Ride or Die Brasil

Ride or Die Brasil Aos aficionados por velocidade!

Uma garagem que resume quase 15 anos de BMW M sem UMA configuração óbvia. E eu começaria pelas cores. 🤌🏼De um lado, o M2...
18/09/2026

Uma garagem que resume quase 15 anos de BMW M sem UMA configuração óbvia. E eu começaria pelas cores. 🤌🏼

De um lado, o M2 Competition F87 num roxo metálico que vai do lilás ao vinho conforme a luz. No meio, o M3 E92 num verde profundo cheio de metalflake. Fechando a fila, o M4 Competition G82 no Ipanema Blue (sim inspiração vinda do catálogo Paint To Sample da Porsche) que ficou absurdo com as BBS prata e todo o carbono na dianteira.

E o melhor é que cada um representa uma fase completamente diferente da BMW M.

O M3 E92 é o mais especial mecanicamente para mim. Foi o único M3 de produção com V8, usando o S65 4.0 aspirado de 420 cv e 40,8 kgfm, capaz de girar a 8.400 rpm. Tração traseira, câmbio manual de 6 marchas ou M DCT de 7 e 0 a 100 km/h em até 4,6 s com DCT. Foi também o último M3 Coupé antes de a BMW separar a carroceria de duas portas e criar o nome M4.

Depois vem o M2 Competition F87, menor, mais curto e com uma sacada excelente da BMW. O seis-em-linha 3.0 biturbo S55 veio da família M3/M4 e aqui entrega 410 cv e 56,1 kgfm, sempre nas rodas traseiras. Com o DCT de 7 marchas faz 0 a 100 em 4,2 s, enquanto o manual de 6 precisa de 4,4 s.

E aí chegamos ao M4 G82 Competition, já na era S58. São 510 cv e 66,3 kgfm no seis-em-linha 3.0 biturbo, com M Steptronic de 8 marchas. Na configuração de tração traseira são 3,9 s de 0 a 100 km/h. Com M xDrive, esse número cai ainda mais. É outro nível de entrega, mas olha a diferença de tamanho quando ele f**a estacionado ao lado do F87 e principalmente do E92.

E gostei muito do acerto dos três. Altura baixa, rodas claras, carbono bem aplicado e cores completamente diferentes entre si. Personalidade PURA!

CuriosiRider 🧠
Existe uma ligação interessante entre eles: o E92 fechou a fase do M3 aspirado com seu V8, enquanto o M2 Competition recebeu justamente o S55 desenvolvido a partir da geração M3 F80/M4 F82. Depois o G82 assumiu com o S58.

Se eu tivesse que eliminar dois, admito que ia demorar pra decidir. Você f**aria com as 8.400 rpm do E92, com o tamanho e o acerto do F87 ou com os 510 cv do G82?

LUCAS BRANDAO
Via Supremacy Cars & Co.

Impossível não sentir vontade de voltar no tempo só pra entrar no carro, girar a chave e sair dirigindo sem nenhuma tela...
18/09/2026

Impossível não sentir vontade de voltar no tempo só pra entrar no carro, girar a chave e sair dirigindo sem nenhuma tela perguntando o que você quer fazer.

Eu gosto muito de olhar esses interiores antigos justamente porque cada carro tinha um jeito próprio de receber quem sentava ao volante. Painéis cheios de ponteiros, madeira de verdade, couro, veludo, tecido xadrez, botões com função única, rádio separado do resto e aquela alavanca de câmbio ali no meio lembrando que dirigir ainda exigia participação.

E nem precisava ser esportivo. Um Golf, um Cadillac, um Jaguar, um Mercedes ou um Porsche podiam ter interiores completamente diferentes entre si. Você entrava e sabia imediatamente onde estava.

Os motores também ajudavam bastante nessa história. Quatro e seis cilindros, V8, V10, V12, mais tarde até W12… aspirados, turbo, câmbio manual, automático com aquela alavanca enorme no console. Cada fabricante tinha sua própria receita e não parecia existir tanta obrigação de fazer tudo do mesmo jeito.

