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Projeto de lei cria subdivisões na CNH de motociclistas.CNH: Aprovado em comissão na Câmara dos Deputados, texto classif...
17/04/2017

Projeto de lei cria subdivisões na CNH de motociclistas.

CNH: Aprovado em comissão na Câmara dos Deputados, texto classif**a categoria “A” de acordo com a cilindrada da moto. Especialistas defendem mudanças, mas discordam do projeto.

O processo para obter a carta de moto pode mudar. A Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados aprovou no início desta semana o projeto de lei 3245/15, de autoria do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF), que cria subdivisões na carteira de habilitação na categoria “A” de acordo com a capacidade cúbica das motos. O projeto também exige período mínimo de habilitação para que o motociclista possa subir de categoria.

Motociclistas habilitados ou em processo de habilitação não seriam afetados pela lei, segundo o parecer do relator, o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), aprovado pela Comissão de Viação e Transporte (CVT). Antes de entrar em vigor, o projeto de lei ainda precisa ser analisado e aprovado em outras duas comissões da Câmara (Constituição e Justiça e da Cidadania) e seguiria para apreciação do Senado.

Categorias

O texto original do projeto de lei propunha dividir a categoria A em três subcategorias: A1, para motos de até 300 cilindradas; A2, para motos de até 700 cilindradas; e A3, para todas as motos, independentemente da cilindrada. Entretanto, o relator da Comissão alterou as divisões propostas.

Segundo o texto substitutivo, a subcategoria A1 incluiria somente a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC); já a subcategoria A2 habilitaria o condutor a pilotar motos de até 300cc (trezentos centímetros cúbicos); e a subcategoria A3, veículos com motor até 700cc. Da forma como foi aprovado, o texto deixa de fora as motos acima dessa capacidade.

O projeto de lei ainda cria requisitos para as subcategorias A2 e A3. Para subir de categoria o condutor deveria estar habilitado há, no mínimo, um ano na divisão anterior e não ter cometido infração gravíssima, ou ser reincidente em infrações graves, durante os últimos 12 meses.

Além do tempo mínimo em cada categoria, o motociclista teria de se submeter aos cursos de direção defensiva e de prática de direção, os mesmos exigidos na formação inicial do condutor.
Outra novidade é que a formação de motociclista deverá incluir, além de curso de direção defensiva e de conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados com o trânsito, curso de direção em circuito fechado específico, preliminar à prática em via pública. O texto também prevê que haja aulas em vias públicas e exames com patamar de dificuldade crescente para os candidatos à categoria A.

Exagerado

Procurada, a Abraciclo, associação brasileira que reúne os fabricantes de motocicletas, afirmou que ainda não tem um posicionamento. Por meio de sua assessoria de imprensa, a associação informou que “apoia prioritariamente iniciativas e mudanças que busquem a maior segurança dos motociclistas. Com relação especif**amente ao Projeto de Lei 3245/15, que propõe uma possível divisão da Categoria A da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em subcategorias de acordo com as cilindradas das motocicletas, a entidade está neste momento analisando o assunto junto às suas associadas”.

A reportagem procurou a Honda, líder do mercado de duas rodas no Brasil com 72,6% de share, que comercializa motos de 110cc até 1.800 cc, e também a BMW, que vende motos apenas acima de 700cc e lidera o segmento de motos premium. Ambas não se pronunciaram. Fontes ligadas às fábricas, que preferiram não se identif**ar, afirmam que as medidas podem prejudicar ainda mais o setor, que registrou queda de 26,5% nas vendas em 2016.

Já o vice-presidente do Sindicato das Auto e Moto Escolas no Estado de São Paulo, Magnelsson Carlos de Souza, julga importante um aperfeiçoamento no processo de formação dos motociclistas. “Atualmente, as moto escolas apenas condicionam o candidato. Não preparam para a convivência no trânsito”, afirmou por telefone.

