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27/05/2026

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Ferrari elétrica. Duas palavras que, alguns anos atrás, pareciam impossível na mesma frase.Desde o IPO em 2015, a Ferrar...
27/05/2026

Ferrari elétrica. Duas palavras que, alguns anos atrás, pareciam impossível na mesma frase.

Desde o IPO em 2015, a Ferrari multiplicou seu valor de mercado várias vezes. No caminho, vieram turbo, híbridos, Purosangue… e toda vez apareceu alguém dizendo que “a Ferrari acabou”.

Agora chegou a Luce.

O mercado reagiu, as ações balançaram e a discussão esquentou. Mas f**a a pergunta: estamos vendo uma rejeição real ao elétrico… ou apenas mais um capítulo da eterna briga entre tradição e mudança?

Porque gostando ou não, a Ferrari entrou numa fase da sua história que vai muito além de um novo carro. 🐎📉⚡️

27/05/2026

Detalhe: tinha vaga para motos, próximo dali.

27/05/2026

Levou pro coração! reage ao lançamento do

36 cilindros a menos nesse mundo
27/05/2026

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Na cor prata, o render do grande , seu palpite de como seria a   eletrica. Em azul,   apresentado ontem. Qual você prefe...
26/05/2026

Na cor prata, o render do grande , seu palpite de como seria a eletrica. Em azul, apresentado ontem. Qual você prefere?

25/05/2026

Legal sua , mas também curtimos a em #007

25/05/2026

A Ferrari finalmente entrou de vez na era elétrica. E sim: ela se chama Luce, “luz” em italiano.

Depois de décadas de V8, V12, barulho ensurdecedor e cheiro de gasolina, é estranho imaginar uma Ferrari sem escapamento. Mas os números mostram que ela continua querendo assustar supercarros tradicionais: são mais de 1.000 cv, quatro motores elétricos, tração integral, 0 a 100 km/h na casa dos 2,5 segundos e autonomia próxima de 530 km.

E o preço? Aqui a Ferrari não pegou leve nem dentro da própria família. A expectativa na Europa gira em torno de €550 mil. Isso signif**a que ela deve custar bem mais que uma 296, 12Cilindri ou Purosangue, que orbitam aproximadamente entre €300 mil e €430 mil, e até f**ar acima de uma SF90 em muitas configurações. Na prática, a Luce deve ocupar o alto da gama regular da Ferrari, abaixo apenas de modelos muito especiais e limitados, como a F80.

Curiosamente, um dos pontos que mais chamou minha atenção não foi a potência. Foi o interior. A Ferrari trabalhou com a equipe ligada ao designer Jony Ive, ex-Apple, mas ao invés de transformar o carro numa tela gigante sobre rodas, manteve algo que muita gente vinha pedindo: botões físicos, comandos reais e sensação mais “mecânica” ao dirigir.

E o som? Não existe um V12 escondido ali, obviamente. Mas a Ferrari criou uma assinatura sonora própria, usando características reais do conjunto elétrico em vez de simplesmente colocar um “MP3 de motor” nos alto-falantes.

A Luce marca uma mudança enorme para Maranello… mas a própria Ferrari já deixou claro que não pretende abandonar tão cedo os motores a combustão.

Agora vem a pergunta difícil: uma Ferrari elétrica com mais de 1.000 cv continua sendo uma Ferrari… ou falta algo impossível de substituir?

23/05/2026

Seu está chegando. Por 175k, existem opções melhores?

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22/05/2026

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