O mais curioso é que tecnologia já existia. Tem até painel digital no Cadillac dessas fotos. Só que ela ainda parecia estar ali para complementar o carro, não para transformar o painel inteiro num tablet com volante.

CuriosiRider: talvez seja justamente por isso que tantos interiores antigos continuam interessantes décadas depois. Envelheceram, claro, mas muitos deles ainda conseguem ser imediatamente reconhecidos sem precisar olhar o emblema no volante.

Eu gosto dos carros atuais e seria injusto ignorar o quanto eles evoluíram. Mas tem coisa daquela época que eu traria de volta amanhã cedo.

Se você pudesse recuperar UMA coisa nos carros modernos, qual seria: câmbio manual, painel de ponteiros, botões físicos, materiais mais diferentes ou aqueles motores grandes que hoje estão desaparecendo? E por quê?

Eu já gostava dessa garagem quando ela era formada pela M5 E34 e pelo 911 Carrera 4S 996(das últimas fotos)! Aí o propri...
17/09/2026

Eu já gostava dessa garagem quando ela era formada pela M5 E34 e pelo 911 Carrera 4S 996(das últimas fotos)! Aí o proprietário resolveu atualizar o elenco… e sinceramente, ficou MUITO bom. 🤌🏼

A E34 continuou por lá, mas agora divide espaço com uma BMW M5 Competition F90 LCI e um Porsche 911 GT3 992.1.

O GT3, aparentemente em Shark Blue, entrega a versão logo de cara pelo capô em CFRP com dutos, asa swan-neck e todo o pacote aerodinâmico. Atrás está o 4.0 flat-six aspirado de 510 cv e 47,9 kgfm, capaz de fazer 0 a 100 km/h em 3,4 s com PDK.

Já o M5 Competition joga outra receita na garagem. V8 4.4 biturbo, 625 cv e 76,5 kgfm, câmbio de 8 marchas e M xDrive. São 3,3 s no 0 a 100 km/h num sedã que ainda leva quatro pessoas confortavelmente. Absurdo senhores e senhoras!! 🏁

E eu gostei principalmente de uma coisa: a E34 ficou. Dá para colocar duas gerações de M5 lado a lado e enxergar três décadas de evolução da BMW M sem precisar abrir livro nenhum.

CuriosiRider: o 992 GT3 foi o primeiro 911 de rua com suspensão dianteira double-wishbone, solução derivada dos carros de competição da Porsche.

Se essas três chaves estivessem na sua frente num domingo cedo, qual delas você pegaria e para onde iria?

Fotos por Garca.

Todo mundo pensou que trocar o V10 do Huracán por um V8 biturbo híbrido era arriscado… E não viria coisa boa, mas aí a L...
17/09/2026

Todo mundo pensou que trocar o V10 do Huracán por um V8 biturbo híbrido era arriscado… E não viria coisa boa, mas aí a Lamborghini surpreende todos (mais uma vez).

Mas aí vemos uma configuração que ficou muito acertada. O Blu Uranus, aparentemente no acabamento metálico, muda bastante conforme a luz e chega quase naquele azul turquesa das fotos. Com teto escuro, carbono aparente, rodas pretas e esse interior mais fechado, pra mim é uma das cores que melhor deixa aparecer os vincos novos da carroceria.

O Temerario entrou no lugar do Huracán mudando praticamente tudo. O novo V8 4.0 biturbo entrega 800 cv sozinho e trabalha com três motores elétricos para chegar a 920 cv e 81,6 kgfm no conjunto. Temos câmbio DCT de 8 marchas, tração integral, 0 a 100 km/h em 2,7 s e 343 km/h de máxima.

E tem um detalhe que eu gosto bastante nesse projeto. Mesmo com turbo e eletrif**ação, a Lamborghini não tentou simplesmente substituir o caráter do antigo V10 com potência. O V8 entrega seus 800 cv entre 9.000 e 9.750 rpm, enquanto a aerodinâmica ficou 103% mais eficiente que a do Huracán EVO. É outra receita, mas claramente não foi feita no automático...

