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Fique sempre atento!
17/12/2018

Fique sempre atento!

Dicas e cuidados com seu veículo:
Filtro de ar

Função: Retém partículas provenientes do ar atmosférico que, normalmente, contém poeira e outros resíduos que podem afetar o funcionamento do veículo, impedindo a perfeita entrada de ar frio para o motor.

Cuidados: Caso algum fragmento chegue ao sistema de injeção eletrônica, agirá como uma lixa, desgastando o interior do sistema e prejudicando o seu funcionamento. Caso as pequenas partículas cheguem à câmara de combustão, o estrago será ainda maior, podendo corroer as paredes dos cilindros do motor, prejudicando a lubrif**ação do sistema e podendo fundir o motor. O filtro de ar em mau estado também aumenta o consumo de combustível.

Substituição: Em média, a troca deve ser feita entre 15 a 20 mil km.

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrif**ar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempen...
12/04/2018

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrif**ar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.
Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km). O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.
Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrif**ação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Dicas e cuidados de hoje:Bicos injetores: A manutenção preventiva deve ser a regra, visto que as peças do sistema eletrô...
10/09/2015

Dicas e cuidados de hoje:
Bicos injetores:

A manutenção preventiva deve ser a regra, visto que as peças do sistema eletrônico são bem mais caras que as do sistema carburado. “É importante manter as peças periféricas do sistema sempre em boas condições. Velas e cabos são baratos, mas se estiverem funcionando mal, podem danif**ar peças muito mais caras, como os sensores ou a central eletrônica da injeção.
Injeção eletrônica com problemas é sinônimo de motor engasgando e rendendo pouco. A marcha lenta f**a irregular, o carro parece perder potência e passa a andar mal em baixas velocidades. Podem ser sintomas típicos de injeção pouco eficiente..

É fundamental que o motorista siga com atenção as especif**ações do manual do proprietário. Estão descritas lá, por exemplo, a periodicidade em que os bicos injetores, velas e válvulas devem ser limpos, bem como a durabilidade dos filtros de combustível. A limpeza dos bicos injetores é a medida mais fundamental na manutenção preventiva. Pelo menos a cada 30 mil quilômetros eles devem limpos, o que evita que sujeiras e resíduos do combustível prejudiquem o funcionamento do sistema.
Fique de olho no painel; carros com injeção eletrônica dispõem de uma luz-espia que se acende em caso de pane no sistema. Se acender, leve o automóvel imediatamente para uma oficina. Evite também andar na reserva. A sujeira depositada no fundo do tanque entra no sistema de alimentação e entope filtros e bicos injetores, além de superaquecer a bomba. O oposto também deve ser evitado: encher o tanque “até a boca” pode danif**ar a bomba e as válvulas de injeção. “E nunca é demais recomendar o cuidado com a qualidade do combustível que se põe no tanque. Abasteça apenas em postos de confiança.
A injeção eletrônica é o sistema de alimentação de combustível que aposentou os carburadores – melhorando o desempenho dos motores, diminuindo seu consumo e reduzindo a emissão de gases poluentes. Ela permite um controle mais completo da mistura de ar e combustível que entra no motor. Trabalhando sempre com a mistura adequada, o motor ganha em desempenho e gasta menos gasolina ou álcool. O sistema faz a leitura de diversos sensores espalhados em pontos estratégicos do motor, examina as informações e com base em outros dados gravados em sua memória envia comandos para diversos atuadores. Esse procedimento é efetuado varias vezes por minuto. A injeção eletrônica também dispensa o uso do afogador, hoje uma “peça de museu”.

O “cérebro” de um sistema de injeção eletrônica é a central, na qual f**am gravadas as informações do veículo e os seus parâmetros de fábrica. É a central que realiza os cálculos programados para gerenciar o motor. As informações chegam à central pelos sensores (que medem temperatura, aceleração, rotações do motor e outras variáveis) e são transmitidas para os atuadores (injetores, bomba de combustível, bobinas, ventiladores e outros).

Dicas e cuidados com seu veículo:Filtro de arFunção: Retém partículas provenientes do ar atmosférico que, normalmente, c...
04/09/2015

Dicas e cuidados com seu veículo:
Filtro de ar

Função: Retém partículas provenientes do ar atmosférico que, normalmente, contém poeira e outros resíduos que podem afetar o funcionamento do veículo, impedindo a perfeita entrada de ar frio para o motor.

