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FORAGIDO SUSPEITO DE DUPLO ESTUPRO EM TRILHA DA PRAIA BRAVA VEM A OBITO EM CONFRONTO COM A POLÍCIA CIVILA Polícia Civil ...
22/03/2024

FORAGIDO SUSPEITO DE DUPLO ESTUPRO EM TRILHA DA PRAIA BRAVA VEM A OBITO EM CONFRONTO COM A POLÍCIA CIVIL

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio de ação conjunta da Divisão de Investigação Criminal da Itajaí (DIC) e da DPCAMI de Itajaí, prendeu, no início da noite de 20/03/2024, suspeito do cometimento de duplo estupro e roubo na Praia Brava, cidade de Itajaí.

Na data de 14/03/2024, por volta das 17h00min, duas mulheres, de 20 e 22 anos, ao realizarem a trilha do Morcego, foram abordadas por um indivíduo, que as obrigou a voltarem pelo mesmo caminho, mediante grave ameaça, pois fazia menção de estar armado. Ao chegar em um local específico, mandou as vítimas deitarem e amarrou-as, passando a tocá-las de forma libidinosa. Após o ato, deixou o local, levando consigo o aparelho celular de uma das ofendidas.

Ao ter conhecimento dos fatos, DPCAMI de Itajaí iniciou investigação e, após análise de dados e cruzamento de informações, identificou o suspeito, um homem de 42 anos. A autoridade policial, então, representou pela prisão preventiva do investigado, sendo deferida pelo juízo da Comarca de Itajaí na noite do dia 19/03/2024.

Na madrugada de hoje, 20/03/2024, a DIC de Itajaí iniciou diligências para localização e captura do suspeito, o qual já havia se evadido de sua residência há alguns dias. Após mais de 14 horas de buscas, o foragido foi capturado em um hotel na cidade de Tijucas, quando se dirigia até o terminal rodoviário para embarcar em direção ao município de Campinas, estado de São Paulo.

Ao avistar a equipe da DIC de Itajaí o suspeito tentou evadir e resistiu violentamente a prisão. Verificou-se ainda que o investigado informou o nome falso para registro na recepção ao se hospedar. Diante dos novos fatos, o mesmo foi autuado em flagrante delito pelos crimes de resistência e falsa identidade.

Durante a finalização dos procedimentos, o suspeito conseguiu se evadir.

Diante da fuga, a Polícia Civil, com forte colaboração da Polícia Militar, Guarda Municipal de Itajaí, Bombeiro Militar e Defesa Civil, iniciou procedimento de buscas.

Na noite de hoje, após 26 horas de buscas ininterruptas, o foragido foi abordado após invadir uma residência no bairro Fazenda. Assim como na primeira prisão, reagiu, dessa vez se utilizando de uma faca, vindo a ser alvejado e neutralizado por polícias da DIC de Itajaí frente à injusta agressão.

No total as diligências de captura do foragido duraram 44 horas.

O investigado tinha contra si diversas condenações criminais que somavam mais de 24 anos de condenação pelos crimes de estupros, furtos e roubos.

Numa cena digna de um faroeste dirigido por Quentin Tarantino, onde o bom senso saiu para beber com o Doc Holliday e nun...
20/03/2024

Numa cena digna de um faroeste dirigido por Quentin Tarantino, onde o bom senso saiu para beber com o Doc Holliday e nunca mais voltou, tivemos um duelo de arrancar suspiros em Cidade Nova, no mais puro estilo "Desperate Housemen".

Na tarde do dia 19 de março, ao invés de duelarem ao pôr do sol com revólveres em punho, nossos dois heróis urbanos decidiram inovar. Por volta das 18:00hrs, a Central de Emergências (190) – sim, aquela mesma, a linha direta para o show de bizarrices – recebeu um chamado. A cena: um espetáculo de machadinhas voando, numa performance que deixaria até o Velho Oeste perplexo.