CuriosiRider 🧠
Existe um motor elétrico instalado justamente entre o V8 e o câmbio. Além de ajudar desde baixa rotação, ele continua atuando durante as trocas para preencher qualquer queda de torque. Pequeno detalhe técnico que ajuda a explicar por que a Lamborghini conseguiu fazer um V8 biturbo híbrido subir giro de um jeito, digamos que assustador.

Agora eu quero saber de vocês: o Temerario já conseguiu fazer você aceitar a aposentadoria do V10 ou, mesmo com 920 cv e 10.000 rpm ainda falta alguma coisa que o Huracán entregava?

Fotos por Cars By Stefano

BMW M4 (F82) com aquele adesivo “não tão original” que entrega o carro ter passado por pequenos “ajustes” técnicos. 😏🏁Qu...
16/09/2026

BMW M4 (F82) com aquele adesivo “não tão original” que entrega o carro ter passado por pequenos “ajustes” técnicos. 😏🏁

Que configuração show nessa F82 em, ou acham que daria pra fazer algo diferente ?

Fotos por joaovitor10pm
Via 𝘾𝙖𝙧𝙧𝙤𝙨 𝙀𝙭𝙤́𝙩𝙞𝙘𝙤𝙨 𝘽𝙧𝙖𝙨𝙞𝙡 🇧🇷 𝙚𝙗

Tem um detalhe nesse Type R que eu gosto bastante e que muita gente acaba deixando passar… Que é a suspensão dianteira D...
15/09/2026

Tem um detalhe nesse Type R que eu gosto bastante e que muita gente acaba deixando passar… Que é a suspensão dianteira Dual-Axis Strut, a mesma utilizada no novo Prelude! 🫡

A Honda separa os eixos de direção e do amortecedor para reduzir o torque steer e fazer os pneus dianteiros trabalharem melhor quando o carro está realmente sendo exigido. Junto disso entra o Adaptive Damper System, ajustando eletronicamente a carga dos quatro amortecedores conforme o modo de condução. Inclusive, a Honda gostou tanto dessa arquitetura que levou a mesma base para o novo Prelude.

E aí entra essa unidade. Racing Blue Pearl, rodas 19” pretas, Brembo vermelhas e aquele interior vermelho que, pra mim, continua sendo uma das combinações mais legais do FL5. É chamativo na medida certa e combina demais com a proposta do carro.

Debaixo do capô está o 2.0 VTEC Turbo de 297 cv e 42,8 kgfm, sempre com câmbio manual de 6 marchas, Rev-Match, diferencial autoblocante e tração dianteira. Faz 0 a 100 km/h em cerca de 5,4 s e chega aos 275 km/h.

E é justamente isso que eu acho mais interessante no Type R. Não é só colocar quase 300 cv na frente e torcer para dar certo. Tem bastante engenharia envolvida para o carro conseguir colocar essa força no chão de um jeito realmente acertado.

CuriosiRider: até os Michelin Pilot Sport 4S 265/30 R19 foram desenvolvidos junto da Michelin especif**amente para o FL5.

Agora fiquei curioso: nesse carro você iria de Racing Blue Pearl mesmo ou ainda acha que Type R tem que ser Championship White?
Fotos por Doncarspotter

Quando vi esse Godzilla no Festival Interlagos e fui descobrir que o body kit sozinho pode passar de US$ 50 mil… Mais um...
15/09/2026

Quando vi esse Godzilla no Festival Interlagos e fui descobrir que o body kit sozinho pode passar de US$ 50 mil… Mais uma obra de arte pelo Wataru Kato !

Esse R35 recebeu o LB-Silhouette WORKS GT 35GT-RR, a interpretação mais sem cerimônia da Liberty Walk para o Godzilla. Para-lamas absurdamente largos, capô recortado, para-choques próprios, difusor enorme e aquela aero absurdo! Dependendo da versão e do material escolhido, o kit completo oficial chega a US$ 53.050, antes de pintura, instalação e impostos.