Cuidados: Caso algum fragmento chegue ao sistema de injeção eletrônica, agirá como uma lixa, desgastando o interior do sistema e prejudicando o seu funcionamento. Caso as pequenas partículas cheguem à câmara de combustão, o estrago será ainda maior, podendo corroer as paredes dos cilindros do motor, prejudicando a lubrif**ação do sistema e podendo fundir o motor. O filtro de ar em mau estado também aumenta o consumo de combustível.

Substituição: Em média, a troca deve ser feita entre 15 a 20 mil km.

Dicas e cuidados com seu veículo:Velas de ignição:A principal função da vela de ignição é conduzir a corrente elétrica g...
03/09/2015

Dicas e cuidados com seu veículo:
Velas de ignição:

A principal função da vela de ignição é conduzir a corrente elétrica gerada no transformador até a câmara de combustão, e transformá-la em centelha elétrica de alta tensão, o que dará início a combustão, ou seja, é item responsável pela correta queima da mistura ar/combustível.
Alguns defeitos comuns nos veículos são ocasionados por falhas de ignição, entre eles pode-se destacar: dificuldade na partida do veículo; alto consumo de combustível; irregularidades no funcionamento; falhas durante retomadas; e aumento dos níveis de emissões de poluentes.

Os manuais de manutenção e garantia de veículos possuem o plano de manutenção com as recomendações das montadoras e o reparador pode seguir o plano recomendado para cada modelo. Em muitos deles há a recomendação para que em veículos utilizados em condições adversas como trânsito intenso, deve-se cortar o plano de manutenção pela metade, ou seja, se a montadora recomenda a troca da vela a cada 20.000 km, a mesma deve ser substituída ao atingir 10.000 km. Isto porque quando o veículo está parado no trânsito o motor está funcionando e sofrendo desgaste, porém não há aumento de quilometragem.

Muitas vezes, quando a falha de ignição está no início, ela não é percebida pelo usuário do veículo. Isto ocorre somente em retomadas de aceleração ou cargas parciais, mas a partir do momento que passa a ser perceptível, é um sinal que está ocorrendo há algum tempo. Estas falhas de ignição são muito danosas ao catalisador do veículo já que o contaminam com combustível não queimado.

A necessidade de troca das velas de ignição pode ser verif**ada pela quilometragem rodada ou com uma inspeção visual dos eletrodos. Uma vela nova possui cantos vivos, que proporcionam um efeito de pontas, aumentando a inibilidade (facilidade em saltar a centelha da vela). Com o desgaste, ocorre um arredondamento destes eletrodos, aumentando sua folga. Isto pode causar o aumento da tensão necessária para que ocorra a centelha, o que danif**ará vários componentes do sistema de ignição como rotor, tampa de distribuidor, cabos de ignição e até mesmo no transformador (bobina de ignição). É recomenda que todas as velas de ignição de um veículo sejam removidas para inspeção a cada 10.000 km.

A falha mais comum decorrente da falta de manutenção é o “flash over”, que ocorre quando há desgaste acentuado, uma condição de mistura ar/combustível muito pobre ou ainda a utilização do veículo com o ponto desregulado, ou seja, muito atrasado, f**ando difícil ocorrer a centelha dentro da câmara de combustão. Nesta situação a centelha pode ocorrer entre o pino terminal da vela e o castelo metálico.

O flash over provoca uma marca característica na vela de ignição. Quando ele ocorre também deve ser substituido o cabo de ignição simultaneamente. Como as duas peças trabalham em conjunto quando uma sofre o flash over a outra peça também é danif**ada.

Caso substitua somente a vela ou o cabo, as falhas podem cessar, porém, após algum tempo a peça antiga irá danif**ar a peça nova e as falhas retornam. Somente após a substituição do conjunto vela e cabo de ignição o problema é eliminado.

Outra vantagem de removermos as velas é que através da análise visual podemos ter uma boa noção das condições internas da câmara de combustão.
Os eletrodos da vela tem um certo desgaste natural, isso é comum. O que mais afeta a vida útil das velas é a regulagem dos parâmetros de alimentação e ignição. Outros componentes com problema danif**am a vela.

