New V8 Service CAR

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V8 SERVICE CAR

Mare motor black power 1.8 16 v.
24/01/2014

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A.S car + v8autoservice! Top
30/12/2013

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Top saindo agora
24/12/2013

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Cuida
02/12/2013

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Show vtr do Jardel eq ssclub
31/10/2013

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Mais um baixado aqui na v8autoservice
31/10/2013

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Bom dia clientes e amigos da v8autoservice! Uma ótima semana a todos!
22/10/2013

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Camaro de Anderson Silva baixando na Castor Suspensões a ar esse ta top!
18/10/2013

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Bom dia cliente e amigos v8autoservice e castor suspensões
17/10/2013

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09/10/2013

Demonstração do produto tyre repair Motul

08/10/2013

Junta Homocinetica. Poucos sabem como funciona!
Entenda seu funcionamento e função.

As juntas homocinéticas são itens importantes do sistema de transmissão. Com as juntas em ordem aumenta a segurança e conforto.

Não há exagero em se afirmar que a tração dianteira deve seu sucesso à junta homocinética. Esta peça faz com que a velocidade seja constante entre as partes condutora e conduzida, no caso semi-eixo e ponta de eixo. Para entender melhor a questão de velocidade constante, é preciso saber que na junta universal tradicional (a "cruzeta") usada nas árvores de transmissão (eixo cardã), sempre há variação de velocidade entre as duas partes da junta. Quando a junta universal faz parte do cardã não há problema algum relacionado com essa variação. Mas quando a junta universal compõe o semi-eixo (corretamente, semi-árvore) de um carro de tração dianteira, a desigualdade de movimento logo se faz sentir no volante de direção: surge uma oscilação bem desagradável cada vez que o veículo descreve uma curva sendo acelerado. Na junta homocinética, o contato entre o semi-eixo e a ponta de eixo é feito por esferas, na maior parte dos casos. A parte conduzida (ponta de eixo) é constituída por um tambor com pistas na parte interna, que por sua vez forma corpo único com a ponta de eixo onde vão fixados cubo e roda. O elemento condutor (semi-eixo) recebe movimento da ponta da semi-árvore e trabalha em conjunto com uma gaiola de separação das esferas. Deve-se proceder à troca da junta homocinética quando, com o carro em movimento, ela começar a fazer barulho ou, então, durante manobras, acontecerem estalos, sinais claros de que o conjunto está com excesso de folga. No caso de um furo na coifa protetora, quando a graxa se perde e poeira ou umidade penetram na junta homocinética, é preciso remover a peça, limpá-la e trocar a graxa e coifa, para evitar que a homocinética se danifique definitivamente por falta de lubrif**ação.

08/10/2013

Oleos Lubrif**antes para Motores.
Entenda como escolher.

Especif**ação API: API é um instituto que define padrões de desempenho para óleos. Novos padrões são lançados de tempos em tempos, com melhorias em durabilidade, detergência (para limpeza do motor) e etc. No nosso exemplo, o SJ é um padrão lançado em 1996. Você pode usar um óleo SJ num motor que “pede” óleo SH, mas não pode fazer o contrário. Isso porque um óleo de especif**ação inferior não oferecerá a lubrif**ação e aditivação necessária, podendo causar problemas irreversíveis. A mais recente é a SM, de 2004.

Viscosidade SAE: Viscosidade é um conceito meio chatinho de entender, mas tentarei ser simples: Viscosidade é a resistência que o óleo tem sobre si mesmo para movimentar. Um óleo mais viscoso tem mais resistência para movimentar entre as peças do motor, ou seja, é mais difícil de escorrer, mas tem maior capacidade de se manter entre duas peças móveis, formando uma película protetora. Porém, um óleo “grosso” em demasia pode atrapalhar o funcionamento do motor, fazendo com que ele fique “pesado” para girar e em casos extremos, a bomba de óleo não consegue manter o fluxo e pressão adequados, fazendo com que algumas partes do motor tenham uma lubrif**ação deficiente, causando barulhos e desgastes. O mais comum é acontecer o “descarregamento de tuchos” sob altas rotações, quando os tuchos f**am com pouco óleo e f**am batendo. Um exemplo de óleo “fino” é o 5W30, já o 20W50 é um óleo “grosso”.