Nessa unidade, preto e dourado cairam MUITO bem. Filetes acompanhando a carroceria, logos LBWK, rodas WORK com miolo dourado e borda polida, carro praticamente assentado no chão e quatro ponteiras azuladas fechando uma configuração que parece ter saído de um evento no Japão direto para São Paulo.

Sem inventar cavalaria que no dia não descobri, mas na especif**ação de fábrica do GT-R a partir de 2017, o VR38DETT 3.8 V6 biturbo entrega 570 cv e 65,0 kgfm, ligado ao GR6 de dupla embreagem com 6 marchas e à tração integral ATTESA E-TS. São cerca de 2,8 s no 0 a 100 km/h e 315 km/h de máxima.

E talvez seja justamente por isso que o R35 virou uma tela tão boa para projetos assim. A Nissan foi evoluindo a mesma base durante quase duas décadas, saindo de 480 cv no lançamento para 570 cv nas versões regulares mais recentes.

CuriosiRider: ao longo da vida do R35, cerca de 48 mil motores foram montados manualmente pelos Takumi da Nissan em Yokohama, com o nome do responsável gravado na plaqueta do VR38. Até no meio de um projeto completamente insano como esse, ainda existe muito trabalho artesanal japonês escondido ali.

Fotos RIDE OR DIE BRASIL

O 720S não usa barras estabilizadoras convencionais. Ao invés disso a McLaren preferiu resolver com hidráulicas… 🤔E aí a...
14/09/2026

O 720S não usa barras estabilizadoras convencionais. Ao invés disso a McLaren preferiu resolver com hidráulicas… 🤔

E aí aparece um desses em Belize Blue, parado na frente de comércio de bairro como se fosse a coisa mais normal do mundo. 😂 A cor fazia parte da paleta Elite da McLaren e nessa iluminação mostra bem por que funciona tanto: azul metálico bem vivo, teto preto, carbono nos espelhos e entradas, rodas diamantadas e aquela traseira praticamente toda aberta deixando mecânica e aero à mostra.

No meio está o V8 4.0 biturbo, com 720 cv e 78,5 kgfm, câmbio SSG de 7 marchas e tração traseira. São 2,9 s de 0 a 100 km/h, 7,8 s até os 200 e 341 km/h de máxima. Tudo isso apoiado no monocoque de carbono Monocage II, com peso seco mínimo de 1.283 kg.

O 720S também foi um carro importante para Woking. Ele inaugurou a segunda geração da Super Series, substituindo o 650S e mudando bastante a linguagem de design da McLaren, inclusive escondendo a alimentação de ar do motor dentro daquela carroceria de “dupla pele” nas portas.

CuriosiRider: o Proactive Chassis Control II conecta hidraulicamente os amortecedores e elimina as barras estabilizadoras tradicionais. O software nasceu de pesquisas feitas com a Universidade de Cambridge, usa sensores extras nas quatro rodas e consegue analisar e reagir às informações em cerca de 2 milissegundos. Coisa de nerd que vira curva rápida.

Agora a parte difícil, num 720S, você iria nesse Belize Blue mais sofisticado ou escolheria uma cor completamente sem vergonha para combinar com os 720 cv?

Fotos por Luiz Henrique LH

1 de 4 no Brasil 🇧🇷. Chamaram o Corvette de “Ferrari americana” por anos! 😱 Aí a Chevrolet colocou 1.079 cv no ZR1 e a z...
13/09/2026

1 de 4 no Brasil 🇧🇷. Chamaram o Corvette de “Ferrari americana” por anos! 😱 Aí a Chevrolet colocou 1.079 cv no ZR1 e a zoeira começou a f**ar meio desconfortável para os italianos. 👀

Esse C8 ZR1 aparenta estar em Sebring Orange Tintcoat e veio com o pacote ZTK, daqueles que não deixam muita dúvida sobre a proposta. Com uma asa gigantesca em carbono, dive planes, splitter, pneus Michelin Pilot Sport Cup 2R e um conjunto aerodinâmico capaz de gerar mais de 544 kg de downforce! 🏁

No meio está o LT7 5.5 V8 biturbo, virabrequim flat-plane, 1.079 cv e 114,5 kgfm, ligado ao DCT de 8 marchas e tração traseira. Faz 0 a 100 km/h em 2,4 s e chega aos 375 km/h. É também o primeiro Corvette de fábrica com motor turbo e o V8 de produção mais potente já feito por uma fabricante americana quando foi apresentado.

