10/06/2026
É difícil definir o Luiz em uma única palavra. Quando penso na pessoa que ele foi, muitas qualidades vêm à minha mente. Luiz era visionário, esforçado e tinha um coração tão grande que acho que ninguém conseguiria compreender por completo. Ele ajudou muitas pessoas.
No enterro, ouvi diversas vezes frases como: “Luiz me ajudou muito”, “Sou muito grato ao Luiz” e “Luiz era mais do que um sócio; era meu amigo”.
Depois de sua morte, pude confirmar o quanto ele era amado e respeitado por todos, inclusive no trabalho. Ele fazia questão de manter relações que iam além do profissional. Tirava um tempo da semana para cada um de seus parceiros, seja para tomar um café, almoçar ou apenas conversar sobre a vida. Luiz dava atenção às pessoas, ouvia suas histórias e, sempre que podia, ajudava.
Luiz também era um pai superprotetor, mas, ao mesmo tempo, exigente. Fazia questão de ensinar os filhos a lidar com os problemas da vida, a enxergar as coisas além do óbvio, a saber ler as pessoas e a nunca desistir facilmente. Ele percorreria o mundo para defender a família. Mesmo com uma rotina corrida, esforçava-se todos os dias para passar um tempinho com quem amava.
Outra palavra que define Luiz é lealdade.
Não importava se seria prejudicado; ele mantinha sua palavra, tanto com a família quanto no trabalho.
Luiz tinha uma fé linda. Apesar de ser muito ocupado, colocava o Reino em primeiro lugar. E, apesar de suas limitações, se esforçava para estar sempre evoluindo.
Com a morte de Luiz, a vida ficou mais opaca, mais incerta e mais dolorida. Seu tempo aqui não foi suficiente. Agora, esperamos ansiosamente pelo dia em que poderemos vê-lo novamente no paraíso e contar o quanto ele foi amado e a falta imensa que faz na vida de todos.
— Escrito por Nicolly Ribeiro