Na sequência da dinamização do associativismo regional, implementado pela Associação Industrial Portuguesa, surge em 31 de Janeiro de 1985 o NERBA - Núcleo Empresarial do Distrito de Bragança, com o objectivo último de dinamizar e apoiar a actividade Associativa na Região, bem como contribuir para um harmonioso desenvolvimento regional. Posteriormente, em 1989, o NERBA-AE, constitui-se como Associ
ação Empresarial, assumindo a sua completa autonomização a partir de Janeiro de 1990, sendo reconhecido em 7 de Outubro de 1991, Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, por Despacho do Sr. A culminar este verdadeiro processo de autonomização e consolidação na região surge a criação de uma infra-estrutura de apoio à actividade produtiva e ao associativismo - o Centro Empresarial do Distrito de Bragança - CEB, onde para além das instalações inerentes aos serviços de Associação, funcionam 10 salas polivalentes, um Auditório e um Pavilhão de Feiras e Exposições. Inaugurado a 30 de Julho de 1993, o CEB constituiu o grande passo, para um exercício que se exige cada vez mais interveniente nas mais diversas áreas de actuação; quer ao nível do apoio a prestar aos seus associados, quer na tentativa constante de contribuir, por todas as formas, para um cada vez mais completo e sedimentado processo de desenvolvimento no Distrito de Bragança. Princípios de Intervenção
A fim de prosseguir os seus objetivos propõe-se o NERBA-AE, designadamente:
Promover o estudo de todas as questões que se relacionem com os seus objetivos;
Valorizar e reforçar por todas as formas possíveis o entendimento e a cooperação entre as atividades associativa, académica e científica de âmbito regional, nacional e internacional, promovendo acordos e estabelecendo plataformas e redes colaborativas indutoras de sinergias e de ganhos de eficiência transversais a toda a sociedade;
Dinamizar a atividade associativa da região e incrementar o espírito de solidariedade e de apoio entre os seus associados;
Organizar e manter serviços de interesse para os seus associados prestando adequada informação, apoio técnico e de consultadoria, designadamente na área de formação;
Organizar certames, conferências, colóquios, cursos ou quaisquer outras manifestações que contribuam para a realização dos seus objetivos;
Cooperar ativamente com entidades, públicas e privadas, nacionais e internacionais, em tudo o que contribua para o harmónico desenvolvimento regional;
Filiar-se em associações, confederações e organismos congéneres nacionais e estrangeiros de acordo com as necessidades de realização dos seus objetivos;
Contribuir, na medida das suas possibilidades, para o progresso tecnológico e científico e para a inovação das organizações regionais, nomeadamente, através da difusão de conhecimento, da qualificação e da disseminação de boas práticas;
Fomentar e estimular a competitividade, a modernização, a livre concorrência e a internacionalização das empresas associadas;
Defender os interesses legítimos dos associados nos domínios da política económica, financeira, fiscal e social, tendo em face do Estado e da Administração Pública, como perante a opinião pública, afirmando a importância da sua atividade no desenvolvimento cultural, social e económico da comunidade.