E o salto em relação ao antigo C7 ZR1 é gigantesco. Saiu o V8 6.2 supercharged com motor dianteiro e entrou uma arquitetura central com dois turbos, mais de 300 cv adicionais e desempenho que colocou definitivamente o Corvette na conversa dos supercarros mais caros do planeta.

No Brasil a turma também não perdeu tempo. Pelo levantamento de unidades publicamente documentadas, já dá para confirmar pelo menos QUATRO C8 ZR1 por aqui: o primeiro preto, seguido por Competition Yellow, Torch Red e um Sebring Orange. Como todos chegam por importação independente e a Chevrolet não comercializa o ZR1 oficialmente no país, esse número deve ser tratado como mínimo confirmado, não como frota oficial.

CuriosiRider 🧠
Reparou na plaqueta assinada em cima desse V8ão? Cada LT7 é montado à mão no Performance Build Center em Bowling Green e recebe a assinatura do especialista responsável pela montagem daquele motor. A plaquinha das fotos não está ali de enfeite.

Fotos por Eduardo Rafael Deretti

Bom gosto aqui não é simplesmente ter quatro 911 na garagem. Está em escolher quatro que entregam experiências diferente...
12/09/2026

Bom gosto aqui não é simplesmente ter quatro 911 na garagem. Está em escolher quatro que entregam experiências diferentes!

Nessa garagem convivem 911 Carrera S 993, GT3 RS 991.2, Carrera S 992 e GT3 Touring 992. Quatro gerações e quatro interpretações bem diferentes da mesma receita.

O 993 Carrera S entrega o lado clássico da coleção. Flat-six 3.6 aspirado refrigerado a ar, 285 cv e 34,7 kgfm, tração traseira e, no manual, 0 a 100 km/h em cerca de 5,4 s. E olha esse conjunto largo com a carroceria praticamente limpa, ainda mais nessa unidade bordô. 🤌🏼

Do outro lado está o GT3 RS 991.2 preto, provavelmente o mais sem cerimônia da garagem. São 520 cv e 47,9 kgfm no flat-six 4.0 aspirado, PDK de 7 marchas, tração traseira, 0 a 100 em 3,2 s e 312 km/h. Aerofólio “race” de verdade, entradas NACA, bancos no aclamado acabamento pepita e detalhes em verde! Aqui todos nós sabemos a proposta, né!? 🏁

O Carrera S 992 entra como aquele 911 que dá para usar em praticamente qualquer situação (e é exatamente o daily do proprietário). Temos o 3.0 biturbo, 450 cv e 54,0 kgfm, PDK de 8 marchas e até 3,5 s no 0 a 100 km/h com Sport Chrono. Já o GT3 Touring 992 faz quase o caminho inverso do RS. Tira o aerofólio fixo, mantém o 4.0 aspirado de 510 cv e 47,9 kgfm e pode fazer 0 a 100 em 3,4 s com PDK ou 3,9 s manual.

E convenhamos a garagem ficou ainda melhor justamente porque ninguém tentou padronizar tudo. Bordô no 993, preto c/ verde no RS, um Carrera S claro e o Touring verde! Tem carro para estrada, para usar como daily, para guardar e para escolher uma serra num domingo cedo.🤘🏼

CuriosiRider: o Carrera S 993 juntava a carroceria larga do 911 Turbo com o motor aspirado do Carrera e tração apenas traseira. E ainda pertence à última geração do 911 refrigerada a ar. É uma configuração que explica bem por que o 993 ocupa um espaço tão particular entre colecionadores.

Agora quero dificultar, se essa garagem tivesse que cair dos quatro para apenas DOIS 911, quais você manteria e qual sairia primeiro? 🤔

Fotos por anônimo

Endereço

Pinheiros, SP

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