Dicas e cuidados com seu veículo?Junta homocinética:Excesso de torque, trancos nas arrancadas, excesso de carga e veícul...
02/09/2015

Dicas e cuidados com seu veículo?
Junta homocinética:

Excesso de torque, trancos nas arrancadas, excesso de carga e veículo desalinhado provocam desgaste prematuro da junta homocinética. Ruídos e estalos ao esterçar(girar para um lado e para o outro) podem indicar problema do componente

Projetada com a função de transmitir de forma constante o torque do motor às rodas, quando estão em movimento, a junta homocinética, peça articulada que liga o semieixo à roda, é um importante componente no sistema de transmissão de força do veículo e requer alguns cuidados do motorista para que seja garantida a sua vida útil. O excesso de torque e trancos na arrancada podem provocar maior desgaste na peça, veículo com problema de alinhamento e que esterce acima do máximo recomendado pode até provocar a quebra da junta homocinética. Excesso de carga e trancos também podem danif**ar a peça.

É preciso f**ar atento nas curvas. Ruídos e estalos ao esterçar o veículo podem ser sinais de que está na hora de fazer a manutenção na junta homocinética, graxa no piso também pode indicar problemas na peça. Já se o barulho for originado ao acelerar o carro em linha reta pode ser defeito na junta deslizante do lado do câmbio.

A coifa, que é a manga de borracha que protege a junta homocinética da contaminação de resíduos como poeira, chuva e lama, também pode rasgar. Uma vez cortada, há penetração de abrasivos para o interior da coifa e perda de graxa, o que ocasiona desgaste e marcas profundas que provocarão ruídos.

A recomendação é fazer uma avaliação entre 5 e 10 mil km da junta homocinética, especialmente, da coifa. A durabilidade da junta homocinética pode ser extensa dependendo das condições de uso do veículo. Em caso de quebra de qualquer uma das juntas, o veículo não traciona e para de funcionar.

Caso ocorra a troca da junta homocinética é necessário realizar o alinhamento do veiculo.

Dicas e cuidados com seu veículo:FREIOS ABS:O freio ABS atual foi criado pela empresa alemã Bosch, tornando-se disponíve...
01/09/2015