Os xerifes da PM, ao chegarem, encontram não um cowboy ferido por balas, mas sim um bravo de 47 anos estampado com um novo adereço na costela, cortesia de uma machadinha. Num piscar de olhos, eis que surge o corpo de bombeiros, mais rápido que bandido fugindo de Wyatt Earp, para socorrer o desafortunado duelista.

Através de pistas dignas de um Sherlock Holmes vestido de caubói, os oficiais logo capturam o fora da lei, um aspirante a Jack Torrance de 36 anos, que, após um breve flerte com a carreira de lenhador urbano, decide jogar sua machadinha fora – talvez esperando que ela brotasse uma árvore da reconciliação.

Ao final, nosso moderno bandido foi escoltado para o xilindró local, provavelmente meditando sobre a escolha de armas mais convencionais para seus próximos duelos. E assim, a lenda de Cidade Nova ganha mais um capítulo, menos um duelo ao pôr do sol e mais um caso para a série "Crônicas da Machadinha Perdida".
texto: portal FALA VIEIRA

Numa tarde ensolarada digna de um duelo ao pôr do sol em pleno bairro Cidade Nova - que de novo só tem o nome, a nossa v...
20/03/2024

Numa tarde ensolarada digna de um duelo ao pôr do sol em pleno bairro Cidade Nova - que de novo só tem o nome, a nossa versão urbana dos cavaleiros da lei, mais conhecidos como Polícia Militar, decidiu que era hora de pendurar mais um "Procurado" no mural. Às 14h00, eles foram atrás do nosso protagonista, um aspirante a Billy the Kid de 39 anos, que pensou ser esperto ao entrar no negócio de pó branco (não estou falando do talco da vó) e balanças de precisão - sem dúvida, os acessórios de moda no submundo do tráfico.
Mas como em todo bom faroeste, o vilão foi capturado junto com seus 233 gramas de "ouro branco" a famosa co***na e sua fiel balança de precisão e o kit DIY para distribuição. Sem espaço para negociações, ele foi levado para o saloon da justiça moderna, também conhecido como Central de Plantão de Polícia, para acertar as contas com a lei. E assim, a justiça do nosso peculiar faroeste urbano segue seu curso, um bandido de cada vez.

Nada diz "bem-vindo à cidade da Octoberfest, Blumenau" melhor que uma acirrada disputa territorial... por um ponto de pr...
10/03/2024

Nada diz "bem-vindo à cidade da Octoberfest, Blumenau" melhor que uma acirrada disputa territorial... por um ponto de prostituição. Em uma reviravolta que faria até os roteiristas de telenovela corarem, Nicolly Almeida dos Santos, uma empreendedora do amor pago, decidiu que dividir não é com ela e orquestrou o assassinato da sua concorrente, Mônica Ribeiro, que aos 36 anos, provavelmente não imaginava que a rivalidade pelo melhor pedaço de calçada acabaria em tragédia.
A saga, que teria sido rejeitada por ser demasiado absurda até para uma série no Netflix, viu Nicolly sendo condenada, não uma, mas duas vezes, porque, aparentemente, a primeira rodada de "vamos decidir se você é realmente culpada por montar uma emboscada mortal por causa de uma disputa sobre onde vender amor" não foi suficiente. Em setembro de 2023, um júri, que claramente não tinha nada melhor para fazer, decidiu que sim, mandar matar alguém por querer ter o monopólio da prostituição local é algo ruim. Mas então, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) achou por bem dar a Nicolly uma segunda chance de ser julgada, porque, quem sabe, talvez eles tivessem perdido algum detalhe crucial, como uma disputa de território inspirada em "Game of Thrones", só que menos dragões e mais calcinhas.
Então, em um episódio que provavelmente vai inspirar uma minissérie de muito mau gosto, o Promotor de Justiça Rodrigo Andrade Viviani conseguiu, mais uma vez, convencer um júri (que eu só posso imaginar estivesse questionando suas escolhas de vida nesse ponto) de que, sim, contratar um assassino de aluguel porque você não consegue compartilhar é, de fato, um motivo um tanto quanto fútil para homicídio. Mônica, que foi morta com nove tiros, não “viveu’ para ver sua rival ser sentenciada a 14 anos e oito meses de hospedagem gratuita em uma instituição penitenciária, cortesia do povo brasileiro.
E assim, Nicolly Almeida dos Santos, a mulher cuja ideia de resolução de conflitos faz Al Capone parecer um amador, vai agora refletir sobre suas escolhas de vida em um regime inicialmente fechado, provavelmente lamentando não ter simplesmente aberto um food truck ou algo assim. Porque, no fim das contas, disputar a tapa (ou a tiro) por um pedaço de calçada em Blumenau parece ser, bem, um péssimo plano de negócios.
Matéria: Portal FALA VIIERA
Foto: Jornal O municipio Blumenau