O “W”, de winter (inverno) é a viscosidade do óleo quando frio. Quanto menor esse valor, mais fácil ele percorrerá o motor na partida a frio, diminuindo o tempo que o motor “bate” ao ligar, quando o óleo ainda não chegou a todas as peças.

Muitos pensam que quanto maior o ‘número’ do óleo, melhor é. Nem sempre, depende do motor e o seu uso. Os motores de hoje trabalham sob pressão e temperatura muito maiores que os de 10, 20 anos atrás. Um óleo grosso é mais difícil de circular, f**a mais tempo ‘escoando’ pelas peças, retendo mais temperatura, o que pode causar superaquecimento do mesmo e formação de borra. Uma espécie de “pasta” que vai retendo a passagem do óleo e assim abreviando a vida útil do motor, por lubrif**ação inadequada.

Mineral, Semi-sintético ou Sintético?

Essa dúvida pega muita gente e gera pérolas, como “sintético é óleo pra 20 mil Km”, “fulano fundiu o motor usando óleo sintético” e a mais absurda “é tudo a mesma coisa”.

Óleos minerais são obtidos a partir do petróleo em combinação com diversos minerais, tem como vantagem o custo mas em compensação não mantém suas propriedades em situações extremas, como alta pressão e temperatura, formando a famosa borra da foto mais acima.

Já os óleos sintéticos são obtidos a partir de reações químicas e possuem uma curva de estabilidade praticamente plana, que gera desempenho garantido nas mais variadas faixas de temperatura, além disso em alguns casos pode-se “esticar” os intervalos de troca, trazendo economia no custo de manutenção. Aliás, falando em custos, há nem muito tempo atrás um óleo sintético custava coisa de R$40, R$50 o litro. Hoje podemos encontrar bons óleos sintéticos por volta de R$20 o litro. Vale cada centavo, experiência própria.

Os óleos semi-sintéticos são o meio termo. Mistura-se elementos do óleo sintético ao mineral para formá-lo. Pode-se retirar os elementos ruins do óleo mineral e substituí-los por elementos sintéticos. É também o meio termo no preço, muitas vezes já é o suficiente pra evitar a borra. Mas não se recomenda estender o período de troca.

E quando óleo sintético dá problema no motor?

Taí algo que gera muita discussão. Trocas de óleo mineral muito espaçadas (mais de 5000Km) deixam resquícios, como pedaços de óleo queimados, borras pequenas que podem não crescer nem afetar o funcionamento do motor por agora.

Óleos sintéticos em geral são mais viscosos que os minerais, o que faz com que ele seja bombeado com uma pressão maior e assim passar com mais velocidade em lugares com borra. Junto aos aditivos e detergentes nele empregados, as borras podem ser dissolvidas. Em casos de muita borra no motor, ela pode ser dissolvida em pequenos ‘blocos’ e aí sim, podem causar problemas, f**ando retidas no filtro. Mas em alguns poucos casos isso pode causar entupimento de galerias, dutos e em casos extremos, do pescador (coleta óleo no cárter). E isso pode gerar problemas, como o fundimento do motor em casos graves. Os casos em que vi isso eram de carros muito mal cuidados, com “relaxo” nas trocas. O dono resolveu botar um óleo sintético muito mais fino que o usado antes e ou o óleo não conseguiu ser bombeado devidamente por conta de dutos e galerias já entupidos ou, de quebra, era mais fino que o mínimo indicado pelo fabricante.

Uso óleo mineral. Posso passar direto pro sintético?

Em casos assim, como também em que se usará óleo mais fino do que o atual, recomendo passar gradualmente para um óleo mais fino e de categoria superior. Usa um mineral 20W50? Tente usar um 15W40 semi-sintético, pra depois um 5W-30 sintético (é apenas um exemplo. Siga o manual do seu veículo) e por aí vai… E procure não exigir muito do motor nos primeiros 300Km, pelo menos. E fique atento quanto a temperatura ou alguma alteração no comportamento do motor. Já fiz isso e deu muito certo, mesmo em carros bem rodados.

Posso misturar óleos de diferentes tipos?

Não há estudos que comprovem que dá problema ou não, desde que se respeite a viscosidade. Mas o mais recomendável é usar de apenas um tipo e marca

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Fortaleza, CE
60325-004

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