Dicas e cuidados com seu veículo:
FREIOS ABS:
O freio ABS atual foi criado pela empresa alemã Bosch, tornando-se disponível para uso em 1978, com o nome "Antiblockiersystem".
A versão atual do sistema (8.0) é eletrônica e pesa menos que 1,5 kg, comparado com os 6,3 kg da versão 2.0, de 1978.
O ABS atual é um sistema eletrônico que, utilizando sensores, monitora a rotação de cada roda e a compara com a velocidade do carro. Em uma situação de frenagem de emergência, a força de frenagem aplicada pelo motorista pode ser maior que o pneu pode suportar: a roda trava. O pneu agora não consegue mais transferir nenhuma força de tração lateral. O veículo f**a instável e fora de controle, visto que ele não reage mais aos comandos de direção do motorista. Em um veículo equipado com o sistema ABS, os sensores de velocidade da roda medem a velocidade de rotação das rodas e passam essas informações à unidade de controle do ABS. Se a unidade de controle do ABS detectar que uma ou mais rodas tendem a travar, ele intervém em questão de milissegundos, modulando a pressão de frenagem em cada roda individual. Ao fazer isso, o ABS impede que as rodas travem e garante uma frenagem segura: o veículo continua sob controle e estável. Em geral, a distância de parada é reduzida também.
No carro equipado com freios ABS, você pode pisar no pedal do freio com toda força, que isso não vai causar problemas. O sistema eletrônico vai analisar se alguma roda está travando, e vai aliviar a pressão só naquela roda, em questão de décimos de segundo. Fazendo assim, o carro vai parar no menor espaço possível. Diferente do carro sem ABS, que você precisa dosar a força no pedal, para não travar as rodas e acabar usando mais espaço para parar.
O que você poderá notar é uma pulsação estranha no pedal do freio. Ele muitas vezes vai apresentar uma vibração diferente, parecendo que o freio está com problemas. Mas não se preocupe, isso é normal nos freios ABS, especialmente em modelos mais antigos, dos anos 90.
Desvie do objeto ou veículo enquanto freia
Para evitar ao máximo aquele acidente iminente, você precisa desviar do outro carro enquanto freia. Fazer tudo ao mesmo tempo. Mesmo que você vire o carro para um lado ou outro, o ABS continuará a fazer o trabalho dele normalmente.
Frear nas curvas – perfeitamente possível se seu ABS tiver EBD
Nos modelos mais moderno, você pode também frear com força enquanto faz curvas, mesmo em alta velocidade. Os freios ABS que tem também o EBD, que é o sistema de distribuição eletrônica de pressão entre os eixos, evita que exista qualquer desequilíbrio na atuação dos freios e permite que os freios sejam aplicados com força total mesmo dentro de uma curva.
Não confunda freio antitravamento com freio que não superaquece e não entra em fadiga
Carros com freios ABS também estão sujeitos a situações de perigo quando o freio superaquece ou entra em fadiga. Quando usamos os freios várias vezes em um intervalo muito pequeno de tempo, como ao descer uma serra ou andar com o carro em um circuito fechado, ele entra em fadiga, perdendo a eficiência, e demorando mais para diminuir a velocidade do carro.
Os componentes do carro com freio antitravamento são do mesmo tipo que o carro que não tem ABS, então cuidado, pois o freio ABS não é super-poderoso.
Temperaturas extremas e soldas elétricas podem danif**ar o ABS
Uma coisa que muita gente não sabe é que se for usada solda elétrica no carro, a bateria deve ser desligada e também a unidade de comando do ABS deve ser desconectada. Muitos carros com ABS passam a ter problemas estranhos no sistema eletrônico de freios depois de uma passada na funilaria. E na maior parte desses casos, o problema só será solucionado com a troca da central eletrônica dos freios ABS. Um prejuízo e tanto. E quando o carro for exposto a temperaturas de 80 graus ou mais, o ABS também pode ser danif**ado.

DICAS E CUIDADOS COM SEU VEÍCULO:Assunto de hoje PASTILHAS de FREIOS;Algumas vezes os motoristas acabam lembrando de alg...
31/08/2015

DICAS E CUIDADOS COM SEU VEÍCULO:
Assunto de hoje PASTILHAS de FREIOS;

Algumas vezes os motoristas acabam lembrando de algumas partes dos carros apenas quando elas dão algum tipo de problema, e podemos facilmente incluir os freios nesta lista de componentes dos carros que muitas vezes não ganham a devida atenção da parte dos motoristas. É claro que muitos deles acabam revisando os freios durante as manutenções que são feitas antes de grandes viagens ou ainda nas revisões programadas. Mas muitas vezes é recomendado que os motoristas tenham um pouco mais de atenção com os freios no dia a dia.
Quando se fala em problemas nos freios logo os motoristas pensam nas questões de segurança, que realmente são as mais importantes nestes casos. Mas isso acontece quando os freios já estão apresentando problemas mais sérios. Mas em alguns casos os freios podem apresentar pequenos problemas que podem afetar também outras partes do seu carro e todo o sistema de segurança. Por isso é fundamental que o motorista revise seus freios sempre que sentir alguma coisa de diferente na direção do carro. Além disso, caso as revisões programadas estejam muito afastadas entre uma data e outra, é importante revisar os freios neste meio tempo.

Mas existem também algumas dicas que podem ser seguidas de forma preventiva, não apenas na hora de revisar ou na hora que ele apresenta algum problema, mas durante a direção do carro que acaba ajudando a aumentar a durabilidade, diminuindo a incidência de problemas nos freios.

