Posto Hollywood

Posto Hollywood Informações sobre o mercado dos combustíveis, estradas, rodovias, política, cidadania e Malacacheta. Entrem, curtam, compartilhem e sejam bem vindos.

Abastecimento e serviços

27/07/2022
14/07/2020

Caros Clientes e amigos, após 50 anos de mercado, viemos informar a todos o encerramento das nossas atividades. Nestes anos todos, tivemos mais do que clientes, todos vocês foram considerados amigos e como se fossem da família. Temos muito a agradecer a Malacacheta e seus cidadãos, crescemos juntos. Seguimos agora com novos projetos e novas perspectivas, mas sem esquecer nossas raízes. A todos, deixamos nosso abraço e o nosso muito obrigado de coração por tantos anos de amizade e parceria.
São tempos difíceis esses que atravessamos, mas com fé em Deus, vai passar. Cuidem-se, cuidem dos seus familiares e se puderem

27/11/2019
Ganhador do sorteio, “Promoção para taxistas e mototaxistas. Abasteça e concorra a R$100,00 em abastecimento.” Parabéns ...
22/10/2019

Ganhador do sorteio, “Promoção para taxistas e mototaxistas. Abasteça e concorra a R$100,00 em abastecimento.” Parabéns Júlio César. Agradecemos a preferência. Em breve, mais promoções. 😉

14/10/2019

Premiada com Nobel, pesquisa com bateria de lítio pode levar a uma sociedade sem combustível fóssil

10/10/2019

Fonte: Estadão Conteúdo*

Entre os muitos benefícios listados para justificar a escolha das pesquisas com as baterias de lítio para receber o Nobel de Química, os organizadores do prêmio destacaram a possibilidade de elas levarem a uma sociedade livre dos combustíveis fósseis. Nesta quarta-feira, 9, os cientistas John Goodenough e M. StanLey Whittingham, e Akira Yoshino, do Japão, receberam a láurea.

Em um mundo ameaçado pelas mudanças climáticas provocadas, em sua maioria, justamente pelo excesso de consumo de fontes fósseis de energia, soluções tecnológicas que possam reduzir essa dependência são vistas como a principal saída para conter o aquecimento do planeta.

A expectativa aqui é incrementar cada vez mais o uso dessas baterias em veículos elétricos – aumentando sua autonomia e reduzindo seu preço – e também melhorá-las e barateá-las a fim de que possam armazenar energias alternativas de fontes hoje intermitentes, como solar e eólica.

Dependentes de quando tem vento e sol para serem produzidas, essas energias ainda hoje precisam ser complementadas dentro do sistema elétrico com outras fontes mais perenes.

Em muitas ocasiões, o pico de produção não bate exatamente com os momentos de pico de consumo e hoje já há perda dessas energias. Seu armazenamento, portanto, é a chave para garantir que elas possam ser usadas depois, reduzindo a necessidade de energia hidrelétrica ou de gás natural e carvão, por exemplo.

Especialistas que trabalham com o tema avaliam que o desenvolvimento das baterias de íons de lítio, que vêm evoluindo ao longo dos anos, são fundamentais, mas para que essa revolução aconteça, talvez sejam necessários ainda novos avanços tecnológicos.

“Para mudar o paradigma para o carro elétrico precisarem ter baterias mais avançadas, como o que vem se buscando com lítio-ar, com uma capacidade energética muito grande, redução do tempo de carga e vida mais longa, de modo que o ciclo de operação se mantenha por mais tempo”, comenta Rubens Maciel Filho, professor da Faculdade de Engenharia Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e diretor do Centro de Inovação em Novas Energias (Cine), que pesquisa justamente esses novos dispositivos.

As baterias de íon de lítio já são usadas em alguns casos para armazenar a energia excedente de fontes solares e eólicas. A Califórnia (EUA) tem feito isso inclusive com baterias já usadas de carros elétricos e pequenas comunidades na Amazônia contam com esse recurso para ter energia à noite. Mas ainda não houve um ganho de escala.

“Ainda precisamos de baterias mais eficientes, com capacidade de carga grande. Basicamente, ainda não houve essa virada porque elas ainda demoram bastante para carregar e o ciclo de operação ainda é baixo. É mais ou menos como as baterias de laptops e celulares, que no começo duram bastante e com o tempo vão diminuindo”, explica o especialista. Para ele, serão necessários outros materiais com densidade energética maior para dar esse salto.

O engenheiro Raul Beck, da comissão técnica de veículos elétricos e híbridos da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE) no Brasil, afirma, porém, que já há estimativas de que por volta de 2030 os carros elétricos respondam por metade da frota. E isso somente com a evolução mais linear dessas mesmas baterias de lítio.

“O caminho da mobilidade vai ser elétrico. De 2010 para cá, os preços dessas baterias caíram cerca de 80%. Custavam US$ 1 mil para cada quilowatt-hora (kWh) e hoje já estão em torno de US$ 180 o quilowatt-hora. Num veículo com autonomia de 300 quilômetros, são necessárias baterias com potencial de 40 a 100 kWh, daí se vê que a bateria é responsável por uma boa parte do seu valor”, afirma Beck. “Mas quando esse preço cair para uns US$ 80, que deve ocorrer nos próximos anos, já vai ocorrer uma equivalência de preço com os carros tradicionais. Aí vai ocorrer esse salto”, prevê.