Nada diz "bem-vindo à cidade da Octoberfest, Blumenau" melhor que uma acirrada disputa territorial... por um ponto de pr...
10/03/2024

Nada diz "bem-vindo à cidade da Octoberfest, Blumenau" melhor que uma acirrada disputa territorial... por um ponto de prostituição. Em uma reviravolta que faria até os roteiristas de telenovela corarem, Nicolly Almeida dos Santos, uma empreendedora do amor pago, decidiu que dividir não é com ela e orquestrou o assassinato da sua concorrente, Mônica Ribeiro, que aos 36 anos, provavelmente não imaginava que a rivalidade pelo melhor pedaço de calçada acabaria em tragédia.
A saga, que teria sido rejeitada por ser demasiado absurda até para uma série no Netflix, viu Nicolly sendo condenada, não uma, mas duas vezes, porque, aparentemente, a primeira rodada de "vamos decidir se você é realmente culpada por montar uma emboscada mortal por causa de uma disputa sobre onde vender amor" não foi suficiente. Em setembro de 2023, um júri, que claramente não tinha nada melhor para fazer, decidiu que sim, mandar matar alguém por querer ter o monopólio da prostituição local é algo ruim. Mas então, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) achou por bem dar a Nicolly uma segunda chance de ser julgada, porque, quem sabe, talvez eles tivessem perdido algum detalhe crucial, como uma disputa de território inspirada em "Game of Thrones", só que menos dragões e mais calcinhas.
Então, em um episódio que provavelmente vai inspirar uma minissérie de muito mau gosto, o Promotor de Justiça Rodrigo Andrade Viviani conseguiu, mais uma vez, convencer um júri (que eu só posso imaginar estivesse questionando suas escolhas de vida nesse ponto) de que, sim, contratar um assassino de aluguel porque você não consegue compartilhar é, de fato, um motivo um tanto quanto fútil para homicídio. Mônica, que foi morta com nove tiros, não “viveu’ para ver sua rival ser sentenciada a 14 anos e oito meses de hospedagem gratuita em uma instituição penitenciária, cortesia do povo brasileiro.
E assim, Nicolly Almeida dos Santos, a mulher cuja ideia de resolução de conflitos faz Al Capone parecer um amador, vai agora refletir sobre suas escolhas de vida em um regime inicialmente fechado, provavelmente lamentando não ter simplesmente aberto um food truck ou algo assim. Porque, no fim das contas, disputar a tapa (ou a tiro) por um pedaço de calçada em Blumenau parece ser, bem, um péssimo plano de negócios.