Atenção as pastilhas e discos: O motorista sempre deve prestar atenção nos sinais que são mostrados por grande parte dos sistemas de freios dos automóveis. Uma dica é sempre prestar atenção no comportamento dos freios quando os motoristas precisam frear mais fortemente ou durante uma subida ou descida mais acentuada. Nestes casos, caso a luz do freio mão do carro pisque ou acenda, é um sinal de que as pastilhas dos freios já estão gastas, bem próximas de acabar, ou ainda pode indicar que exista um vazamento de fluido de freio. Neste caso, é importante que o motorista procure a sua oficina de confiança para fazer esta troca o quanto antes.
Uma dica importante na hora de fazer esta manutenção é que existe uma relação direta entre os o desgaste das pastilhas e o fluído de freio também, portanto não o complete se não houver vazamentos no sistema. Caso seja necessária a troca das pastilhas, pode ser necessário trocar os discos também (ainda mais se tiverem com um ‘degrau’ em sua superfície). Logo depois que o motorista faz esta troca, é fundamental também que o motorista evite frear muito forte nos primeiros 300 quilômetros de utilização das pastilhas.
O fluido também é importante porque transfere as forças ás pastilhas para que o carro consiga ser freado. Com o tempo de utilização este fluido vai f**ando contaminado com as degradações naturais que acontecem no sistema, passando a ferver mais facilmente e diminuindo o desempenho dos freios dos carros. Atualmente a maioria dos carros requer 500ml de fluído especif**ação DOT 4. Na hora da troca do fluido, é importante que os motorista sempre sigam as recomendações do fabricante do carro.
Para manter as pastilhas em boas condições e aumentar sua vida útil, algumas dicas podem ser seguidas. A primeira delas é usar peças indicadas pela montadora. Na hora de trocá-las, também é recomendado fazer a retif**ação dos discos de freio, para que as duas superfícies fiquem lisas. “Se tiver sulcos, pode gerar problemas na pastilha nova”, aponta Roman. Freadas bruscas constantes podem diminuir a vida útil das peças.

O recomendando é verif**ar a situação das pastilhas a cada 10 mil quilômetros.
Quem tem interesse em saber mais, deixe nos comentários suas dúvidas ou sugestões para os próximos posts !!!Tenham uma ótima semana.

Dicas e cuidados com seu veículo:Hoje o assunto é MANUTENÇÃO ou TROCA PREVENTIVA da CORREIA DENTADA.A Troca da correia d...
28/08/2015

Dicas e cuidados com seu veículo:
Hoje o assunto é MANUTENÇÃO ou TROCA PREVENTIVA da CORREIA DENTADA.
A Troca da correia dentada do motor (correia sincronizadora) e dos tensores é sem duvida uma das ou um dos itens de manutenções mais importantes. A correia dentada é sinônimo de prejuízo. Vários defeitos, na sua maioria graves, podem ser causados por problemas nesta peça, por isto sua verif**ação periódica e sua troca preventiva devem ser efetuadas rigorosamente e de forma correta.
Também chamada de sincronizadora, a correia dentada é responsável pela sincronia entre o comando de válvulas e o virabrequim. Ela faz com que os pistões e as válvulas trabalhem no tempo certo dentro dos cilindros. Trata-se de uma peça que duram algumas dezenas de milhares de quilômetros no motor e que não altera em nenhum momento o comportamento do carro, mesmo quando está para se romper. Ou seja, ela não avisa quando vai arrebentar. Por isso, ela exige que o proprietário do veículo não descuide de sua manutenção.

Caso a correia dentada venha a romper, dependendo do motor, pode ocorrer um atropelamento de válvula (quando o pistão que está subindo se choca contra a válvula aberta) ou até mesmo um estrago no cilindro do motor. E a conta não f**a barata, não. Os danos causados pela ruptura da correia pode chegar até a 15 vezes o valor que seria gasto com a sua substituição na manutenção preventiva.

Dicas:

A correia dentada deve ser trocada de acordo com as recomendações da montadora do veículo. O Manual do Proprietário do automóvel, além da orientação da Montadora, os fabricantes de Correias recomendam a troca da correia dentada a cada 40.000 km, e em alguns veículos a condição poderá se prolongar para os 50.000 km. Após essa quilometragem, a correia perde a resistência, eficiência e pode causar uma ruptura trazendo danos consequentes ao motor.

Na maioria dos veículos é necessário trocar o(s) tensor(es) e a analisar o desgaste das polias (peças que trabalham em conjunto com a Correia Dentada).