*Extraída do site Fecombustíveis

17/07/2019

Aprovada MP da Liberdade Econômica, com regras trabalhistas e fim do eSocial

12/07/2019

Fonte: Agência Senado

A comissão mista que analisa a medida provisória (MP) 881/2019 aprovou nesta quinta-feira (11) o relatório do deputado Jeronimo Goergen (PP-RS). O texto estabelece garantias para o livre mercado, prevê imunidade burocrática para startups e extingue o Fundo Soberano do Brasil. O projeto de lei de conversão (aprovado quando uma MP é modificada no Congresso) precisa passar pelos Plenários da Câmara e do Senado antes de ir para a sanção do presidente da República. A comissão mista é presidida pelo senador Dário Berger (MDB-SC).

A medida provisória institui a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica. De acordo com o Poder Executivo, o texto tem como objetivos recuperar a economia, garantir investimentos em educação e tecnologia, possibilitar a desestatização e resolver questões concretas de segurança jurídica.

A MP 881/2019 libera pessoas físicas e empresas para desenvolver negócios considerados de baixo risco. Estados, Distrito Federal e municípios devem definir quais atividades econômicas poderão contar com a dispensa total de atos de liberação como licenças, autorizações, inscrições, registros ou alvarás. De acordo com o texto, essas atividades econômicas poderão ser desenvolvidas em qualquer horário ou dia da semana, desde que respeitem normas de direito de vizinhança, não causem danos ao meio ambiente, não gerem poluição sonora e não perturbem o sossego da população.

De acordo com o texto, a administração pública deve cumprir prazos para responder aos pedidos de autorização feitos pelos cidadãos. Caso o prazo máximo informado no momento da solicitação não seja respeitado, a aprovação do pedido será tácita. Cada órgão definirá individualmente seus prazos, limitados ao que for estabelecido em decreto presidencial. A MP também equipara documentos em meio digital a documentos físicos, tanto para comprovação de direitos quanto para realização de atos públicos.

A MP 881/2019 prevê imunidade burocrática para o desenvolvimento de novos produtos e serviços e para a criação de startups — empresas em estágio inicial que buscam inovação. Poderão ser realizados te**es para grupos privados e restritos, desde que não se coloque em risco a saúde ou a segurança pública. O texto também autoriza que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reduza exigências para permitir a entrada dos pequenos e médios empreendedores no mercado de capitais. A ideia é que empresas brasileiras não precisem abrir seu capital no exterior, onde encontram menos burocracia.

A matéria extingue o Fundo Soberano do Brasil (FSB), criado em 2008 como uma espécie de poupança para tempos de crise. Os recursos hoje depositados no FSB serão direcionados ao Tesouro Nacional. O ex-presidente Michel Temer já havia tentado extinguir o FSB por meio da MP 830/2018, mas o dispositivo foi rejeitado no Parlamento. Em maio de 2018, o patrimônio do fundo somava R$ 27 bilhões.

Fim do eSocial
A MP 881/2019 recebeu 301 emendas. O deputado Jeronimo Goergen acolheu 126 delas, integral ou parcialmente. O relator incluiu um dispositivo para acabar com o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). O sistema tem como objetivo unificar o pagamento de obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Para Goergen, “as empresas estão sendo obrigadas a fazer um enorme investimento” para atender ao eSocial. Mas não são dispensadas de outras obrigações como a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (Sefip) e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O texto prevê ainda a prevalência do contrato sobre o direito empresarial em situações de insegurança jurídica e formas alternativas de solução de conflito em sociedades anônimas. Em outra frente, o relator sugere a criação dos chamados sandboxes — áreas sujeitas a regimes jurídicos diferenciados, como zonas francas não-tributárias definidas por estados e Distrito Federal.

Transportadoras
A MP 881/2019 anistia multas aplicadas a transportadoras que descumpriram a primeira tabela de frete fixada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em 2018. O deputado Jeronimo Goergen prevê ainda a criação do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) para eliminar 13 dos 30 documentos associados às operações de transportes de cargas e de passageiros no Brasil.

O texto prevê autonomia privada nos contratos agrários, atualmente regulados pelo Estatuto da Terra (Lei 4.504, de 1964). Para o relator, “o dirigismo estatal tira das partes a livre manifestação de vontade e cria restrições no uso da propriedade”. Jeronimo Goergen propõe ainda a extinção do livro caixa digital para produtores rurais, o que ele classifica como “uma burocracia desnecessária”. O relator também incluiu no texto medidas para desburocratizar a liberação do financiamento de imóveis.

Legislação trabalhista
A MP 881/2019 altera diversos pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452, de 1943). O texto prevê, por exemplo, que a legislação trabalhista só será aplicada em benefício de empregados que recebam até 30 salários mínimos. A medida provisória também prevê a adoção da carteira de trabalho digital e autoriza o trabalho aos domingos e feriados, sem necessidade de permissão prévia do poder público. Por fim, a matéria acaba com a obrigatoriedade das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas) em situações específicas. O deputado Enio Verri (PT-PR) criticou esses pontos do texto.