Souza acredita ser importante a subdivisão da categoria “A”, mas sugere apenas duas. “Poderia ser uma A, para motos até 350, 400cc; e outra A1 para motos maiores. A questão é onde dividir”, revela.
O gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), Renato Campestrini, vê exagero no texto original do PL 3245 em estabelecer três categorias e também em exigir que o candidato refaça todo o processo para subir de categoria. Entretanto, defende uma revisão na formação dos motociclistas. “Atualmente, o motociclista se habilita em um local fechado e depois vai direto para a rua”, explica.

Formação deve mudar

Questionado, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou por e-mail que “os Projetos de Lei em tramitação no Congresso Nacional não são analisados pelas Câmaras Temáticas do Contran”. As câmaras temáticas são órgãos técnicos vinculados ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran), integradas por especialistas e têm como objetivo estudar e oferecer sugestões e embasamento técnico sobre assuntos específicos.

O Denatran admite que há uma Câmara Temática de Educação e Habilitação que trabalha na reformulação do processo de formação de condutores. Segundo comunicado enviado por e-mail, os trabalhos em curso “estão na fase de compilação e ajuste das inúmeras propostas recebidas e, como demandará alterações no processo de credenciamentos das instituições que formam os condutores no país, está com prazo estimado de conclusão e submissão ao Contran, para o segundo semestre deste ano”.

Segundo fontes, o foco principal das mudanças está na categoria “A”, mas todas as outras devem ter novidades no processo para obtenção da CNH. Porém, as propostas não envolvem uma diferenciação por cilindrada para a categoria “A”, uma vez que o mercado brasileiro de motos é formado em sua maioria por modelos de baixa cilindrada. De acordo com a Abraciclo, as vendas de motos até 300 cm³ respondeu por 95,73% das vendas em 2015.

Fonte: bestriders.com.br

KTM 390 Duke: conectada, nova moto “espelha” smartphone.Novo modelo da naked austríaca ganhou motor mais potente (44 cv)...
13/04/2017

KTM 390 Duke: conectada, nova moto “espelha” smartphone.

Novo modelo da naked austríaca ganhou motor mais potente (44 cv), suspensão e freios mais eficientes e um “tablet” no lugar do painel de instrumentos. Mas vai demorar para chegar ao Brasil.

Esteticamente, a KTM 390 Duke 2017está muito parecida com sua irmã mais velha, a 1290 Super Duke. Num primeiro momento o que chama a atenção são os novos faróis de LED posicionados verticalmente e a instrumentação com display digital que muda de cor conforme a incidência de luz. Além disso, a pequena naked austríaca adotou acelerador eletrônico (ride-by-wire) e freios ABS de última geração.

A nova 390 Duke traz ainda um diferencial tecnológico que pode atrair o público mais jovem que não vive sem a tal conectividade. Com o ‘KTM my Ride’, o smartphone pode ser “espelhado” no novo painel de instrumentos, que mais parece um tablet. E com comandos extras – adquiridos como opcional e instalado no punho esquerdo – o piloto poderá ter controle total sobre as chamadas recebidas, além de comandar o player de áudio. Assim, o piloto pode gerenciar todas as funções do celular sem ter que tirar as mãos do guidão. O som é propagado por mini autofalantes dos intercomunicadores, que f**am na forração interna do capacete.

Reconfigurado para atender as normas antipoluição europeia, o motor da 390 Duke oferece ainda mais torque e potência. O monocilíndrico, DOHC (duplo comando no cabeçote), de 373,2 cm³ de capacidade gera 44 cavalos. A potência máxima é alcançada a 9.000 rpm. Para se enquadrar ao Euro 4 e reduzir as emissões de poluentes, o escapamento foi alongado, cobrindo parte da roda traseira. Já o tanque de combustível teve um aumento na capacidade, que passou de 11 litros para 13,4 litros.

Houve também mudanças no sistema de freios que foi desenvolvido em parceria com a Brembo. O disco dianteiro é de 320 mm (20 mm maior que a versão anterior) com pinça de fixação radial e está aliado ao ABS – sistema Bosch 9MB de dois canais que pode ser desabilitado. Assim, segundo o fabricante, a frenagem ficou mais eficiente.

A parte dianteira da moto conta ainda com garfo invertido (upside-down) da marca WP de 43 mm de diâmetro e 142 mm de curso. Na traseira, disco simples de 230 mm de diâmetro e monoamortecedor com 150 mm de curso. Ambas as suspensões são reguláveis.