Mais um dia comum no bairro Nossa Senhora das Graças, também conhecido carinhosamente pelos locais como "Matadouro". Um ...
07/03/2024

Mais um dia comum no bairro Nossa Senhora das Graças, também conhecido carinhosamente pelos locais como "Matadouro". Um nome tão acolhedor, não acha? Parece que temos mais uma edição do "Onde Está o Corpo? Ou Um Morto Muito Louco" patrocinada pela Polícia Militar local, que, diga-se de passagem, fez uma busca tão ef**az inicialmente que quase poderia ser confundida com uma caça ao tesouro de crianças. "Recebemos a dica, mas ops, cadê? Não achamos nada ontem."
Mas não desanime, caro leitor! No segundo episódio da saga, nossos incansáveis heróis vestidos de azul decidiram dar outra olhadinha, sabe como é, só para confirmar. E não é que a sorte sorriu para eles? Durante um passeio turístico por uma charmosa área de mata atrás da Univali, eis que surge a grande revelação: um corpo parcialmente enterrado, quase como se a natureza estivesse tentando fazer seu próprio enterro ecológico.
Então, entra em cena a equipe CSI local, ou como gostamos de chamá-los, os artistas da Polícia Científ**a e Civil. Com a delicadeza de um maestro em uma orquestra, o perito conduz a retirada do corpo, revelando um espetáculo de marcas de violência que faria qualquer crítico de arte moderna invejar. "Veja bem, aqui temos um exemplar raro de vítima, com tatuagens que nos contam histórias", diria ele, talvez.
Graças ao incrível mundo da tatuagem, descobrimos que o protagonista da nossa história era um jovem de 19 anos, tão ligado à sua cidade natal de Itajaí que até seu corpo decidiu fazer um tour turístico pela mata local. Um rapaz com um currículo tão impressionante no tráfico de dr**as que quase dava para confundir com um LinkedIn do submundo. E, como todo bom herói de tragédia grega, nosso personagem lutava contra seu próprio calcanhar de Aquiles: o vício em dr**as, que o mantinha em uma relação de amor e ódio com as ruas que tanto o acolhiam.
Agora, a Polícia Civil assume o papel de Sherlock Holmes tropical, embarcando na emocionante aventura de desvendar o mistério por trás desse crime. Porque, afinal, o que seria de nós sem um bom quebra-cabeça para resolver, não é mesmo?

Que manhã gloriosa em Santa Catarina! Dois aspirantes a Bonnie e Clyde decidiram que era um bom dia para brincar de "Vam...
07/03/2024

Que manhã gloriosa em Santa Catarina! Dois aspirantes a Bonnie e Clyde decidiram que era um bom dia para brincar de "Vamos assaltar uma lotérica", só que em Seara, porque, aparentemente, grandes metrópoles são muito concorridas para crimes ambiciosos, existem muitos políticos por la. A cereja do bolo? Eles tentaram esse audacioso golpe logo após uma destemida mulher trancar a porta, provavelmente com a mesma intensidade que guardamos chocolate longe de crianças. "Não hoje, queridos", ela deve ter pensado, enquanto um deles, vestido em sua mais fina jaqueta preta e capuz (porque anonimato é chave em missões de tal envergadura), batia na porta como se estivesse em uma liquidação da Black Friday.
A polícia de Seara, provavelmente desapontada por perder a ação ao vivo, passou o bastão para os colegas de Chapecó, que não estavam para brincadeira. Cerca de 40 quilômetros de perseguição digna de um filme ruim, depois, nossos heróis da vida real decidiram que não iriam se entregar sem lutar – uma escolha ousada considerando o histórico de sucesso da polícia em filmes de ação. E, em um desfecho surpreendente para absolutamente ninguém, os "cancelamentos de CPF" foram efetuados:
E, claro, os perfis dos nossos ilustres assaltantes? Um jovem adulto com um amor por armas ilegais e um adolescente que provavelmente pensou que "tráfico" era uma carreira viável após assistir muita Netflix. Com 19 e 15 anos, eles decidiram que a vida criminosa era para eles, esquecendo, no entanto, de considerar o detalhe crucial de que, em histórias de crime, geralmente não há um final feliz.
Assim termina nossa crônica de um assalto fracassado e uma perseguição que provavelmente não vai virar filme, a menos que seja uma comédia de erros. Santa Catarina, nunca deixe de nos entreter com essas tentativas de crime que dão errado antes mesmo de começar.

