Automóvel Clube Sarandi

Automóvel Clube Sarandi Automóvel Clube Sarandi é um clube da Federação Brasileira de Veículos Antigos

A Gurgel nasceu em 1969 pelas mãos do engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel com uma proposta ousada para a ép...
22/05/2026

A Gurgel nasceu em 1969 pelas mãos do engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel com uma proposta ousada para a época: criar veículos genuinamente brasileiros, desenvolvidos no país e menos dependentes das grandes montadoras estrangeiras. A marca rapidamente ficou conhecida pelos modelos resistentes, com carroceria de fibra de vidro e foco no uso em estradas ruins, fazendas e trilhas.
Entre os modelos mais famosos estavam o X12, X15, Carajás, BR-800 e Supermini. A empresa também surpreendeu ao apresentar o Itaipu, um protótipo de carro elétrico lançado ainda nos anos 1970, muito antes da popularização desse tipo de veículo no mundo.
O projeto mais ambicioso da marca foi o BR-800, lançado no fim dos anos 1980 como uma tentativa de criar um carro popular nacional com motor desenvolvido pela própria fabricante. Apesar da originalidade e da forte identidade brasileira, a empresa enfrentou dificuldades financeiras após a abertura do mercado para veículos importados nos anos 1990.
Em 1994, a Gurgel encerrou oficialmente suas atividades, deixando para trás um dos capítulos mais marcantes da indústria automotiva nacional. Hoje, os veículos da marca são considerados raridades e continuam despertando nostalgia entre apaixonados por carros antigos no Brasil.

21/05/2026

De carona com o Automovel Clube

21/05/2026

De Carona com o Automovel Clube

Na noite desta sexta-feira ,dia 15 de maio,o Automóvel Clube Sarandi reuniu seus associados e familiares,Família Zancane...
16/05/2026

Na noite desta sexta-feira ,dia 15 de maio,o Automóvel Clube Sarandi reuniu seus associados e familiares,Família Zancanella,bem como autoridades religiosas, civis e militares para a cerimônia de descerramento da placa e a nova fachada da sede,que a partir de agora passa a se chamar "Sede Giovanni Zancanella",uma justa homenagem ao nosso sócio fundador e Presidente Giovanni,falecido em dezembro.
Após os atos formais,houve uma grande confraternização entre os convidados.
O Automóvel Clube Sarandi agradece a todos pelas presença,pelas palavras de carinho dos presentes e pelas redes sociais.

07/05/2026

Programa De Carona com o Automóvel Clube Sarandi.

1964. Interior de São Paulo.Um fazendeiro italiano chamado Rino Malzoni decidiu que o Brasil merecia seu próprio superes...
25/04/2026

1964. Interior de São Paulo.
Um fazendeiro italiano chamado Rino Malzoni decidiu que o Brasil merecia seu próprio superesportivo.

Nascia o GT Malzoni:

Fibra de vidro
720 kg
Seis vitórias seguidas nas pistas.

O carro era tão bom que a Vemag virou parceira oficial.

Dois anos depois, no Salão do Automóvel, surgia o primeiro Puma GT.

Sucesso imediato.

Em 1969, a revista Quatro Rodas pediu três unidades exclusivas para sortear entre os leitores - até hoje a série mais rara produzida por uma fábrica brasileira.

Mas aí veio a primeira reviravolta.

1967: a Volkswagen compra a Vemag.

E corta o fornecimento de peças para a Puma.

Fim de linha? Ainda não.

A Puma fez o impensável:
Adaptou toda sua mecânica para peças da própria Volkswagen.

Nascia o Puma 1500.

E virou fenômeno.

Em 1970 começaram a exportar para Europa e EUA.

Em 1979 bateram o auge: mais de 3.600 carros produzidos em um único ano.

Mas o verdadeiro golpe não veio da Volkswagen.

Veio do petróleo.

1973.
A Crise do Petróleo derruba o Brasil.

A Puma tinha um projeto revolucionário pronto:
Um carro urbano, compacto, perfeito para a nova era.

Só precisava de uma nova fábrica.

Só precisava de financiamento do governo.

E aí a história vira tragédia empresarial.

O governo federal não negou o empréstimo.

Não aprovou.

Só engavetou.

Silêncio absoluto.

Tentaram o Banco do Brasil.\

Mesma coisa.

Enquanto isso, em 1976, o governo inaugurava a fábrica da Fiat no país com total apoio estatal.

A Puma?

Continuava limitada pela sua produção artesanal de fibra de vidro - apenas 500 carros por mês.

Zero chance de escalar.

Em 1985, a maior fabricante de esportivos do Brasil decretava falência.

Uma marca que exportou para o mundo.

Que marcou uma geração.

E que desapareceu não por incompetência, nem por produto ruim - mas porque seu futuro ficou preso na gaveta de algum burocrata em Brasília.

A lição é brutal:

Você pode ter o melhor produto.

Pode dominar seu mercado.

Mas se não conseguir escalar na hora certa…

Quem tem estrutura industrial - e incentivos - engole você.

🛑 Justiça libera avanço de concessão para transformar estádio abandonado em Cidreira em autódromo no RSA Justiça autoriz...
24/04/2026

🛑 Justiça libera avanço de concessão para transformar estádio abandonado em Cidreira em autódromo no RS
A Justiça autorizou que um estádio no Litoral Norte do Rio Grande do Sul avance no processo de concessão para a iniciativa privada, com possibilidade de transformação em um autódromo de pista oval. O local, conhecido como Sessinzão, está interditado desde 2010 por problemas estruturais e segue sem uso há quase duas décadas.

A decisão permite que a prefeitura dê andamento ao projeto, mas o Ministério Público ainda terá prazo para analisar laudos técnicos e verificar se há exigências adicionais para garantir a segurança antes da liberação definitiva do espaço.

A proposta prevê a concessão do estádio por até 30 anos, com possibilidade de renovação. A intenção é recuperar a área e permitir a realização de eventos, impulsionando o turismo e a economia local.

Mesmo com interesse já manifestado por entidade ligada ao automobilismo, o processo será aberto, permitindo que qualquer empresa participe. Um estudo preliminar aponta que o investimento necessário para viabilizar o projeto gira em torno de R$ 50 milhões.

Caso a concessão seja confirmada, o espaço poderá receber competições automobilísticas e até provas nacionais, além da possibilidade de instalação de uma pista de kart no interior do estádio.

Inaugurado em 1996, o local chegou a receber jogos importantes e foi palco de abertura de campeonato estadual. No entanto, após um período de baixa utilização e falta de interesse para eventos, acabou abandonado e alvo de depredações ao longo dos anos.

Essas duas fotografias são do mesmo dia, início da década 1980 quando um comboio saiu de Horizontina com colheitadeiras ...
22/04/2026

Essas duas fotografias são do mesmo dia, início da década 1980 quando um comboio saiu de Horizontina com colheitadeiras SLC rumo ao Centro Oeste!

https://www.facebook.com/arandunoticias
Informações do Grupo Caçadores de Notícias

No fim dos anos 70, muita gente evitava ter um Dodge, principalmente por causa da forte desvalorização e do alto consumo...
15/04/2026

No fim dos anos 70, muita gente evitava ter um Dodge, principalmente por causa da forte desvalorização e do alto consumo de combustível. Com a crise do petróleo e a disparada nos preços, manter esses carros grandes e potentes ficou cada vez mais caro.
Para tentar contornar a situação, alguns proprietários recorreram a adaptações para o uso de álcool, que na época surgia como alternativa mais barata no Brasil. As conversões eram feitas de forma artesanal e nem sempre garantiam bom desempenho ou confiabilidade.
Mesmo assim, era uma tentativa de manter os carros rodando sem pesar tanto no bolso. Ainda assim, muitos modelos acabaram sendo vendidos a preços baixos ou simplesmente deixados de lado, marcando uma fase difícil para os Dodge no país.

Endereço

Porto Alegre, RS

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