A naked da marca austríaca com com quadro em treliça feito em alumínio

Pesando 149 quilos a seco, toda a parte ciclística da 390 Duke está ancorada em um quadro de treliça (cor laranja e com subquadro pintado de branco), uma assinatura em alumínio da KTM. As belas rodas de liga leve aro 17 polegadas também trazem a cor laranja e são calçadas com pneus de perfil esportivo Metzeler M5.

A nova geração da KTM Duke foi apresentada no Salão de Motos de Milão 2016 (EICMA) e teve o início de comercialização em março na Europa. Segundo comunicado emitido pela assessoria de imprensa Dafra/KTM, “iniciaremos o desenvolvimento da versão brasileira, processo que passa por adaptações técnicas e desenvolvimento de fornecedores. Diante disso, não existe previsão de lançamento no Brasil em curto prazo”. Ou seja, a moto só deve chegar aqui em 2018.

Fonte: bestriders.com.br

Bom dia!!!
12/04/2017

Bom dia!!!

Triumph Street Cup chega ao Brasil com preço de R$ 41.990.Inspirado nas café-racers, modelo tem freios ABS, controle de ...
20/03/2017

Triumph Street Cup chega ao Brasil com preço de R$ 41.990.

Inspirado nas café-racers, modelo tem freios ABS, controle de tração e acelerador eletrônico de série.

A Triumph lançou no Brasil a inédita Street Cup, com preço de R$ 41.990. O modelo tem freios ABS, controle de tração e acelerador eletrônico de série.

A Street Cup utiliza a base da Street Twin, mas ganha um visual mais esportivo, baseado nas café-racers.

O posicionamento para o piloto é mais esportivo, enquanto na Twin o motociclista f**a mais relaxado.
Na dianteira, a moto possui uma clássica cúpula sobre o farol, enquanto o assento é do tipo monoposto. Apesar do estilo clássico, a moto possui ABS, acelerador eletrônico e controle de tração.

O motor rende 55 cavalos de potência máxima a 5.900 rpm.

Fonte: bestriders.com.br

Suzuki SV 650 chega de forma discreta ao Brasil.Quem navega pelo site da J.Toledo/Suzuki encontrará a naked SV 650 à ven...
17/03/2017

Suzuki SV 650 chega de forma discreta ao Brasil.

Quem navega pelo site da J.Toledo/Suzuki encontrará a naked SV 650 à venda por R$ 32.473,00. Equipado com motor de dois cilindros paralelos, o modelo, lançado e 2016 na Europa, é considerado de entrada e não prima pelo desempenho – é a substitua da Gladius.

Pesando 195 kg (a seco) oferece 76 cv de potência máxima e o pico de torque de 6,5 kgf.m chega nos 8.100 giros. A naked traz rodas de liga de 17 polegadas e permite que o piloto mantenha uma postura ereta e confortável. O sistema de freios ABS e o painel totalmente digital são os recursos que a J.Toledo – representante da marca no Brasil – destaca em sua página digital. A moto tem também atrativos visuais e o porte avantajado – típico das motos de alta cilindrada. Resta saber se apenas a exposição no site será o bastante para tornar a recém-chegada naked SV 650A um sucesso em nosso mercado.

Fonte: Bestriders.com.br

Harley-Davidson Street Rod 750 é nova aposta da marca para a cidade.Modelo usa Street 750 como base, mas motor de 2 cili...
10/03/2017

Harley-Davidson Street Rod 750 é nova aposta da marca para a cidade.

Modelo usa Street 750 como base, mas motor de 2 cilindros ficou 20% mais forte.

A Harley-Davidson revelou nesta quinta-feira (9) a inédita Street Rod 750, modelo que expande sua linha de motos de entrada e tem como foco o uso na cidade. Utilizando como base a Street 750, o modelo ganhou visual mais agressivo e alterações no motor.
A linha Street é a mais acessível da marca norte-americana pelo mundo, mas, por enquanto, a empresa ainda não vende estes modelos no Brasil.

