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20/01/2022
07/07/2021

Filtro de partículas. Sabe o que é e como mantê-lo?

Equipamento obrigatório, hoje em dia, tanto nos motores Diesel, como nos blocos a gasolina, o filtro de partículas tem um papel que vai muito além das “meras” preocupações ambientais. Como tal, será que todos sabemos o que é, para que serve e como manter o filtro de partículas?

Comecemos pelo básico: obrigatório em todos os automóveis com motores de combustão fabricados a partir de 2009, o filtro de partículas consiste, como o próprio nome indica, numa espécie de filtro, colocado na parte dianteira do sistema de escape.

No seu interior, favos parecidos aos de uma colmeia, têm por missão reter as chamadas partículas pesadas, mistura de carbono e outros compostos orgânicos nocivos para o ser humano, que resultam da queima do combustível, não as deixando sair pelo tubo de escape.

E como funciona?

Com uma estrutura interior semelhante, em termos de geometria, à de uma colmeia, o filtro de partículas integra, como já foi referido, uma espécie de favos ou pequenos canais desnivelados, responsáveis por filtrar os gases que por eles passam.

Desta forma, é nestes favos que f**am retidas as partículas mais pesadas e nocivas para seres humanos e para o próprio Ambiente, sendo que a tecnologia consegue reter cerca de 80% dessas partículas.

Precisa de algum tipo de manutenção?

Sim. Até porque, com passar do tempo e a acumulação de partículas, a eficácia da retenção começa a diminuir, tornando-se necessário limpar o filtro.

Esta operação de manutenção, a qual deve ser feita com a frequência definida pelo fabricante, passa, no entanto e apenas, pela limpeza e desobstrução dos favos, de forma a que os gases possam circular livremente através do filtro de partículas.

Colocado na parte dianteira do sistema de escape, o filtro de partículas consegue reter cerca de 80% das partículas pesadas provenientes da queima © Fornecido por Turbo.pt Colocado na parte dianteira do sistema de escape, o filtro de partículas consegue reter cerca de 80% das partículas pesadas provenientes da queima

Quando tal não acontece e as partículas começam a acumular-se no filtro, a sensação que o condutor tem, é a de que o carro não desenvolve. Além de que passa a consumir mais.

Tem de ser substituído?

Em princípio, não deverá ser necessário, sendo mesmo várias as marcas que garantem que o filtro de partículas dura a vida útil do automóvel. Ainda que, acrescentamos nós, tal dependa, e muito, de uma correta utilização da viatura, por parte do condutor.

De resto e em prol da vida longa que se espera destes componentes, surge a função conhecida como “Ciclo de Regeneração”. E que consiste, basicamente, na queima das partículas pesadas que se vão acumulando nos favos - processo simples e para o qual o condutor nada tem de fazer, a não ser deixar o motor funcionar.

É possível ao condutor perceber quando isso acontece?

Depende. Desde logo, porque existem dois tipos de ciclo de regeneração – passiva e activa.LEIA TAMBÉM

Motores a gasolina obrigados a ter filtros de partículas

No caso do ciclo de regeneração passivo, acontece de forma automática e durante as viagens mais longas, quando a temperatura no escape ultrapassa os 300 graus centígrados. Altura em que as partículas pesadas presas dentro do filtro, são queimadas, saindo para a atmosfera apenas o que daí sobra.

Já no caso do ciclo de regeneração activo, tem lugar quando o motor não consegue alcançar a temperatura ideal para que a queima das partículas aconteça, levando a que, na sequência da ordem dada pelo comando de injecção de combustível, o motor passe a funcionar numa rotação mais elevada, de forma a fazer subir a temperatura. Dando início ao ciclo de regeneração.

E que cuidados devo ter com o filtro de partículas?

Especialmente no caso de conduzir um automóvel a gasóleo, com o qual faz, todos os dias, poucos quilómetros, é importante que tenha consciência de que, não só não está a fazer a melhor utilização do seu veículo, como está a colocar em risco a saúde do seu filtro de partículas.

À partida, o filtro de partículas está preparado para durar a vida útil do veículo. No entanto, tal também depende da utilização que se faça do mesmo © Fornecido por Turbo.pt À partida, o filtro de partículas está preparado para durar a vida útil do veículo. No entanto, tal também depende da utilização que se faça do mesmo

Isto porque, para que os ciclos de regeneração possam funcionar sem problemas, é fundamental que o motor alcance, no seu funcionamento, a temperatura ideal e, dessa forma, queime convenientemente as partículas retidas. Algo que, no entanto, só será conseguido fazendo muitos quilómetros, e de forma continuada.