Tragédia em Indaial: Inocência Roubada e Vidas Destruídas por Mãos Que Deveriam ProtegerEm um caso que chocou a comunida...
07/03/2024

Tragédia em Indaial: Inocência Roubada e Vidas Destruídas por Mãos Que Deveriam Proteger
Em um caso que chocou a comunidade de Indaial e todo o país, a pequena Isabelle, de apenas 3 anos, foi encontrada morta após ser dada como desaparecida pela mãe. O desfecho dessa busca revelou uma realidade tão sombria e revoltante que palavras mal conseguem expressar a indignação coletiva: a causa da morte da criança, conforme informações divulgadas pelo delegado responsável pela investigação, foi espancamento. A crueldade não para por aí; os autores confessos deste ato monstruoso são ninguém menos que a própria mãe da menina e o padrasto, figuras que, por definição, deveriam ser os primeiros e mais ferrenhos protetores de sua inocência e vida.
Este terrível acontecimento não é apenas uma notícia; é um espelho da brutalidade que se esconde nas sombras da sociedade, uma ferida aberta que expõe o pior da condição humana. É impossível não se revoltar diante da brutalidade desmedida cometida contra uma criança indefesa, que confiava cegamente naqueles que, sem um pingo de humanidade, tiraram sua vida de forma tão cruel e desumana.
A pergunta que não quer calar e ecoa na mente de todos nós é: como? Como seres que se dizem humanos podem perpetrar tal barbárie contra uma criança, um ser de pura inocência e amor? A resposta, embora necessária, talvez nunca seja suficiente para aplacar a dor e a raiva que sentimos neste momento. Mas é essencial buscar justiça, não apenas por Isabelle, mas por todas as crianças que sofrem nas mãos de monstros travestidos de pais.
O caso de Isabelle abre, infelizmente, mais um capítulo sombrio na história de violência contra crianças no Brasil. Uma história que se recusa a terminar, alimentada pela impunidade e pela falha coletiva em proteger os mais vulneráveis. É hora de dizer basta. A sociedade deve se unir, com um único propósito: garantir que a memória de Isabelle e de tantas outras vítimas se transforme em ação. Ação para mudar leis, fortalecer redes de proteção, educar e, sobretudo, evitar que essa tragédia se repita.
Enquanto choramos a perda de Isabelle, que sua curta vida não seja em vão. Que a indignação e revolta que sentimos hoje nos mobilize em busca de um futuro onde crianças possam crescer seguras, amadas e protegidas. Onde monstros não se escondam atrás da figura de pais e onde a inocência seja preservada, não destruída.
À comunidade de Indaial e a todos que, de alguma forma, foram tocados por essa tragédia, que encontrem forças para atravessar esse momento de dor imensurável. E que, juntos, possamos lutar por um mundo onde atrocidades como essa sejam, de uma vez por todas, relatos de um passado sombrio, não manchetes do presente.

Aplausos, mil aplausos, só que não.  Oh, maravilha! A burocracia do governo decidiu dar uma migalha de esperança para a ...
06/03/2024