De acordo com a empresa, a motor de 2 cilindros ficou 20% mais potente e com 10% a mais de torque. Para se adequar ao motor, a empresa mudou o chassi e adotou roda de 17 polegadas na dianteira e na traseira.

Fonte: g1.globo.com

Dia Internacional da Mulher: elas rodam o mundo em duas rodas.Mulheres desprezam o pessimismo virtual e rodam o mundo em...
08/03/2017

Dia Internacional da Mulher: elas rodam o mundo em duas rodas.

Mulheres desprezam o pessimismo virtual e rodam o mundo em duas rodas
“Viajar com moto pequena é perigoso”, “Esse tipo de moto não serve para esse roteiro”, “Você tem pouca experiência”. Conselhos pessimistas e preconceitos que inundam as redes sociais e os fóruns virtuais. Mas, na semana que comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”, conheça histórias de motociclistas que deixaram tudo isso para trás, assumiram o guidão de seus sonhos e partiram para uma grande aventura de moto.

Sozinha pela Austrália

Vivendo na Austrália há 15 anos, a brasileira Danuzia Pontes já viajou de carro pelo “continente-ilha” diversas vezes. Foi a Port Douglas e Cape York, no extremo norte. Sempre sozinha. Formada em pedagogia e publicidade, a moradora de Sydney também estudou direito na Austrália.

Hoje, aos 37 anos, atua na defensoria pública em prol dos ex-combatentes das Forças Armadas e da comunidade aborígene, além de atender os muitos brasileiros que residem no país.

Há pouco mais de um ano, Danuzia trocou o volante do carro pelo guidão de um scooter. Mas antes fez um “estágio” em duas rodas pedalando por Sydney, porém deixou a bicicleta de lado, “tudo por conta dos ciclistas agressivos da cidade”. Trocou sua magrela por um Honda PCX 150 e hoje só roda de scooter. “Não importa se está sol ou chuva”, afirma.

No começo desse ano, mais confiante, fez sua primeira aventura em duas rodas. Em 27 de janeiro, Danuzia saiu de Sydney as três da madrugada e foi até Muswelbrook, no interior. Apesar da pouca distância, ela levou sete horas para percorrer os cerca de 300 km que separam as duas cidades. Ao longo do trajeto repleto de longas retas, Danuzia encontrou fortes ventos e uma temperatura de 47 graus. De lá partiu para Tamworth, ainda com seu PCX 150, tudo para acompanhar um festival de música country.

Para a brasileira, o fato de ser mulher e estar em um país estrangeiro não foi um problema durante essa primeira viagem em duas rodas. Pelo contrário. “Os motoristas e caminhoneiros que encontrei foram muito legais”, relembra.

Já no mundo virtual, Danuzia encontrou obstáculos, sobretudo em páginas de motociclistas. “Sempre tem alguém dizendo que a moto não é adequada, que eu teria problemas, mas simplesmente ignorei e peguei a estrada” Perguntada sobre os riscos na Austrália, Danuzia responde com bom humor: “aqui é mais fácil ser assaltada por um canguru, caso você esqueça a comida para fora da barraca, do que por humanos”.

De Biz nos Andes

No dia-a-dia, a estudante de engenharia Rebeca Bonel, 22 anos, conta com sua valente Honda Biz 125 para se locomover em Sorocaba (SP). O carinho é tanto que sua motoneta ganhou até o apelido de “Bizoca”. Companheira na rotina e também nas aventuras, a Bizoca levou Rebeca a viajar pelo Brasil – em 2015 ela foi até Florianópolis (SC), rodando mais de 1.500 km.

Como sempre sonhou em viajar para o exterior, Rebeca aproveitou as férias da faculdade e do trabalho e partiu no início deste ano para uma aventura com sua motoneta pela América do Sul. Sozinha, percorreu 8.000 km durante 24 dias, passando pelo Chile e pela Argentina. Muitos f**aram perplexos pelo fato dela sair do Brasil e viajar com aquela “motinha”, mas segundo ela, “eles f**avam admirados com minha coragem e audácia”.

Para ela, o mais difícil foi colocar o pé na estrada. “Fiquei muito ansiosa, achando que nada ia dar certo”. Depois que partiu, sentiu livre-se! No caminho, teve que dormir em locais desconhecidos “longe da civilização” e conviveu com os efeitos da altitude na Cordilheira dos Andes, o que afetava o rendimento da sua Biz 125 2006, ainda carburada. Para Rebeca o fato de ser mulher até ajudou. “Muitos ofereciam ajuda e todos me respeitavam”.

Garupa? Tô fora!

A produtora cultural e atriz Fabricia Moraes, 41 anos, é totalmente contra “garupas”. Moradora de Anapólis (GO), ela só se sente feliz mesmo ao guidão de uma das suas duas motos: atualmente uma custom Honda Shadow 600 e a superesportiva Suzuki GSX-R 750. “Se for para ir de moto, tem que ser pilotando”, afirma.

Viagens não faltam em seu currículo. A paixão por aventuras em duas rodas começou em 2002, quando passou a pilotar motos maiores. Fabricia já rodou por vários estados brasileiros, mas ainda faltam conhecer Maranhão e Pará, onde tem até parentes. Mas falta de tempo. “Além do meu trabalho que consome muito tempo, ainda faço parte de um grupo que cuida de animais abandonados”, revela. Mesmo assim, sempre encontra um espaço na agenda para pegar a estrada de moto.

Seu maior desafio é superar a altura das motos. “Tenho 1,56 m, o que dificulta manobrar as motos muito grandes, mas não me acho melhor e nem pior do que qualquer motociclista”, afirma. Em sua opinião não existe preconceito por ser mulher – “na estrada somos todos iguais” é o seu lema – nas viagens é que você conhece quem são os verdadeiros amigos, afirma.

Volta ao mundo

“Quero ir até o Alasca. De lá, vou cruzar para a Rússia e dar a volta ao mundo”, revela a suboficial, enfermeira e mergulhadora da Marinha Brasileira, Gean Neide Andrade, 49 anos. Experiência não lhe falta, afinal, com sua Honda NC 700X já rodou mais de 60.000 km. Moradora de Natal (RN), Gean já fez muitas viagens solitárias. Foi até o Deserto do Atacama, no Chile, percorrendo 17.000 km em 35 dias de aventura. Mas nem tudo foram flores. “Caí no rípio (espécie de pedregulhos) em um lugar inóspito e frio. Estava quase anoitecendo e contei com meu treinamento militar para levantar a moto e seguir viagem”, relembra.

Obstinada, Gean Neide não tem medo de encarar desafios. A motociclista já completou o Iron Butt (Bunda de Ferro, literalmente), um desafio de uma organização norte-americana que consiste em rodar 1.000 milhas, ou 1.692 km, em menos de 24 horas. “Fiz em 23 horas e 42 minutos”, orgulha-se a suboficial. Embora estejamos em pleno século XXI, muita gente ainda se surpreende quando ela tira o capacete. “Quando veem que sou mulher, percebo os olhares de surpresa”.

Paz em duas rodas

Após sofrer durante dois anos com crise do pânico, a enfermeira Gláucia Buchalla, 55 anos, encontrou nas viagens de moto um alívio. “Me trouxe uma paz que, nada nesse mundo, em toda minha vida, me trouxe. Me curou feridas do percurso”, revela a moradora da pequena cidade de São Pedro, interior de São Paulo.

Aos 50 anos e ainda nova de “Carta”, ela iria viajar na garupa do marido para Argentina e Chile. “Mesmo inexperiente, ele confiou em mim e comprei uma moto para ir pilotando”, relembra. Em sua estreia nas viagens, Glaucia rodou mais de 8.000 km com uma Honda CB 300R e não parou mais.

Com mais experiência, hoje pilota uma Harley-Davidson Iron 883 e enfrentou uma aventura ainda mais difícil: percorreu 10.500 km no Peru e na Bolívia ao longo de 32 dias de viagem. “Quando preciso, meu marido me ajuda a manobrar minha moto”, apontando sua maior dificuldade com a Harley, que pesa quase 260 kg.