27/08/2015

Dicas e cuidados com seu veículo:

IMPORTANTE SABER sobre TROCA DE ÓLEO,
Ítem dos mais importantes no motor, é o período da troca do óleo do cárter. Pois o uso prolongado do óleo ou troca mal feita faz com que o motor carbonize, ou seja, crie uma sujeira que chamamos de "laca", que é o óleo em forma de fuligem; esta fuligem gruda nas paredes do motor e prejudica a lubrif**ação do e refrigeração interna.
O QUE PODE ACONTECER? Se o Óleo estiver com a especif**ao errada ou vencido podem ocorrer "batida de pino", batida de tucho, aumento da temperatura do óleo, carbonização interna, quebra de anéis de pistão; e até a quebra total do motor.
PRINCÍPIO DO ÓLEO- A função basica do óleo é lubrif**ar e também controlar a temperatura interna do motor, por mais justo que seja o motor, o óleo mantém um filme muito fino que não deixa os metais se tocarem, folgas de décimos de milímetro e o óleo está lá, firme e forte. Como existe este "filme de óleo", ou seja, uma película de óleo, não existe o "atrito" entre metais, e a facilitação do "arraste entre metais". Este princípio ja era usado na antiguidade, no egito por exemplo usavam óleo mineral de animais embaixo de blocos de pedra para transporte.
TIPOS DE ÓLEO- Quando um motor é desenvolvido são feitos te**es exaustivos de meses para a melhor performance do motor, por isso, cada motor usa um tipo de óleo, jamais substitua a especif**ação, não confunda com marca, especif**ação do óleo é o índice de viscosidade e o tipo de base. VISCOSIDADE: EX.: 20W40 , 20W50, 5W30, 10W40 / BASE: mineral, semi-sintético, e sintético.
Cada óleo tem sua característica, o grande segredo é usar o que manda o fabricante, claro que o óleo sintético é muito mais elaborado que o mineral, isso não se discute, por isso ele é usado em motores de alta performance ou alta temperatura.
O único tipo de substituição que se pode fazer é por um óleo superior ao especif**ado, ex.: no manual diz: óleo 10w40 mineral; você pode usar um 10w40 semi-sintético / ex.: no manual diz : 10w40 semi-sintético; você pode usar um 5w40 sintético / sempre se pode trocar por um óleo superior, mas NUNCA trocar por um inferior, ex.: no manual diz 5w40 sintético e você por um 10w40 mineral, isso NUNCA deve ser feito, se for feita essa mistura de óleos inferiores com sintético, vai se criar uma pasta parecida com piche dentro do motor dificultando a lubrif**ação.
PERÍODO DE TROCA- óleo mineral.- no máximo 5.000 km ou seis meses, o que ocorrer primeiro.
óleo semi-sintético.: no máximo 7000 km ou 6 meses, o que ocorrer primeiro.
óleo 100% sintético.: 10.000 km ou 6 meses, o que ocorrer primeiro.
Observe esse detalhe, km ou 6 meses, ou seja, se você rodou apenas 2 000 km, mas ja fazem 6 meses que efetuou a troca, deve-se trocar novamente, por que após 6 meses o óleo começa a perder as propriedades de lubrif**ação, pois já está contaminado.
FILTRO DE ÓLEO- deve ser trocado junto com o óleo sempre, eu disse sempre, porque? por que dentro do filtro pode f**ar até meio litro de óleo que não vai sair no momento que escoar o óleo vencido, ou seja, se deixar o filtro antigo, assim que por óleo novo ele vai se misturar com o oleo vencido que está no filtro, contaminando já de saída o óleo novo, diminuindo mais a sua vida útil. Portanto não caia na historia de uma troca sim outra não, esse tempo já passou, isso era do tempo que os motores não rodavam tanto, não pegavam tanto engarrafamento.
Na duvida de qual tipo de óleo usar, leia com atenção o manual do proprietário, em alguns modelos tem em targetas no cofre do motor, ou fale com seu mecânico de confiança.
Portanto, não tente inventar nem economizar essa hora, pois vai custar mais caro para concertar.
DETALHE- a letra w que f**a entre o 10w40 por exemplo vem de winner, que quer dizer inverno
VISCOSIDADE- é o tempo que o óleo flui, e a viscosidade só pode ser medida por um aparelho que se chama "viscosímetro" . Jamais veja um óleo do "dedômetro" que é por o óleo entre os dedos e esfregar, pois isso não signif**a absolutamente NADA.

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Joinville, SC
89233350

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