Aplausos, mil aplausos, só que não. Oh, maravilha! A burocracia do governo decidiu dar uma migalha de esperança para a indústria pesqueira da tainha este ano. Após um 2023 absolutamente empolgante, onde a emoção de pescar tainhas foi um grande redondo zero para a frota industrial, parece que alguém lá no alto teve a brilhante ideia: "Vamos deiixá-los pescar um pouquinho, assim não morrem de tédio!". E voilà, surge a generosíssima cota de 480 toneladas com permissão para soltar na água até oito traineiras inteirinhas! A temporada de caça às tainhas, perdão, quero dizer, a temporada de pesca, começa no 1º de junho, indo até o 31 de julho. É praticamente um festival gourmet para a indústria.
E como somos justos e equilibrados, não vamos esquecer dos nossos queridos artesãos do mar, os pescadores de emalhe anilhado. Eles, que no ano passado sofreram um corte dramático - digno de novela - de mais de 50% na sua cota, este ano foram agraciados com 586 toneladas de pura alegria piscatória. A temporada deles começa um pouco antes, em 15 de maio, para que tenham tempo suficiente de contemplar o mar antes que as feras industriais entrem em cena.
A suspense digno de Oscar vai até 28 de maio, quando finalmente será divulgada a lista dos escolhidos, os abençoados barcos credenciados para a nobre caça da tainha em 2024. Toda essa emoção veio após intensas reuniões e viagens – imagino o sacrifício – do grupo de trabalho, com a participação estelar de representantes do setor pesqueiro e órgãos governamentais, em um esforço hercúleo para decidir quantas tainhas podem ser pescadas sem acabar com a festa marinha.
O presidente do Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região, aparentemente esperava que o Natal chegasse mais cedo este ano. Sonhava com uma cota de 1200 toneladas e a liberação de 20 barcos. "Mas, oh, desilusão!", acabaram tendo que se contentar com menos. Porém, não desanimem, caros pescadores industriais, ao menos não estarão totalmente de mãos abanando este ano. Agarrem essas tainhas com alegria! Riem para não chorar, afinal, nem tudo é tão ruim que não possa piorar

No último capítulo de "As Desventuras Urbanas: Ressacada", nosso cenário é o pitoresco bairro conhecido por suas históri...
05/03/2024

No último capítulo de "As Desventuras Urbanas: Ressacada", nosso cenário é o pitoresco bairro conhecido por suas histórias que misturam a adrenalina de um filme de ação com a melancolia de um drama existencial. Aqui, a Polícia Militar, também chamada de "Os Caçadores de Emoções", protagonizou mais uma cena digna de nota.
Enquanto patrulhavam, esses incansáveis guardiões da paz se depararam com um homem de 19 anos, que parecia estar redefinindo o conceito de "fazer uma fumaça". Com todo o cuidado, ele dedicava-se a um ca****bo de crack com a delicadeza de um sommelier avaliando um vinho raro. Ah, as pequenas alegrias da vida ao ar livre!
Mas, como em todo bom drama policial, havia mais sob a superfície. Uma rápida investigação revelou que nosso protagonista não era apenas um aficionado por utensílios de fumar alternativos; ele era também a estrela de um mandado de prisão que estava tão ansioso para encontrá-lo quanto fãs esperando pelo retorno de sua banda favorita após um longo descanso
Sem perder o ritmo, foi-lhe dada uma passagem só de ida para a próxima etapa de sua jornada: uma apresentação ao vivo no fórum de Itajaí, onde ele teria a chance de estrear em um novo papel, talvez menos glamoroso, mas certamente memorável.
Assim, com a maestria de quem transforma o cotidiano em espetáculo, os bravos policiais de Itajai encerraram mais um dia, deixando para trás um rastro de justiça e a promessa de mais episódios emocionantes na saga urbana que nunca dorme.

Ah, a tragicomédia da gestão pública brasileira nunca deixa de nos surpreender com seus enredos dignos de uma novela das...
04/03/2024