Se na estrada o clima é de companheirismo e admiração, nas redes sociais encontra muitos comentários negativos. Criticando minha moto e minha falta de experiência. “Dizem que são fatores que vão atrasar a viagem”, conta Gláucia, que nem liga. “Tenho o apoio do meu marido e dos meus três filhos para ser feliz na estrada”.

Gláucia já planeja a próxima aventura: Ushuaia, extremo sul do continente americano e distante 5.600 km de São Pedro. Com sua Harley, é claro.

Fonte: bestriders.com.br

Pilotos e motoristas: atenção aos cuidados para com os Ombros.PROTUSÃO DE OMBROQuando os ombros estão “puxados” para fre...
06/03/2017

Pilotos e motoristas: atenção aos cuidados para com os Ombros.

PROTUSÃO DE OMBRO
Quando os ombros estão “puxados” para frente, são ditos protusos. Esta alteração postural geralmente é acompanhada por uma protusão escapular (deslocamento da escápula para frente) levando a uma redução do espaço sub-acromial, a qual aumenta o risco de lesões no ombro durante a prática de ações corriqueiras como levantar e aduzir (fechar) os braços.

Pessoas que passam o dia pilotando, dirigindo ou carregando pesos excessivos estão propensas a desenvolverem uma má postura. O pescoço f**a projetado para frente e os ombros caídos. Além das condições de trabalho, a tensão e a falta de resistência muscular contribuem para uma aparência de cansaço e muita dor.

Vamos fazer um TESTE ai na sua casa mesmo. Basta f**ar de costas para uma parede e encostar a cabeça, os ombros e o glúteo (bu**um). Perceba se seus ombros estão longe da parede. Caso sim, você tem ombros protusos.

MANGUITO ROTADOR

O Manguito rotador é formado por quatro músculos: supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular, seus tendões se unem no úmero (osso do braço) e sua função é simples, rotação e estabilização. Se essa musculatura não estiver forte, a estabilização do ombro f**a comprometida e a articulação mais suscetível a lesões quando submetida a movimentos que exigem muita amplitude, força ou um forte stress.

Manguito rotação interna e externa: Você pode usar um elástico, uma borracha ou ate deitado com um peso leve na mão. A carga tem que ser baixa, para realização de 15 a 20 repetições. Sempre com o cotovelo encostado no tronco fazendo um ângulo de 90º.

Manguito rotação interna: como na imagem abaixo, você irá fazer uma rotação do ombro para dentro, trazendo a mão para próximo do corpo, sem desapoiar o cotovelo.

Manguito rotação externa: como na imagem abaixo, você irá fazer uma rotação do ombro, levando sua mão para fora do corpo, mais uma vez não deve desapoiar o cotovelo do tronco.

Antes de pilotar ou dirigir, sempre faça a ativação de manguito que consiste na prática de exercícios simples, porém muito eficientes para prevenção e tratamento de lesões no ombro.

Meus Jovens procurem sempre um profissional qualif**ado!

Bom Passeio!

Sobre o autor
Prof. Jackson Destro - Treinador Pessoal de Educação Física
Trabalhou como Professor de Musculação nas empresas: Academia Runner Jundiaí, Academia Nines Gym, Academia Performance, Academia Republica Fitness, Academia Villass Gym e Academia CGE.

Formação
* Educação Física – Universidade Padre Anchieta
* Pós Graduação em Medicina Esportiva e Atividade Física – Universidade Estácio de Sá. (cursando)

Cursos
*Treinamento de Musculação – Emagrecimento – (Runner Butantã) (Concluído em 2015)
*Treinamento de Musculação – Biomecânica – (Runner Butantã) (Concluído em 2015)
*Treinamento de Musculação – Funcional – (Runner Butantã) (Concluído em 2015)
*Treinamento de Força Funcional Aplicada a Terceira Idade – (Congresso Paulista de Educação Física) (Concluído em 2009)
*Obesidade e Atividade Física – (Congresso Paulista de Educação Física) (Concluído em 2008)
*Exercício Abdominal – Estratégia e Resultado – (Congresso Paulista de Educação Física) (Concluído em 2008)

Fonte: bestriders.com.br

Honda X-ADV é SUV de duas rodas.Revolucionário, novo scooter tem posição de pilotagem trail e suspensões de longo curso,...
03/03/2017

Honda X-ADV é SUV de duas rodas.

