram instalar outra unidade.

Como estavam limitados na adaptação da unidade, recorreram aos meus serviços.

A unidade SRS usada tinha vindo de um chassis diferente e ainda por cima tinha crash ativo. Ou seja, foi pior a emenda que o soneto!

Arrisquei uma tentativa de colocar essa unidade virgem e, de seguida, através do SDD/Topix online, efetuei a programação. O processo era concluído com sucesso, mas o desbloqueio/ativação da unidade não era possível devido a um erro final de alinhamento entre módulos.

E aqui começa outra parte engraçada: cada hora de acesso aos servidores JLR custa cerca de 78€ + IVA. Quer consigamos resolver o problema, quer não, passados 60 minutos a sessão termina!

Fui pegando neste serviço aos poucos porque rapidamente percebi que não era pera doce.

Expliquei toda a situação ao cliente e sugeri encomendar uma unidade SRS nova, para que a instalação e programação fossem feitas cá, uma vez que disponho dos acessos online da marca.

Mais 650€ + IVA...

Recebo a unidade nova, faço nova tentativa e... novamente sem sucesso.

É frustrante este tipo de situação. Quando precisamos de suporte da JLR, temos de abrir um ticket, aguardar o tempo necessário e nem sempre conseguimos uma resposta que permita resolver o problema.

Atualmente, qualquer oficina que esteja minimamente envolvida neste tipo de trabalho sabe bem aquilo por que se passa.

Sem querer deixar o caso por resolver, decidi voltar ao princípio.

Peguei na unidade SRS ORIGINAL e instalei-a novamente no carro para perceber o que realmente se estava a passar.

Resultado: o carro continuava sem pegar, não existia comunicação com o SRS e havia inúmeras avarias na rede CAN.

Abri então a unidade original e, com um simples multímetro, comecei a analisar o circuito.

Problema encontrado: um simples díodo SMD em curto-circuito.

E pronto... dito assim, parece uma avaria de cinco minutos. E realmente a reparação até pode ser rápida.

O problema é chegar lá! 😀😀

Este caso serve precisamente para mostrar que existem avarias cuja resolução não é imediata e em que o tempo necessário para chegar à causa do problema é uma verdadeira incógnita.

Foram feitas tentativas de programação, testada uma unidade usada, comprada uma unidade nova e utilizados os acessos oficiais da marca. No final, a solução estava na reparação eletrónica da unidade original.

Acredito que até alguns concessionários possam f**ar limitados perante situações deste género. Se não tivesse decidido abrir e reparar o módulo original, provavelmente este Jaguar ainda hoje estaria à espera de uma solução.

E f**a a pergunta:

No final, f**a mais em conta reparar cá fora ou substituir peças até encontrar a solução?

VW ID3 1ST 62kWh 2021Este ID3 apresentava problema de fuga de isolamento. Primeiro passo passou por medir todos os compo...
21/09/2026

VW ID3 1ST 62kWh 2021

Este ID3 apresentava problema de fuga de isolamento.

Primeiro passo passou por medir todos os componentes de alta tensão após a saída dos contactores da bateria de alta tensão.
Depois de todos os te**es efetuados com sucesso verifiquei que alguma coisa se passava dentro da bateria de alta tensão.
Fiz a remoção da bateria do carro e respetiva abertura e facilmente foi detetado apenas um módulo com fuga para o chassis da carcaça da bateria.
Esse módulo foi substituído, balanceado e testado e a reparação foi dada como concluída com sucesso.
De referir que já é uma viatura com alguns KMs percorridos e com um estado atual de capacidade da bateria de alta tensão de 84% para 180.000km.