Ah, a tragicomédia da gestão pública brasileira nunca deixa de nos surpreender com seus enredos dignos de uma novela das 8, e o mais recente capítulo dessa saga é protagonizado pela cidade de Itajaí e seu porto, uma peça-chave na economia local que, por ora, mais parece um cenário de filme pós-apocalíptico onde nada se move, exceto, talvez, a indignação da população.
Vamos situar o espectador: uma empresa, que por um breve momento de otimismo desmedido (ou seria desespero administrativo?) ganhou a licitação provisória para operar o porto, tinha uma simples tarefa – provar que tinha mais grana que os personagens de uma novela das nove para fazer o porto brilhar mais que fogos de artifício no Ano Novo. Mas, oh surpresa, o prazo virou história antiga e a empresa decidiu adotar a estratégia do "vamos fingir que isso não é com a gente", apresentando um belo espetáculo de nada.
Enquanto isso, o porto segue mais parado que trânsito em dia de chuva, os trabalhadores mais ansiosos que véspera de resultado de vestibular, e o município de Itajaí vendo sua economia advinda do porto mais estagnada que água de poça, que apesar de bater recordes em arrecadação, poderia e deveria ser muito melhor. A cereja do bolo? A oposição, que finge uma preocupação digna de Oscar, mas no fundo deve estar jogando confete pela desgraça alheia, afinal, nada como um bom caos para se construir um palanque eleitoral.
Diante deste cenário, a pergunta que não quer calar é: por que não realizar uma licitação definitiva de uma vez por todas? Ah, mas eis que surge a teoria da conspiração favorita de quem acompanha a política brasileira – estariam nossos queridos administradores públicos esperando o momento oportuno, às vésperas de eleições, para surgirem como os salvadores da pátria, apresentando a solução para um problema que, diga-se de passagem, tem dedo deles no meio?
Seria essa mais uma manobra de mestre no xadrez político, onde os peões são a população e o rei é o poder? F**a a dica para os estrategistas de plantão: o povo de Itajaí não está interessado em jogos de poder, mas sim em ver seu porto, fonte de vida e sustento da região, funcionando a todo v***r. Talvez, só talvez, fosse a hora de parar de tratar a administração pública como um palco de teatro, onde cada ato é planejado para arrancar aplausos, e começar a encarar a gestão do porto como o que realmente é: uma responsabilidade séria, que impacta a vida de milhares de pessoas.
No fim das contas, f**a a esperança de que, em algum momento, a novela do Porto de Itajaí tenha um final feliz, não pela mão de políticos que usam a crise como trampolim eleitoral, mas pelo trabalho sério e comprometido de quem entende que a verdadeira política é feita de ações, não de promessas. Enquanto isso, Itajaí espera, não mais pacientemente, por um desfecho que traga de volta a movimentação ao porto e a esperança aos corações de seus trabalhadores e moradores.

Ah, o glorioso Marcílio Dias, transformando esperanças e sonhos em pesadelos dignos de um filme de terror B, onde o mons...
02/03/2024

Ah, o glorioso Marcílio Dias, transformando esperanças e sonhos em pesadelos dignos de um filme de terror B, onde o monstro é a própria defesa do time. A campanha maravilhosa? Mais volátil que humor de adolescente. E então, surge o clássico contra o Brusque, um jogo onde a lógica decidiu tirar férias antecipadas e a ideia de "não ter favorito" foi levada ao extremo, com o Marcílio insistindo em ser o cavalheiro e deixar o Brusque brilhar. Uma goleada de 4 a 1, porque, aparentemente, respeito ao torcedor é um conceito tão antigo quanto discos de vinil.

O time, sem pegada, parecia mais interessado em contemplar a beleza da grama do que realmente jogar futebol. Displicentes? Certamente. Criativos? Apenas nas desculpas pós-jogo. E os erros, ah, os erros foram tantos que até perderam a conta. Uma atuação que faria qualquer um questionar se estavam jogando futebol ou participando de uma competição de "quem erra mais".

E essa goleada serviu de quê? De convite para o baile das Quartas de Final, com o Brusque de anfitrião. A boa campanha da primeira fase agora parece uma miragem no deserto, e o fantasma da eliminação ronda o ar como um vendedor insistente. O jogo da volta em casa? Uma oportunidade de redenção ou o palco para o final de uma trágica comédia.

O que resta para o torcedor lembrar do Catarinense 2024? Até agora, um atropelo que vai f**ar na memória como aquela vez que você tropeça em público: doloroso, humilhante, e impossível de esquecer. A vaga para a Série D pode ser o prêmio de consolação, mas vamos ser honestos, é como ganhar um vale-refeição depois de perder na loteria.

E agora, na segunda parte do campeonato, o mata-mata, é hora de ver se o Marcílio Dias decide jogar futebol ou continuar protagonizando um reality show de como não jogar futebol. Porque, no final das contas, até agora, a única coisa que o Marcílio conseguiu matar foram as esperanças dos seus torcedores.

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