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Existe uma filosofia por trás do Corvette que poucos param para entender de verdade.Desde 1953, a Chevrolet construiu o ...
14/09/2026

Existe uma filosofia por trás do Corvette que poucos param para entender de verdade.

Desde 1953, a Chevrolet construiu o mesmo carro com a mesma ideia: um V8 grande na frente, tração atrás, e a menor quantidade possível de coisas entre você e o asfalto. Simples assim. Enquanto o mundo dos superesportivos f**ava cada vez mais complexo, mais eletrônico, mais distante do piloto, o Corvette f**ava no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa, do mesmo jeito.

Mas essa escolha custou caro em reputação. Durante décadas, a crítica europeia tratou o Corvette com uma condescendência bem característica, elogiava a potência, torcia o nariz para o resto.
Muito motor, pouca sofisticação. 
Muito barulho, pouca precisão. 
O tipo de argumento que faz sentido no papel e desmorona quando você aperta o acelerador.

Porque o que a crítica nunca conseguiu encapsular numa ficha técnica era a experiência de estar dentro de um. O V8 na frente que você sente torcer o chassis. 
Torque que aparece imediato.
Som que sai dos escapamentos e que não tem equivalente em nenhum seis cilindros do mundo, por mais bem construído que seja. O Corvette coloca no mundo real o que acontece quando você deixa de pensar e começa a dirigir.

O C7 Stingray chegou em 2014 como o último capítulo dessa história. Resgatou o nome Stingray, nome que a marca não usava desde os anos 70, e trouxe o LT1, um V8 de 6.2 litros com 460 cv, câmbio manual de sete marchas disponível para quem quisesse a experiência completa. 

Nas versões Z06 e ZR1, a Chevrolet foi até 650 cv e 755 cv respectivamente, mantendo o motor no mesmo lugar de sempre, levando a ideia original até o seu limite físico.
Em 2020, o C8 mudou tudo. Motor central, visual completamente novo, outro carro. 
Uma decisão que fez sentido no papel, e que dividiu uma comunidade inteira.

O C7 ficou sendo o último a carregar aquela ideia original de que às vezes a simplicidade é exatamente o objetivo.

A Porsche tem uma divisão dentro da divisão. Chama-se Motorsport, f**a em Weissach, e é responsável pelos carros que a m...
10/09/2026

A Porsche tem uma divisão dentro da divisão. Chama-se Motorsport, f**a em Weissach, e é responsável pelos carros que a marca leva a sério de verdade, o GT3, o GT3 RS, os protótipos de Le Mans. Quando esse departamento assina um carro de rua, o resultado é diferente de tudo.

O 718 Cayman GT4 RS é um desses resultados.

Por muito tempo, a marca manteve o Cayman deliberadamente abaixo do 911 em desempenho, para que o coupê mais barato não envergonhasse o flagship. Proteção de ego corporativo, digamos assim. 

O GT4 RS foi a primeira vez que a divisão GT simplesmente ignorou o memorando interno e colocou no meio do carro o mesmo flat-six de 4.0 litros do 911 GT3. Mesmo motor. Mesma filosofia. Mesmo corte de giro a 9.000 rpm. O 911 que pagou mais caro ficou sem argumento.

500 cv, 450 Nm, 0 a 100 km/h em 3,4 segundos. As entradas de ar que antes eram as janelas laterais traseiras agora alimentam diretamente o motor, colocando o som dos seis corpos de borboleta individuais exatamente ao lado do seu ouvido. Confortável? Não. Legal? Pra caramba! 

Com motor central, tração traseira e 1.415 kg, ele vive num território que está f**ando cada vez mais raro carros leves, aspirados, que exigem do piloto um aprendizado a mais. Ao lado de um Lotus, de um Alpine R ou GR, o GT4 RS é daqueles carros que fazem você questionar por que existem SUVs esportivos no mundo.

Andreas Preuninger, chefe da divisão GT, disse na apresentação que a ideia era criar algo para ser aproveitado agora,  porque a linha 718 caminha para a eletrif**ação. 

Tradução: aproveite enquanto dura, porque o próximo vai fazer silêncio.

Não se engane pelo tamanho, este aqui é um dos carros mais divertidos que você pode ter na sua garagem!Vamos aos fatos, ...
04/09/2026

Não se engane pelo tamanho, este aqui é um dos carros mais divertidos que você pode ter na sua garagem!

Vamos aos fatos, a Abarth foi de preparadora à marca e em seguida divisão de performance da Fiat, o que rendeu incríveis versões de carros não tão incríveis assim...

Dentre todas elas, temos o 500. Você deve lembrar dele: arredondado, geralmente vermelho com o interior branco, sendo usado pelo público de cabelos grisalhos donos de vários felinos hahaha. Brincadeiras a parte. Aqui a história muda e muito!

Dois lugares, tração dianteira, motor turbo e neste caso câmbio manual, a receita perfeita para um track toy! Entre eixos curto e baixo peso, são alguns dos trunfos do modelo, sua dinâmica de condução é mais que comprovada, eficiente e extremamente divertida, é de se duvidar você não sorrir ao volante desse Abarth.

Originalmente o pequeno foguete italiano entrega 167 Cavalos e 23kgfm de torque, seu peso declarado é de 1.100Kg, mas como vocês podem ver nas fotos, esse aí não está puro não! 

Nosso amigo 500 Abarth #34 no seu perfil, conta um pouco das modif**ações e história, desde que o comprou ZERO QUILOMETRO!

Conta aqui o que você achou do projeto! Teria um 500 Abarth? 

De tempos em tempos nasce um mito, algo fora do normal, a síntese pura daquilo que era pra ser apenas um conceito.Fibra ...
31/08/2026

De tempos em tempos nasce um mito, algo fora do normal, a síntese pura daquilo que era pra ser apenas um conceito.

Fibra de carbono, câmbio manual, V10 aspirado, sem assistências, você e o carro. Em poucas palavras o Carrera GT isso, e claro que você já sabe!

Mas é bom lembrar e revê-lo, saber que já houve a coragem e ousadia de uma marca produzir algo tão selvagem mecanicamente.

De tempos em tempos nasce um mito, algo fora do normal, a síntese pura daquilo que era pra ser apenas um conceito.Fibra ...
31/08/2026

De tempos em tempos nasce um mito, algo fora do normal, a síntese pura daquilo que era pra ser apenas um conceito.

Fibra de carbono, câmbio manual, V10 aspirado, sem assistências, você e o carro. Em poucas palavras o Carrera GT é isso, e claro que você já sabe!

Mas é bom lembrar e revê-lo, saber que já houve a coragem e ousadia de uma marca produzir algo tão selvagem mecanicamente.

Para entender essa SL63, precisamos voltar um pouco no tempo. Para uma época em que os motores AMG eram enormes, barulhe...
28/08/2026

Para entender essa SL63, precisamos voltar um pouco no tempo. Para uma época em que os motores AMG eram enormes, barulhentos e entregavam toneladas de torque.

O conjunto da SL dessa geração ainda é capaz de encantar qualquer entusiasta e, para quem tem a oportunidade de guiá-la vez ou outra, deixa aquele vislumbre de como era estar ao volante de uma AMG de verdade.

Debaixo do enorme capô, o V8 5.5 Biturbo entrega uma sensação de potência completamente diferente daquela do antigo 6.2 aspirado. A resposta é mais imediata, o torque aparece com uma força absurda e, quando você menos espera, os pneus traseiros já estão marcando o asfalto em terceira marcha.

São 564 cavalos e impressionantes 91 kgfm de torque.
Os caras da AMG realmente não sabiam brincar...

E talvez seja justamente isso que torne a SL tão especial. Toda essa brutalidade vem acompanhada de um nível de conforto que parece pertencer a outro carro. Bancos aquecidos, ventilados e, dependendo da configuração, até com massagem.
Tudo pensado para que você possa atravessar centenas de quilômetros praticamente como se estivesse na sala de casa.

Até o sistema de som entra nessa brincadeira. Pode ser Andrea Bocelli ou AC/DC: seus ouvidos sempre terão algo para apreciar. De um lado, um sistema de som digno de uma sala de concerto. Do outro, um V8 biturbo pronto para lembrar que ainda existe um motor gigantesco logo à sua frente.

A Classe SL sempre foi uma vitrine tecnológica da Mercedes-Benz, um espaço onde a marca podia experimentar, ousar e mostrar até onde era possível chegar quando conforto, desempenho e tecnologia precisavam coexistir no mesmo carro.

Quando a BMW revelou a F80 em 2014 (faz tempo, ein?!), a reação da comunidade foi imediata e dividida.A geração anterior...
17/08/2026

Quando a BMW revelou a F80 em 2014 (faz tempo, ein?!), a reação da comunidade foi imediata e dividida.

A geração anterior, a E90, havia feito algo inesperado: trocado o tradicional seis em linha por um V8 de 4.0 litros naturalmente aspirado, capaz de girar até 8.400 rpm e produzir um som que muitos consideram até hoje o mais bonito já colocado num sedã. Era uma anomalia na história da M3 e uma anomalia adorada.

Quando a F80 chegou com um seis em linha de volta, turbinado pela primeira vez na história da M3, os puristas foram rápidos em decretar o fim de uma era. Menos rotações. Menos drama. Menos M3.

Estavam errados.

O S55, motor biturbo de 3.0 litros desenvolvido especif**amente pela divisão M, entregava 431 cv e 550 Nm de torque disponíveis já a partir de 1.850 rpm. Uma filosofia completamente diferente, não de redução, mas de transformação. Onde o V8 da E90 pedia que você o levasse ao limite para extrair tudo, a F80 respondia com violência desde o primeiro terço do acelerador. Mais rápida, mais afiada, mais imediata.

E a dinâmica confirmou. Diferencial traseiro ativo, suspensão adaptativa, teto em fibra de carbono para baixar o centro de gravidade, cada decisão de engenharia pensada para que o carro comunicasse, respondesse, envolvesse! E claro tração traseira, sempre. 

Hoje, com a G80 ostentando grades enormes e tração integral, a F80 ficou com algo que o tempo reserva para poucos: a reputação de ter sido a última M3 verdadeiramente afiada, sem peso demais, sem tecnologia demais.

LT. Duas letras que a McLaren não usa com frequência, e é exatamente por isso que pesam tanto.Longtail. O nome nasceu na...
12/08/2026

LT. Duas letras que a McLaren não usa com frequência, e é exatamente por isso que pesam tanto.

Longtail. O nome nasceu nas pistas em 1997, quando a McLaren precisava atualizar o já dominante F1 GTR para continuar vencendo no Campeonato FIA GT. A solução foi radical: alongar a carroceria traseira, adicionar um aerofólio fixo e tirar tudo que não fosse essencial. Mais downforce, menos arrasto, mais vitorias. O F1 GTR Longtail não era bonito por intenção, era bonito por consequência. Função antes de forma, sempre.

O nome dormiu por quase duas décadas. Voltou em 2015 com o 675LT, primeira versão de rua a carregar a sigla, e provou que a filosofia Longtail funcionava fora das pistas. Depois vieram o 600LT e o Speedtail. Cada um à sua maneira, cada um carregando o mesmo DNA: mais leve, mais agressivo, limitado.

Em 2020, chegou o 765LT. O mais extremo de todos os LT de rua (por enquanto). Sob a carroceria em fibra de carbono, um V8 biturbo de 4.0 litros ajustado para 765 cv e 800 Nm de torque. Oitenta quilos mais leve que o 720S que serve de base. Zero a 100 km/h em 2,8 segundos. A potência virou nome e o nome refletiu na quantidade de carros produzidos, na versão coupê e spider.