Nos casos em que o automóvel não funcione o tempo e os quilómetros desejados, o mais certo é que, no painel de instrumentos, surja a indicação de avaria. Altura a partir da qual o condutor passará a notar, não somente um aumento anormal no consumo de combustível, como a sensação de que o carro não desenvolve normalmente.

De resto e nalguns modelos, o automóvel pode mesmo entrar em modo de segurança, passando a não reagir ao acelerador, e circulando apenas muito devagar. Podendo até mesmo f**ar imobilizado.

Solução? Sempre que o alerta surgir no painel de instrumentos da viatura, dirija-se a uma oficina, para que o problema seja rapidamente corrigido. Sendo que, mesmo que tal nunca aconteça, é recomendável que o filtro de partículas seja visto a cada 100 000 quilómetros.

E se avariar, quanto deverá custar a intervenção?

É difícil avançar um preço preciso, até porque este varia consoante a marca, do equipamento e do próprio modelo do automóvel.

No entanto e avançando não mais que valores indicativos, a intervenção de colocação de um filtro de partículas novo, poderá orçar entre os mil e os três mil euros.

Medidor de massa de ar. Saiba para que serve e quais as avariasUm dos componentes que contribui para a mistura correta e...
23/11/2020

Medidor de massa de ar. Saiba para que serve e quais as avarias

Um dos componentes que contribui para a mistura correta entre ar e combustível na câmara de combustão do motor é o caudalímetro ou medidor de massa de ar. Uma avaria neste componente provoca perda de rendimento, um aumento do consumo e um ralenti instável. Conheça as origens das avarias e como impedir que aconteçam.

O sistema de injeção eletrónica de um motor moderno, quer seja a gasolina, quer seja a gasóleo, necessita de conhecer, em tempo real, a quantidade de ar que entra na admissão.

O dispositivo que faz essa medição e envia a informação para a centralina é o medidor de massa de ar, também conhecido por caudalímetro ou sensor de massa de ar.

Com esta informação, a centralina ajusta os parâmetros relativamente à quantidade de combustível a injetar, o avanço da abertura dos injetores ou da válvula do EGR (recirculação dos gases de escape) para que a combustão se realize de uma forma correta.

Medidor de massa de ar está presente nos motores diesel e a gasolina © Fornecido por Turbo.pt Medidor de massa de ar está presente nos motores diesel e a gasolina

Nos motores a gasolina, o medidor de massa de ar é imprescíndivel para conseguir uma mistura estequiométrica e nos diesel para ajustar a abertura da válvula EGR.

O caudalímetro está localizado na admissão, logo depois do filtro de ar, para impedir que possa ser danif**ado por qualquer partícula do exterior ou sujidade. Apesar de, teoricamente, ser uma peça muito fiável, também é bastante frágil e delicada.

Caudalímetro por filamento quente

Até às décadas de ’80 e ’90, os caudalímetros eram do tipo mecânico, pois tinham uma espécie de mariposa que era empurrada pelo ar que entrava, estando o seu eixo ligado a um potenciómetro, cuja resistência elétrica variava em função da quantidade de ar que entrava.

O medidor de massa de ar ou caudalímetro está localizado logo depois do filtro de ar © Fornecido por Turbo.pt O medidor de massa de ar ou caudalímetro está localizado logo depois do filtro de ar

Não obstante a sua elevada volumetria, estes medidores de massa de ar tinham um problema quanto à fiabilidade dos valores, além de serem propensos a falharem com frequência devido às suas partes móveis.

Para ultrapassar essa situação foi introduzido o caudalímetro por filamento quente, que dispõe de um termómetro para conhecer a temperatura do ar de admissão, mas o seu segredo consiste num fio condutor que a varia a sua resistência elétrica em função da temperatura a que se encontra o ar.

Esse valor depende diretamente do fluxo de massa de ar (se entrar mais ar do exterior, o filamento arrefece e vice-versa).