— Não creio que o liberalismo econômico seja a saída para as grandes crises que vivemos. O incentivo a micro e pequenas empresas sem dúvida é um avanço. Mas a medida provisória faz uma nova reforma trabalhista. Na verdade, tira-se mais direitos. Eu não entendo como a micro e a pequena empresa vão crescer com uma população desempregada e sem salário. Quem vai comprar da micro e pequena empresa? — questiona Verri.

O relator da matéria disse que é “inteiramente falso” o entendimento de que a liberdade econômica reduz direitos. Para Jeronimo Goergen, a MP 881/2019 não ameaça os trabalhadores.

— O Estado deve abrir caminho para as liberdades econômicas e a iniciativa privada, sem que isso signifique receio à proteção de direitos coletivos, difusos e individuais homogêneos. É, ao contrário, o aumento da proteção às liberdades econômicas, à livre iniciativa. É plenamente possível um jogo de ganha-ganha, em favor tanto das liberdades econômicas como da manutenção do atual nível de proteção. A medida provisória aumenta a proteção às liberdades econômicas às custas do agigantamento do Estado — disse.

A medida provisória perde a validade no dia 10 de setembro, caso não seja votada pelas duas Casas do Congresso até essa data.

24/06/2019

Governador de MG quer atrair montadoras para produção de carros elétricos

24/06/2019

Fonte: Relatório Reservado*

Romeu Zema tem uma missão especial para Cledorvino Belini, presidente da Cemig: atrair montadoras para a produção de carros elétricos em Minas Gerais. Zema está convicto de que Belini – com seus 30 anos de indústria automobilística – é o homem certo no lugar certo.

Principalmente se começar convencendo sua antiga casa, a Fiat – o executivo comandou a empresa na América Latina por uma década.

*Extraído do site Brasil Agro

14/06/2019

Toyota e Hyundai param venda de elétricos na Noruega após explosão de posto

13/06/2019

Fonte: UOL

Uma estação de abastecimento de hidrogênio localizada em Sandvika (Noruega) explodiu no início desta semana. Como consequência prática, Toyota e Hyundai decidiram suspender a venda de seus FCV (veículos elétricos a célula de hidrogênio) no país.

A explosão do local levou ao isolamento no raio de 500 metros, mas ninguém ficou ferido em decorrência o acidente — a estação estava vazia, segundo o site local NRK. Duas pessoas que estavam em carros próximos, porém, foram hospitalizadas devido à onda de choque provocada pela explosão, que fez com que os airbags dos veículos disparassem.

A Nel, empresa que operava a estação de abastecimento da marca Uno-X, fechou seus postos na Noruega e na Dinamarca como medida preventiva e pelo fato de ainda não saber as causas do acidente.

Vendas paralisadas
Em comunicado, o diretor da Toyota na Noruega, Espen Olson, disse que a falta de postos de abastecimento de hidrogênio no país faz não ser prático continuar vendendo o Mirai enquanto o problema não for solucionado.

“Nós paramos a venda (de carros) até que tenhamos entendido o que aconteceu, e por razões práticas, já que não é possível abastecer agora”, afirmou o executivo.

A Hyundai, que é parceira da Toyota no desenvolvimento atual de carros FCV, também decidiu paralisar as entregas de seu crossover elétrico a célula de combustível por ora. UOL Carros observou o Nexo na última semana. A fabricante estuda achar alguma forma de trazer o modelo para te**es no Brasil.

Em acordo com a Uno-X, a Nel planeja ter 20 estações de abastecimento de hidrogênio na Noruega em 2020.

11/06/2019

O Deputado Vinicius Poit despachou no dia 24/5/2019, o Projeto de Lei 2302/201, que permite o funcionamento de bombas de autosserviço no posto de combustíveis, ou seja, operadas pelo próprio consumidor.

10/06/2019

Projeto quer permitir que motorista abasteça o próprio carro na bomba

07/06/2019

Fonte: UOL

O Projeto de Lei 2302/19 permite o funcionamento de bombas de autosserviço –operadas pelo próprio consumidor– nos postos de abastecimento de combustíveis.

Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto revoga a Lei 9.956/00, que hoje proíbe essas bombas.

Autor da proposta, o deputado Vinicius Poit (Novo-SP) diz que permissão de postos com autosserviço é uma das sugestões constantes em estudo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 2018 para aumentar a concorrência no setor de combustíveis e reduzir os preços dos combustíveis.

O parlamentar ressalta que o modelo existe nos Estados Unidos desde a década de 1950 e permite a venda por um preço mais barato, já que reduz o custo trabalhista do empresário.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

31/05/2019

ALUGA-SE BORRACHARIA.

Interessado, entrar em contato no escritório do Posto ou pelo Telefone 3514-1231.

Endereço

Avenida Coronel Pedro Abrantes 150
Malacacheta, MG
39690-000

Telefone

3335141231

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Posto Hollywood posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar