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24/09/2018

A melhor forma de cuidar dos seus bens mais preciosos é prevenindo.
Faça periodicamente a revisão de seu veículo e garanta sua segurança e a das pessoas que você ama!

Desenvolvido por empresa brasileira, o recurso vai revelar diversas informações do veículo no celular no proprietário. A...
13/09/2018

Desenvolvido por empresa brasileira, o recurso vai revelar diversas informações do veículo no celular no proprietário.

Aplicativo prevê quando seu carro vai dar problema
Dados detalhados do funcionamento dos automóveis podem ser acessados por meio da chamada porta OBD, a mesma utilizada pelos scanners de oficinas para diagnosticar falhas no motor e no sistema elétrico. Essa porta, geralmente posicionada na parte de baixo do painel, é uma fonte rica de dados que podem ser explorados por empresas de serviços automotivos.

Uma das tendências é captar as informações fornecidas pela porta OBD e permitir que o dono do carro as consulte e gerencie por meio do celular. O exemplo mais recente tem capital 100% brasileiro: trata-se do VAI (Vehicle Artificial Intelligence), aplicativo criado pela empresa pernambucana Wings, fornecedora de acessórios de conectividade para automóveis.

Entre os serviços disponíveis estão localização do carro, informações sobre consumo – como histórico, gasto em tempo real e estimativa –, alerta de potenciais falhas no motor, avisos de necessidade de manutenção preventiva, relatório do estado da bateria e diagnóstico de problemas na parte eletrônica, dentre outras funcionalidades.

Saiba mais sobre o aplicativo nesta reportagem do UOL
( https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2018/08/09/por-r-450-aplicativo-promete-prever-quando-seu-carro-dara-problema.htm ).

Desenvolvido por empresa brasileira, serviço VAI chega para "dedurar" os segredos que seu veículo esconde

G5 pode? Veja quais são as atuais regras para colocar insulfilme no carroColaboração para o UOL, em São Paulo (SP)19/08/...
31/08/2018

G5 pode? Veja quais são as atuais regras para colocar insulfilme no carro

Colaboração para o UOL, em São Paulo (SP)

19/08/2018 08h00Atualizada em 20/08/2018 15h52

80% dos carros zero hoje em dia saem da loja com película instalada

Instaladas por razões de segurança e privacidade, as películas escurecidas para vidros de veículos são amplamente utilizadas no Brasil. De acordo com estimativa de Juliano Lima, gerente da Avery Dennison, fabricante do acessório, cerca de 80% dos automóveis zero-quilômetro hoje saem da concessionária com a película já instalada.

O problema é que muitos desses clientes instalam o item, popularmente chamado de "insufilme" e feito de PET (polietileno tereftalato), com especificação fora do que prevê a legislação de trânsito, o que representa uma infração grave, que rende multa de R$ 195,23, cinco pontos na habilitação e retenção do veículo para regularização.

Consultado por UOL Carros, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) informa que a regra trata dos vidros e não da película em si: para-brisa incolor com transparência mínima de 75% e de 70% no para-brisa colorido -- o mesmo percentual de 70% vale para os vidros laterais dianteiros.

No caso dos vidros traseiros, estes podem ser mais escuros: pelo menos 28%. O percentual deve obrigatoriamente estar gravado em cada película, geralmente precedido pela letra G. Com base nessa marcação, o agente de trânsito tem como verificar se o "insulfilme" está dentro da lei.

Mão na Roda: UOL Carros mostra como colocar "insulfilme" sem sair da lei

UOL Carros
Tudo escuro? Não pode
Uma das especificações preferidas do público é a G5, que traz apenas 5% de transparência e, portanto, está totalmente irregular, prejudicando a visibilidade. "Hoje quem compra 'insulfilme' para automóveis pensa em simplesmente escurecer os vidros, acreditando ser o suficiente para proporcionar mais segurança e proteção contra o calor e a radiação solar. Porém, mesmo escura, a película pode ser de má qualidade e não trazer nenhum tipo de tratamento para os raios UV, que podem danificar a pele e materiais da cabine, como plásticos. Hoje há modelos adequados à legislação que trazem proteção UV e conforto térmico", explica Juliano Lima.

Segundo o executivo, a especificação mais vendida hoje é a G20, ilegal em automóveis, geralmente instalada em todos os vidros, exceto o para-brisa (o vidro dianteiro). Ele destaca que uma película de boa qualidade, que traz proteção contra raios UV e infravermelho e camada contra riscos, hoje custa entre R$ 600 e R$ 800 em um automóvel compacto -- os valores incluem o custo de aplicação, que costuma demorar entre duas e quatro horas.

"Existem produtos bem mais baratos, sem os revestimentos citados ou trazendo materiais menos nobres. Nestes, a proteção UV, quando disponível, é perdida ao longo do tempo. Além disso, podem trazer um adesivo de pior qualidade, elevando a possibilidade de bolhas e descolamento após a instalação. As películas coloridas, por outro lado, podem desbotar com o tempo. Bons produtos não têm esses problemas e podem ter garantia de 15 ou 20 anos. A proteção contra os raios ultravioleta resiste durante todo esse tempo ou mais", explica Lima, esclarecendo que os "insulfilmes" de hoje em dia não têm regulamentação específica nem trazem selo de certificação do Inmetro, como acontece em outros componentes automotivos.

"Muitos instalam películas para uso arquitetônico, em edifícios, e até usam modelos espelhados, o que é totalmente proibido por questão de segurança. É preciso ter uma maior conscientização", completa o especialista.

Juliano Lima também lembra que existem películas antivandalismo, aquelas que evitam a queda do vidro quanto este é quebrado -- neste caso, as mesmas regras citadas acima valem para esse tipo de acessório.

Arquivo pessoal
Fábio Arruda preferiu não se arriscar e instalou 'insulfilme' em seu Corolla 2001 para se proteger dos raios solares
Imagem: Arquivo pessoal
E se o vidro já vem escurecido de fábrica?
"Hoje, qualquer película que você colocar nos vidros da coluna B para a frente em um carro zero-quilômetro é ilegal. A não ser que você instale uma película totalmente transparente nesses vidros", diz Rubens Sautner, gerente comercial da chinesa Fuyao Glass, fornecedora de vidros automotivos para marcas como Peugeot, Citroën, General Motors, Chery e Jaguar-Land Rover.

Segundo ele, a questão é que os carros novos já saem da fábrica com vidros dentro das especificações mínimas de transparência exigidas por lei. "Hoje j indústria praticamente já não faz mais para-brisa incolor, o verde virou padrão, seguindo o percentual mínimo de 75%, e demais vidros com 70%, em média. Isso significa que só dá para escurecer os vidros traseiros, incluindo os laterais, dentro da transparência mínima de 28%".

A questão é como aferir se o percentual considerando vidro mais película ficará dentro do limite. "Colocar G5, G10 ou G20 nos vidros traseiros, por exemplo, ainda não vai atender os 28% exigidos, ainda mais que o vidro propriamente dito já tem 70% de transparência. Mas hoje apenas as montadoras dispõem do equipamento que permite medir o percentual da película mais o vidro", explica Sautner.

O equipamento ao qual ele se refere é chamado Medidor de Transmitância Luminosa e seu uso pelos agentes fiscalizadores está previsto na Resolução 253/2007 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), com aprovação pelo Inmetro.

O medidor, no entanto, nunca entrou em uso nas blitze e abordagens por fiscais e hoje eles se baseiam no "olhômetro" e na marcação de transparência informada na chancela da película - que, sozinha, não informa a transparência efetiva do conjunto vidro-window film. Obrigatoriamente, o para-brisa e os vidros laterais dianteiros também devem trazer o percentual gravado e homologado pelo instituto.

Exemplos
O engenheiro Fernando Lopes Maia, 51, de Porto Alegre (RS), está dentro da lei. Ele instalou películas dentro das exigências de transparência em seu Hyundai i30 2011/2012 ainda na concessionária, logo após fazer a compra. "Coloquei por conta da segurança. Procurei me informar na época sobre o que era permitido, para não correr o risco de ser multado ou ter o carro retido."

Já o administrador Roberto Anciães, 61, de Itapevi (SP), optou por instalar películas G20, bem escuras e que não se enquadram na legislação, no seu Kia Sportage 2015. "O motivo foi a segurança. As películas foram instaladas na própria concessionária e paguei cerca de R$ 600. Nunca fui parado por esse motivo", conta.

Fábio Arruda, 48, trabalha como "personal car" na capital paulista, prestando consultoria e assistência relativa a manutenção de veículos, e preferiu não se arriscar. Dono de um Toyota Corolla XEi 2001, ele instalou há cerca de um ano o 'insulfilme' "porque o carro não tinha".

"Além de proteger partes internas do carro, acho que me protege um pouco dos raios solares no caso do braço esquerdo e no rosto quando pego estrada. Paguei R$ 150 com desconto, pois o instalador presta muitos serviços a clientes meus. A transparência foi a que chamam de intermediária, pois a G5 é proibida", justifica. " Nunca fui parado nem multado com esse carro e com nenhum outro por conta de uso de película, mas sei de pessoas que foram paradas por terem o filme no para-brisa", revela.

Divulgação
Antes de aplicar, certifique-se que o "insulfilme" escolhido tenha especificações de transparência dentro da lei
Imagem: Divulgação
Dicas para não errar na escolha
1. Primeiramente, certifique-se que o "insulfilme" escolhido tenha especificações de transparência dentro da lei (75% para para-brisa sem cor; 70% para para-brisa colorido e vidros laterais dianteiros; 28% para vidros traseiros). O percentual de transparência deve estar gravado em cada película. Por exemplo, a especificação G5, que é irregular, significa que a película tem 5% de transparência.

2. Pesquise o histórico da fabricante e do instalador. Prefira marcas conhecidas e com qualidade atestada por outros clientes.

3. Verifique se o acessório tem garantia e qual o prazo de cobertura.

4. Cheque se a película tem proteção contra raios UV.

fonte :

Acredite: 80% dos carros zero hoje em dia saem da loja com película instalada

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29/08/2018

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Veja quais itens checar na hora de comprar um carro usado de 9 e 12 anos de idadePor Denis Marum Vai comprar carro com 9...
22/08/2018

Veja quais itens checar na hora de comprar um carro usado de 9 e 12 anos de idade
Por Denis Marum

Vai comprar carro com 9 a 12 anos de uso? Veja dicas .

O mercado de usados é dinâmico. Segundo a associação das revendedoras (Fenauto), a venda de seminovos (aqueles carros com até 3 anos de uso) caiu, enquanto a venda dos carros entre 9 e 12 anos de idade subiu.

Porém, a aquisição de carros mais rodados exige cuidado redobrado.

São veículos com a quilometragem entre 100 mil e 150 mil km. Aqui não há dúvidas de que o estado deste carro dependerá dos antigos proprietários, tanto em relação ao cumprimento das manutenções periódicas, como a forma de uso. Cabe até aquela famosa frase “me diga com quem andas e te direi quem tu és”.

Geralmente, veículos que rodam em estrada costumam estar em melhores condições do que aqueles que rodam apenas em centros urbanos. Mas não podemos generalizar.

Se está de olho em um carro com essa idade, vamos ao que importa. Você tem que focar nos itens mais significativos, pois eles vão dizer efetivamente quanto vale o carro que você está comprando.

Esqueça risquinhos na pintura, manchas no banco, tabela Fipe. O valor de um carro com alta quilometragem está relacionado muito mais ao estado geral de conservação do que propriamente ao ano/modelo.