Mas o que o 765LT entrega não cabe em números. A imprensa, ao redor do mundo descreveu o carro como tendo um envolvimento "quase telepático" com o piloto, peso na medida, potência extrema mas uma comunicação precisa. E quem já foi ao limite com um sabe que não é exagero.

Por fim, mas não menos importante, essa unidade combina os detalhes em fibra de carbono com a cor Ludus Blue. Uma cor que não deixa ninguém em dúvida sobre o que está passando

Atualmente quase tudo está sendo eletrif**ado, turbinado ou automatizado... Chato demais!Mas a Porsche fez uma escolha d...
09/08/2026

Atualmente quase tudo está sendo eletrif**ado, turbinado ou automatizado... Chato demais!
Mas a Porsche fez uma escolha deliberada com o GT3: não mexer no que não precisa ser mexido.

O 992.2 chega como a atualização de meio ciclo do 911 atual, e celebra algo raro no calendário automotivo, 25 anos do GT3. Desde 1999, esse modelo carrega um compromisso: ser o 911 mais próximo das pistas sem abrir mão da rua. E a cada geração, a Porsche reforça esse conceito da forma mais honesta possível.

O motor continua sendo um boxer de 6 cilindros, é claro, naturalmente aspirado de 4.0 litros, agora com 510 cv e corte de giro a 9.000 rpm. Nenhum turbo, nenhuma eletrif**ação. E para aqueles que buscam a experiência mais pura, o câmbio manual de seis marchas segue disponível, tornando o 992.2 GT3 o primeiro da geração 992 a oferecer essa opção.

E então temos essa combinação. Oak Green Metallic Neo não é uma cor nova, é o renascimento de uma época. Lembra que falei sobre o mundo estar chato? As cores também perderam o brilho.
Esse tom verde clássico, Ferry Porsche usou no seu 930 pessoal nos anos 70, aqui ele foi revisitado, modernizado. Junte com detalhes em dourado e tenha um equilíbrio, entre esportividade e elegância. Nada exagerado. Tudo na medida certa.

Seria essa a combinação perfeita?
Olhando para esse GT3 verde nas ruas, é difícil argumentar o contrário.

#911

Em 1968, Detroit vivia uma guerra.Desde o início dos anos 60, as montadoras americanas competiam numa corrida que não ti...
05/08/2026

Em 1968, Detroit vivia uma guerra.

Desde o início dos anos 60, as montadoras americanas competiam numa corrida que não tinha nada a ver com eficiência ou tecnologia, era uma corrida de potência bruta.
A Chrysler havia disparado o primeiro tiro ainda nos anos 50 com seus motores Hemi, e as outras seguiram. Mustangs e Camaros dominavam as vendas com os pony cars. Faltava alguém dar a palavra final.

A Dodge deu.

O Charger 1968 chegou com uma filosofia clara: entregar um poder que sacudia o asfalto e ainda assim parecer pensado, estilizado, inevitável. A carroceria trazia linhas retas e marcantes era diferente de tudo que Detroit havia produzido. A Chrysler esperava vender 20 mil unidades. Vendeu 96 mil.

Debaixo do capô, um V8 383, motor que a Dodge usava como coração da linha intermediária. Não era o extremo 426 Hemi, mas não precisava ser. O 383 entregava torque generoso, resposta imediata e aquele som inconfundível de muscle car americano. Uma má atitude era obrigatória em qualquer versão.

A era dos muscle cars durou mais alguns anos, antes de ser sufocada pelo aumento do preço do combustível e pelas novas normas de emissão. Mas até o fim, o Charger 1968 permaneceu como o mais imponente de todos.

Hoje, dirigir um é como dirigir uma ideia, a ideia de que um carro não precisa de tecnologia para ser divertido.
Rodeado de carros descartáveis, leves e conectados, o Charger é pesado, mecânico, honesto. Você sente cada engrenagem, cada solavanco, cada cavalo saindo do motor. Não há filtros. Não há intermediários.

Modelo disponível com o pessoal da .imports !
Obg Ricardo!

Endereço

Balneário Camboriú, SC

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