Na verdade, essas variações de resistência elétrica são muito pequenas, pelo que se recorre a uma ponte de Wheatstone, que mais não é do que uma construção constituída por quatro resistências elétricas e que permite detectar essas variações muito pequenas.

Causas de avaria

Existem vários indícios que sugerem uma eventual avaria no medidor de massa de ar: um consumo elevado, uma resposta lenta ou um ralenti instável. Estes são sintomas de que não chegar um valor correto de fluxo de massa de ar à centralina.

Além disso, um medidor de massa de ar avariado pode acender uma luz ou indicador no painel de instrumentos “Check Engine” ou “Service Engine Soon”-

Antes de resolver esses problemas num medidor de massa de ar defeituoso será recomendável verif**ar outros pontos, como, por exemplo, se não há uma abraçadeira frouxa ou um tubo de admissão rasgado por onde saia o ar. Nessas situações, a unidade de gestão eletrónica (ECU) acredita que entra mais ar no motor do que na realidade.

Outros problemas que podem provocar uma medição errada é sujidade no caudalímetro, sendo recomendável a sua limpeza com um produto específico em spray, nunca devendo ser usado um pano, nem se deve tão-pouco, soprar. Um conector solto também pode estar na origem de uma leitura errada.

Para limpar o medidor de massa de ar deve ser usado um produto em "spray" © Fornecido por Turbo.pt Para limpar o medidor de massa de ar deve ser usado um produto em "spray"

Após descartar todas as hipóteses anteriores é que se pode estar perante um medidor de passar de ar defeituoso, cuja única solução é a substituição por um novo. Normalmente, as operação de troca demora apenas alguns minutos, mas o maior custo relacionado com esta reparação consiste no diagnóstico da avaria. A peça, por sua vez, poderá custar entre 100 euros e 300 euros.

Como prevenir avarias no caudalímetro

Na teoria, como já dissemos, um medidor de massa de ar ou caudalímetro de filamento quente é um dispositivo que não deveria falhar porque não tem partes móveis e as resistências elétricas não estão submetidas a correntes que as possam queimar.

Por isso, as avarias principais são consequências dos hábitos dos condutores, quer seja por uma manipulação incorreta do caudalímetro que resulta na quebra de filamento frágil, quer seja devido a um filtro de ar pouco limpo, que deixa passar partículas do exterior que danif**am o filamento condutor.

Em reparação, Citroen 2CV6
06/06/2020

Em reparação, Citroen 2CV6

Identifique os sinais de problemas na bomba de óleoA Nakata alerta como identif**ar alguns sinais de comprometimento na ...
05/02/2020

Identifique os sinais de problemas na bomba de óleo

A Nakata alerta como identif**ar alguns sinais de comprometimento na bomba de óleo, responsável pelo fluxo de óleo no interior do motor e pela lubrif**ação de suas partes móveis. Caso não esteja em perfeitas condições, a peça pode levar até gripar o motor. Entre os indícios estão luz de óleo piscando, o que pode signif**ar também desgaste em bronzes de biela, buchas ou mancal.

Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata, recomenda testar a pressão da bomba e identif**ar a causa na hora do diagnóstico. “O motorista também deve observar se há queima de óleo em excesso, ruídos no virabrequim ou comando ou borras de óleo no sistema de lubrif**ação”, comenta. Caso isto ocorra, será preciso uma revisão aos componentes do motor.

A empresa ressalta ainda que não há uma quilometragem média que indique o momento da troca da bomba de óleo. É indicado substituir a bomba quando se repara peças internas do motor, assim como revisão aos componentes do motor, verif**ar folgas e o tubo de sucção de óleo, conhecido como pescador, sempre que trocar a bomba de óleo.

BMW ganha prémio de melhor propulsorO propulsor da BMW B58 3.0 TwinPowerTurbo, de seis cilindros em linha, é um dos venc...
05/02/2020

BMW ganha prémio de melhor propulsor

O propulsor da BMW B58 3.0 TwinPowerTurbo, de seis cilindros em linha, é um dos vencedores, pela segunda vez consecutiva, da premiação WardsAuto 10 Best Engines & Powertrains 2020, criado pela empresa de pesquisa e consultoria automovel WardsAuto. Esse motor equipa atualmente os modelos M340i Sedan, Z4 M40i roadster, X3 M40i e X4 M40i.

A fabricante alemã também comemora a sua décima premiação obtida com essa família de motores 3.0 turbo. O propulsor entrega 382 cv de potência entre 5.800 e 6.500 rpm e 50,99 kgfm de torque disponível de 1.800 a 5.000 rpm. No BMW M340i Sedan, por exemplo, ele oferece uma aceleração de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos.

A BMW destaca as qualidades desse motor, como cárter de alumínio, novo turbo compressor Twin-scroll único com coletor de escape em aço, controle de válvula totalmente variável, controle de eixo de comando de válvulas variável duplo e peso total 25% menor comparado aos modelos anteriores. Outra vantagem é o emprego de uma nova tecnologia de injeção de alta precisão, que permite pressões de injeção de até 5.076 psi.

A família dos motores seis cilindros em linha da BMW existe há 87 anos, tendo iniciado com a versão de 1,2 litro e 30 cv do sedan BMW 303. Atualmente, já pode ser encontrada em quase todas as linhas de modelos da fabricante, com versões de 335 cv a 503 cv.

Arteb alerta sobre a importância dos faróis de nevoeiro.A Arteb alerta sobre a importância do uso correto da iluminação ...
01/08/2019

Arteb alerta sobre a importância dos faróis de nevoeiro.

A Arteb alerta sobre a importância do uso correto da iluminação em condições de neblina. Em situações com nevoeiro, ocorre perda drástica de visibilidade, o que torna necessária uma condução ainda mais cautelosa. Nestas condições, o motorista deve reduzir a velocidade, evitar ultrapassagens bruscas e usar apenas o farol auxiliar de neblina. Como não é um item obrigatório, caso o veículo não venha equipado com este acessório, mantenha aceso apenas o farol baixo.

Segundo o engenheiro da Arteb, Egídio Vertamatti, o farol auxiliar de neblina é um item de segurança porque propicia a melhor visibilidade possível em situações de neblina, sobretudo porque f**a localizado abaixo do farol principal, justamente para se desvencilhar da camada densa da neblina e, com isso, iluminar a pista e permitir que o motorista mantenha a condução da melhor forma possível. O farol baixo é a opção quando o veículo não possui o farol de neblina, mas jamais deve-se usar o farol alto porque ofuscará a visão do motorista e de quem circula no sentido contrário.

Vertamatti também explica que ainda há muita confusão entre os faróis auxiliares de neblina e de longo alcance (ou milha), ambos são auxiliares, mas possuem funções distintas. “O farol de neblina, como o próprio nome diz, promove visibilidade quando ocorre esse fenómeno climático, já o de longo alcance é para que o condutor do veículo visualizar em profundidade, ou seja, a uma longa distância”, comenta.

NGK alerta para desgaste de velas de ignição em trânsito intenso.A NGK reforça que tráfego urbano pesado pode desgastar ...
01/08/2019

NGK alerta para desgaste de velas de ignição em trânsito intenso.

A NGK reforça que tráfego urbano pesado pode desgastar as velas de ignição prematuramente. A empresa explica que isso acontece porque, embora o carro esteja parado no congestionamento, o motor continua funcionando e em condições que não são adequadas, como baixa rotação e baixa temperatura na câmara de combustão.

“Muitas vezes, o motorista baseia-se apenas na quilometragem para realizar as revisões, o que não é correto. No trânsito intenso, a quilometragem não é alterada, mas os componentes continuam trabalhando sob condições severas”, explica o consultor de Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori. O técnico ainda salienta que as próprias fábricas recomendam que os veículos que encaram congestionamentos com frequência devem antecipar pela metade o plano de manutenção.

“Velas deterioradas podem causar problemas como dificuldade ao dar a partida, consumo excessivo de combustível, falhas durante retomadas de velocidade e aumento dos níveis de emissões de poluentes. Por isso, é fundamental realizar a revisão dos componentes da ignição periodicamente.”, comenta Mori.

Durante a revisão, o mecânico está apto a identif**ar problemas verif**ando a aparência das velas, o que pode sinalizar falhas no motor como excesso de combustível, infiltração de óleo e de fluido de arrefecimento na câmara de combustão e uso de gasolina ou etanol de má qualidade. É importante também realizar a revisão visual de todo o sistema de ignição, incluindo cabos e bobinas.

Endereço

Rua Nossa Senhora De Fátima 67C
Rabo De Peixe
9600-134RABODEPEIXE

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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