É preciso fazer um pente fino no motor, câmbio e suspensão.
Verificar nível de óleo do motor é o primeiro passo para ver se está tudo certo no carro usado

Esses itens, caso necessitem de manutenção pesada, podem deixar sua situação financeira comprometida, principalmente se sua ideia for financiar parte do valor do bem.

Começando pelo motor, puxe a vareta do óleo e verifique se está no nível. Se estiver com o nível baixo, “cartão amarelo”. O consumo de óleo frequente (mais de um litro por mês) é um grande indicador de motor cansado.

Verifique também se o óleo não está esbranquiçado, este é um sinal de que a água do sistema de arrefecimento está contaminando o lubrificante, e talvez exija uma retífica de cabeçote. Motor falhando e a fumaça cinza azulada no escapamento é o golpe de misericórdia. P**e fora do negócio!

Verificação do câmbio manual inclui pisar na embreagem e ver se ruído diminui .
Se o câmbio for manual, a verificação é a seguinte: Com o carro parado, acelere até 2 mil rotações por minuto. Preste atenção nos ruídos de rolamentos, pise na embreagem e perceba se eles diminuem a ponto de você dizer “nossa, que alívio”.

Quando os rolamentos estão ruins, o barulho incomoda. Porém, ao pisar no pedal de embreagem, eles param de girar, indicando que eles são os causadores do ruído.

Faça diversos te**es de rodagem, em diversas condições de piso e inclinação, para ver se nenhuma marcha escapa. Se possível, pegue o começo de uma estrada, e veja se não há zunidos em velocidades acima de 80km/h. Tudo isso pode ser indicativo de problemas.

Verifique se o dono anterior do veículo realizou a troca do óleo do câmbio .
Um carro com cerca de 130 mil km também pode possuir uma caixinha de surpresas chamada câmbio automático.

Se o vendedor possuir notas fiscais indicando a troca de óleo, a probabilidade de ter problema é menor do que um câmbio mecânico.
Agora, se o antigo proprietário nunca trocou o óleo desse cambio, você vai se sentir sentado em uma mesa de roleta de um cassino. Alguns poucos fabricantes indicam a troca do óleo do câmbio com mais de 100 mil km. A grande maioria recomenda a troca a cada 40 mil km. Consulte o manual.

Verifique os ruídos da suspensão do carro .
Suspensão cansada a gente percebe andando com o carro, não adianta enfiar a cabeça de baixo do carro, dificilmente quem não é do ramo consegue identificar alguma coisa errada.

Comprar um carro com quilometragem mais alta sem dar uma volta é dar chance para o azar.
Na hora do test-drive, nada de avenidas com asfalto liso. Procure ruas com buracos, valetas, lombadas e fique atento aos ruídos.

Veja se as luzes do quadro de instrumento se apagam .
Na checagem final, verifique as luzes do painel como airbags, ABS e luz da injeção. Não caia na conversa de “gasolina suja”. Pode até ser verdade, mas não feche o negócio enquanto o painel não estiver com todas as luzes apagadas.

Aliás, o fato de não ter nenhuma luz acesa, não significa necessariamente que está tudo em ordem. Para não ficar com algum problema lá na frente, você pode solicitar que o sistema seja checado através de um scanner. Se houver alguma informação de anomalia armazenada no módulo, ela aparecerá.

Se você ainda não se sente seguro em comprar o carro, procure um mecânico para auxilia-lo. O custo de uma assessoria é muito pequeno quando comparado ao prejuízo que você pode ter com uma compra malfeita.

Até a próxima!

Vai comprar carro com 9 a 12 anos de uso? Veja dicas (Foto: Denis Marum/G1) O mercado de usados é dinâmico. Segundo a associação das revendedoras (Fenauto), a venda de seminovos (aqueles carros com até 3 anos de uso) caiu, enquanto a venda dos carros entre 9 e 12 anos de idade subiu. Porém, a ...

21/08/2018

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