Porsche Cayenne S 3.0T E-Hybrid 462ps 2020🔋 Conversão da bateria auxiliar de 12 V - Lítio (Li-ion) para AGMCada vez mais...
17/09/2026

Porsche Cayenne S 3.0T E-Hybrid 462ps 2020

🔋 Conversão da bateria auxiliar de 12 V - Lítio (Li-ion) para AGM

Cada vez mais veículos modernos utilizam baterias de lítio no sistema auxiliar de 12V. Apesar das suas vantagens, estas baterias são bastante sensíveis a descargas profundas.
Quando a viatura permanece vários dias ou semanas parada, o consumo em repouso pode fazer baixar demasiado o seu nível de carga.
Se a tensão atingir valores críticos, a próprio BMS da bateria auxiliar pode abrir os contactores e a mesma deixa de colocar energia nos seus terminais.
Nestes casos, uma simples carga exterior pode já não ser suficiente para recuperação, sendo que será necessário abrir a bateria, reprogramar a BMS e efetuar a recuperação e carregamento individual das células.

Neste SUV efectuei a conversão do sistema de bateria auxiliar de 12 V Li-ion para uma bateria AGM, incluindo a adaptação necessária para que o veículo passe a trabalhar corretamente com a nova tecnologia. BCM foi codif**ada para a nova bateria de 95Ah AGM.

Esta solução é interessante para viaturas que passam longos períodos sem utilização, reduzindo o risco de imobilização provocado por uma descarga excessiva da bateria de 12V.

A quem interessar saber a bateria genuína em concessionário oficial ultrapassa os 2000€.

Custo do serviço cá: 635€ + iva

No final fui questionado pelo cliente se era possível otimizar a potência ao qual eu disse que sim!

Calibrei o motor:
• 1.7bar @ 6000rpm Boost
• 0.80 Lambda
• 9° BTDC @ 6000rpm Spark
• -1.8 BTDC Timing pull

Ficou uma bela máquina 😀

BMW F45 225xe 2017 PHEV 7.6 >> 10kWhApresento mais uma conversão efetuada neste série 2 25xe na bateria de alta tensão. ...
11/09/2026

BMW F45 225xe 2017 PHEV 7.6 >> 10kWh

Apresento mais uma conversão efetuada neste série 2 25xe na bateria de alta tensão.
A conversão passa por substituir os 5 módulos com recurso a módulos de 34Ah, respetiva cablagem e SME/programação.
Com este upgrade a autonomia real será entre os 40 e os 50km em modo 100% elétrico.
O tempo necessário para toda esta operação é de 2 dias com marcação prévia.

Mercedes-Benz GLE350de 2021 PHEV 31.2kWhViatura imobilizada já algum tempo por não existir uma solução mais económica se...
07/09/2026

Mercedes-Benz GLE350de 2021 PHEV 31.2kWh

Viatura imobilizada já algum tempo por não existir uma solução mais económica senão a substituição total de toda a sua bateria, segundo informação do próprio concessionário oficial da marca. PVP de 11.193,56€ e sem disponibilidade para entrega.

Fui contactado para tentar ajudar nesta situação ao qual dediquei o meu melhor em busca de uma solução.

Esta bateria é composta por células de 86Ah em configuração 100S2P de arquitetura de 400V.
Após um Scan detetei falha numa única célula fazendo com que estivesse com uma tensão demasiado baixa 1.05V.
Ainda tentei a recuperação mas tinha a perfeita noção que não ia ter qualquer sucesso ao qual após uma descarga a 10Ah a mesma já apresentava um DeltaV superior a 500mV.

Com recurso a material em stock fiz a substituição dos 2 blocos de 15.6kWh para não existir qualquer desequilíbrio/desgaste entre módulos.
Parece simples mas após essa troca o erro de célula defeituosa continuava e não havia qualquer maneira seja por atualização de software ou Hard Reset eliminar esse DTC.
Portanto...a BMS teve de ser aberta e todos os setores tiveram de ser novamente reprogramados no qual resolveu essa anomalia e permitiu a nova reativação dos contactores e colocar a viatura novamente em funcionamento.

Os ~80km foram restabelecidos e a viatura foi entregue ao cliente tal como era antes deste problema 😀

Endereço

Zona Industrial Taboeira, Lote 30, Fração C
Aveiro
3800-429

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

Telefone

+351917875401

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