Revolucionário, novo scooter tem posição de pilotagem trail e suspensões de longo curso, mas com a facilidade de pilotagem do câmbio automático de dupla embreagem.

Criado para ser um veículo barato e fácil de pilotar na Europa do pós-Segunda Guerra Mundial, o scooter caiu no gosto dos consumidores europeus e, atualmente, faz sucesso em todo o mundo. De um meio de transporte econômico e prático, evoluiu para os maxi-scooters, que oferecem motores mais potentes e conforto para viajar, e agora virou um SUV. Pelo menos essa é a proposta da Honda ao criar o X-ADV, misto de moto aventureira e scooter urbano, feito para rodar em qualquer tipo de terreno, inclusive em estradas de terra.

Apresentado no Salão de Milão 2016, o X-ADV oferece postura ereta como nas motos trails, ciclística robusta com suspensões de longo curso e pneus de uso misto, porém com a facilidade de pilotagem dos scooters. Afinal, seu motor de dois cilindros de 55 cavalos tem câmbio DCT, com dupla embreagem.

O projeto do X-ADV adotou um conceito inovador: unir os atributos de uma moto de aventureira média à praticidade e à facilidade de condução dos scooters. O que surge é o X-ADV, um novo modelo com um estilo e uma imagem de um SUV robusto. O novo scooter da Honda está à vontade no meio do trânsito das cidades, mas com atributos para rodar em qualquer tipo de terreno. Quase um Honda WR-V, porém com duas rodas.

Motor e câmbio

O motor escolhido para esse revolucionário scooter aventureiro foi o bicilíndrico de 745 cm³, SOHC, com refrigeração líquida e alimentado por injeção eletrônica. Consagrado na linha NC 750, o propulsor gera 55 cv de potência máxima (a 6.250 rpm) e 6,9 kgf.m de torque máximo a 6.750 rpm.

Como a ideia era fazer do X-ADV um veículo fácil de pilotar, a Honda adotou o câmbio automatizado de dupla embreagem (DCT), que já equipa outras motos da marca no exterior. O sistema oferece dois modos automáticos e um modo manual, no qual a troca de marchas é feita por meio de botões no punho.

Ciclística robusta

O Honda X-ADV usa um novo quadro em tubos de aço que oferece 21 litros de capacidade sob o banco –comporta um capacete integral e ainda tem uma tomada 12V.

Com 2.245 mm de comprimente e 910 mm de altura, o X-ADV pesa 238 kg em ordem de marcha. Mas o que chama atenção mesmo são os 162 mm de distância livre do solo, que permitem encarar obstáculos. Só para comparar, a aventureira CB 500 X tem 170 mm de altura do solo.

As suspensões de longo curso e com múltiplos ajustes completam o pacote aventureiro – na dianteira, garfo telescópico invertido com 153,5 mm de curso; e na traseira, um monoamortecedor com 150 mm de curso. As rodas raiadas – 17 polegadas na frente e 15’’ atrás – são calçadas com pneus de uso misto.

Para frenagens mais seguras, o X-ADV traz freios a discos – duplo de 296 mm de diâmetro na dianteira equipado com pinças de fixação radial, como nas motos superesportivas; disco simples de 240 mm de diâmetro na trazeira. O scooter conta com o auxílio do sistema ABS de dois canais em ambas rodas.

O scooter traz bolha com cinco regulagens de altura, guidão em alumínio, protetores de mão e painel digital.

Mercado

Lançado primeiramente na Itália, que deverá ser seu principal mercado, o X-ADV está disponível em quatro cores: prata metálico, cinza fosco, grafismo tricolor, como na Africa Twin; e vermelho Victory, que lembra a família CRF de modelos off-road.

Seu preço será 11.490 Euros, cerca de R$ 38.000, na conversão direta. Embora circular em nossas malcuidadas ruas e avenidas seja equivalente a se aventurar em um estrada de terra, ainda não há intenção da Honda trazer seu scooter SUV para o Brasil.

Fonte: bestriders.com.br

Endereço

Potim, SP
12525000

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